"Vou xingar muito no Twitter, hoje, sério!"
A frase dita por um adolescente, no ano passado, por conta do cancelamento de um show da banda Restart, traduz claramente o que ocorre hoje. Isto é, os internautas utilizam o microblog também para reclamar de pessoas, empresas, serviços e tudo mais. Além de compartilhar links e informações, eles também replicam problemas com organizações. Se você tem Twitter já deve ter se deparado com este tipo de tweet de alguma pessoa que você segue.
E ao fazer o monitoramento nas redes sociais, trabalho realizado pela Unimed, identificamos situações como estas também. No entanto, o que fazer com tais informações? Luciano de Sampaio Soares, em artigo publicado no Baixaki, aponta que a tendência é de que as redes sociais se tornem cada vez mais uma forma eficiente de SAC. Por este motivo, ele explica que a empresa é quem decide em que canais pretende atuar e, a partir disto, corresponder com a agilidade que aquela plataforma pede.
A postura é reafirmada no artigo de Fernanda Fabian, publicado no site Webinsider, que reforça a importância da empresa exercer a pró-atividade nas redes sociais e dar uma resposta rápida para a questão levantada pelo cliente. Por isso, não basta criar um perfil no Twitter, é preciso dedicação, pois se abre um canal para diálogo com o cliente, o que é extremamente rico na construção da fidelização, desde que a resposta seja transparente e pontual.
