Você já ouviu falar do Huffington Post? Trata-se de um portal de notícias colaborativo e também um agregador de blogs, criado em 2005, nos Estados Unidos. Nele são publicadas matérias feitas por seus próprios jornalistas, além de reportagens e fotos de agências de notícias e de outros colaboradores. Ah! E o Huffington também faz questão de divulgar links de outros sites em suas reportagens, principalmente se o veículo ¿concorrente¿ der um bom furo.
Na lista de colaboradores do portal estão a cantora irlandesa Sinead O¿Connor, o cineasta Michael Moore e até o presidente Barack Obama, que na época de sua campanha à presidência dos EUA chegou a enviar dois textos ao Huffington. Além deles, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, a socióloga holandesa Saskia Sassen, o ator John Cusack e o comediante Bill Maher também contribuem com o Huffington.
Quando foi lançado, o HuffPost estampava as mesmas editorias de outras publicações, como Política, Negócios e Entretenimento, mas com o tempo foi incorporando seções mais segmentadas, como ¿Divórcio¿, ¿Impacto¿ (que aborda histórias de pessoas que ajudam suas comunidades) e ¿College¿, voltada ao público universitário americano.
No fim do ano passado o Estadão definiu o site como uma ¿mistura de revista política sofisticada com noticiário de celebridades¿ e uma das criadoras do portal, Arianna Huffington, confirmou a característica. Segundo ela, o portal tenta atender o interesse de seus leitores e, por isso, procura misturar jornalismo de qualidade e questões mais populares.
Ah! Também vale dizer que em breve o Brasil deve ganhar uma versão do portal, que está passando por várias modificações após ter firmado parceria com a AOL. O ¿HuffPost Brazil¿ é uma das prioridades de Arianna, que também pretende expandir as seções locais de serviços, produzir maior quantidade de vídeos e criar espaços para temas que ainda estão de fora do portal, como carros, música e jogos.
Recentemente, nosso Blog abordou algumas questões sobre as buscas e de que forma é possível melhor os acessos ao site. Hoje, damos a dica do artigo de Eric Apesteguy, publicado no Webinsider, que recomenda 3C's na hora de pensar em melhor seus acessos: conteúdo, código e concepção. Leia o texto completo.
Antes de mais nada, é importante ressaltar que possivelmente você conhece algo similar à comunicação transmídia, no entanto, com outros nomes, tais como: comunicação 360º ou comunicação integrada. Ficou mais fácil? Pois bem, o termo transmídia é novo, no entanto, seu conceito de promover uma comunicação que inclua diversas mídias já é colocado em prática há bastante tempo, a diferença é que antes não se inseria as redes sociais.
Outra questão, é que ele tem um efeito dominó no que se refere à sua abrangência, além disso, é colaborativo, pois em cada uma das mídias vão se agregando novos conteúdos, opiniões, o que enriquece seu conceito inicial. Isto é, a diversificação das informações, de ponto em ponto, não parte só de quem criou, mas também dos usuários.
A comunicação transmídia está intimamente ligada ao storytelling. Como? Muitas vezes uma história é contada usando várias mídias. Isto é, você envolve as pessoas com um enredo, que se desmembra em várias plataformas, mas ganha contexto se elas são integradas. Para tanto, os profissionais de comunicação precisam se aproximar mais do lúdico, da literatura, como fica bem claro neste Slideshare de Bruno Scartozzoni.
Aliás, ele é um dos especialistas em storytelling no Brasil e em um post para o Update or Die!, conceitua transmídia e storyteling e dá exemplos, como a Coca-Cola que criou um universo a partir de elementos de sua marca. Confira o vídeo abaixo:
Rodrigo
Capella, que ministra cursos sobre assessoria digital, dá duas dicas de
ferramentas gratuitas para fazer mensuração no Twitter. Uma é a BackTweets, que é bastante simples.
Basta acessar o site e digitar o endereço de internet que deseja pesquisar e
que foi divulgado no Twitter, e, rapidamente, a página mostra todos os perfis
que comentaram, tuitaram ou retuitaram, mesmo se a pessoa tiver usado um encurtador
de URL. Por meio dela também é possível solicitar um alerta por e-mail para que o sistema
avise quando alguém compartilha seus posts no Twitter. Vale também para
blogs e vídeos no Youtube.
Já o TweetEffect mostra quantos
seguidores o seu perfil ganhou ou perdeu a cada tuitada, o que pode gerar uma
análise sobre que tipo de informação desperta o interesse do público ou o
contrário.
Muitas Unimeds possuem canais corporativos e até citamos algumas aqui. Hoje, vamos dar dicas para mantê-lo ativo e para quem pretende criar um perfil.
- Escolha um nome fácil das pessoas memorizarem, por exemplo, unimedXXXX.
