Tenho lido e ouvido muito falar nesta tal de Economia Verde. Afinal ela está pautando a Rio+20 que vai acontecer logo, logo no Rio de Janeiro. Mas agora eu sou uma das testemunhas de que ela pode existir e ser uma das soluções para o futuro da humanidade. O PNUMA lançou a Iniciativa Economia Verde no auge da crise econômica e financeira mundial no final de 2008, para avaliar como os diversos setores - como os de energias renováveis, tecnologias limpas e eficientes, gestão de resíduos, serviços de água e pesca sustentável - poderiam contribuir para o crescimento econômico, geração de trabalho, equidade social e redução da pobreza, e, ao mesmo tempo, tratar dos riscos climáticos e outros desafios ecológicos. A iniciativa do PNUMA Economia Verde tem três atividades principais: o Relatório Economia Verde (e outros materiais de pesquisa), que analisa as implicações de investimentos verdes na economia, sustentabilidade e redução da pobreza nos diferentes setores; consultoria sobre a transição rumo a uma economia verde; e engajar uma ampla gama de cientistas, organizações não governamentais, empresas e agências da ONU na implementação dessa iniciativa.
Semana passada, Achim Steiner, diretor geral do PNUMA (leia-se United Nations Environmental Programme) e subsecretário das Nações Unidas esteve no Brasil para uma série de encontros e compromissos públicos e privados. Morando atualmente em Nairóbi, onde é a sede do UNEP, Achim tem laços significativos com o Brasil. Nasceu em Carazinho, RS, estudou até os dez anos no tradicional Colégio Farroupilha em Porto Alegre e depois partiu com sua família para a Alemanha. Hoje diplomado em Oxford, lidera o movimento mundial em prol da economia verde. Denise Hamu, minha amiga e atual diretora do PNUMA Brasil, me disse que Achim queria conhecer um projeto que estivesse em sintonia com a economia verde. Consultei meu também amigo, Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil e por meio dele fomos recebidos na Usina de Triagem e Reciclagem do Rio de Janeiro (UTR-RJ), um centro de excelência em triagem de resíduos sólidos recicláveis urbanos operado pela cooperativa SOCITEX.
Eu já tinha conhecimento deste trabalho, mas nunca o tinha visitado. Simões me disse que o apoio da Coca-Cola Brasil as mais de 200 cooperativas de reciclagem no Brasil é parte da ambição da companhia de chegar a um mundo em que toda sociedade veja a embalagem pós-consumo não como lixo, mas ¿como um insumo precioso para o futuro¿. Sonho agora possível. Fomos recebidos pelos idealizadores do Instituto Doe seu Lixo, o casal Isabel Fillardis e Julio Cesar Santos que em parceria com a cooperativa de catadores de materiais recicláveis, Socitex, buscam proporcionar melhores condições de trabalho e maior renda para seus cooperados. O Doe Seu Lixo desenvolveu metodologias de gestão para todo o processo produtivo da cooperativa, investiu em alta tecnologia, como no sistema de rastreamento, via satélite, dos resíduos coletados e na capacitação de todos os catadores envolvidos no processo, o que tornou a Socitex pioneira em eficiência e participação em logística reversa no estado do Rio de Janeiro. Para Steiner, o projeto ¿é um retrato vivo da transição para a economia verde que envolve e inclui os vários players da sociedade em torno da qualidade de vida e de um bem comum¿. O Doe seu Lixo, fundado em 2003, foi reconhecido como tecnologia social de inclusão pela Fundação Banco do Brasil e pela UNESCO.
O projeto é um exemplo prático de que a economia verde é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza. Gera empregos, pois remunera os cooperados que trabalham na separação e classificação dos resíduos, reduz o impacto ambiental do lixo nas cidades, por meio da coleta seletiva de resíduos sólidos que são doados por residências e empresas-clientes, como o Banco Itaú que já é cliente há mais de sete anos e a Intelig recentemente. O instituto acaba de assinar contrato com a Rio + 20 para fazer a gestão dos resíduos sólidos em todos os locais em que a conferência vai acontecer. Sem falar na replicagem do projeto que já ocorre no país e até em alguns locais no mundo.
Fiquei muito orgulhosa de mostrar o projeto ao órgão máximo da ONU