- Personalize o canal com o logo de sua Unimed, as cores e texturas do Brand Center.
- Integre-o com suas demais redes (Site, Facebook, Twitter, Orkut etc...).
- Escolha bem os títulos dos vídeos, deixando-os bem claro ao usuário.
- Defina tags ao publicá-lo, isto facilita a busca e melhora os acessos. Ao defini-las, não escolha muitas, pois isso é caracterizado como spam. Opte por poucas, mas que tenham forte relação com o conteúdo.
- Faça vídeos dos eventos internos e publique-os no canal.
- Prefira editá-los e deixá-los com uma média de dois a três minutos.
- Acompanhe as estatísticas de exibição por meio do botão "Insight".
- Aproveite para prestar serviço à comunidade, nosso ramo é saúde e qualidade de vida, então, procure levar informação aos usuários.
- Use a possibilidade de anotações, dentro do vídeo, com moderação.
- Relacione o conteúdo de outras Unimeds, que achar interessante, ao seu. É bem simples, basta colocar no seu canal como favorito.
- Acompanhe e responda os comentários que surgirem, com exceção daqueles mal-educados e com palavrões que tem o objetivo apenas de tumultuar o espaço, e não de agregar.
- Mantenha o canal ativo, mesmo que não insira novos vídeos, acrescente novos favoritos e comente em outros canais.
- Crie uma promoção envolvendo o espaço. Hoje em dia é muito fácil as pessoas terem acesso a uma câmera, então, que tal pedir que elas escrevam um depoimento sobre sua relação com a Unimed ou sobre um determinado tema? Por exemplo, para o dia das Mães, você pode sugerir que as pessoas falem sobre suas mães, depois é só publicar no espaço todas ou as melhores. Desta forma, você envolve seus stakeholders e dá voz a eles.
Eis o mais novo público a se pensar na hora de criar estratégias de marketing, a classe C. Em ascensão, este perfil já representa 101 milhões de brasileiros, ou seja, 53% do total, que antes pertenciam às classes D e E.
O levantamento foi realizado pela Cetelem BGN, empresa do grupo francês BNP Paribas, e aponta que o Brasil deixou de ter uma distribuição em formato de pirâmide e passou a tê-la em losango, como na imagem abaixo. Nas demais faixas estão as classes D e E com 47,9 milhões (25%) e as A e B com 42,19 milhões (21%).
Separamos algumas Unimeds que possuem um canal no You Tube. Na maioria delas, o que prevalece é a reprodução das campanhas publicitárias e ações com a comunidade. Já as Cooperativas de Dourados e VTRP publicaram vídeos que são parte de seus projetos de Memória. Outro destaque fica por conta de Singulares que criaram o perfil para ações específicas como o Viver Bem, da Unimed João Pessoa, Viva Hoje e Sempre, da Unimed Rio, e o Unimed Run, de São José dos Campos.
Clique no nome da Unimed e conheça o canal. Se sua Cooperativa está no YouTube, mas não consta na lista abaixo, deixe um comentário com o link.
Se de repente você se viu começando a trabalhar com redes sociais sem o preparo adequado, o artigo publicado no Webinsider foi feito sob medida. A jornalista Daniela Machado dá dicas de como se sair bem com os perfis corporativos. Dentre as sugestões dela estão:
- conheça e entenda o seu público;
- estude o que sua concorrência tem feito nas mídias sociais;
- crie conteúdo próprio;
- divulgue algumas informações com exclusividade;
- dialogue com seus seguidores, um exemplo é participar do Follow Friday (#FF) no Twitter;
- responda publicamente as dúvidas e reclamações;
- peça sugestões de temas aos usuários para gerar conteúdo e dê os créditos; e
Um artigo publicado no AdNews dá cinco bons argumentos para que empresas invistam em uma infraestrutura de atendimento ao cliente online. Para Albert Deweik, diretor de Vendas da NeoAssist, a prática deve ser também personalizada.
Confira as razões descritas por ele para implementar esse tipo de atendimento:
- reduz o custo com atendimento ao cliente;
- otimiza as vendas online;
- melhora o atendimento ao cliente;
- permite gerar relatórios online; e
- implante uma tecnologia inteligente, pois ela irá agilizar o atendimento.
Recentemente, o Itaú publicou na revista Veja um anúncio com um QR Code. Lembra que falamos dele aqui, recentemente? Pois bem, hoje damos este exemplo de como aplicar o uso do QR Code, criando um elo entre a mídia impressa e a digital.
Como é possível ver a imagem ao lado, o banco inseriu no canto superior da página o código de barras e ao posicionar um celular com câmera e aplicativo, o leitor foi direcionado para a página do Itaú no YouTube. No vídeo, o apresentador Luciano Huck fala de "mudanças", seguindo o conceito "o mundo muda e o Itaú muda com você".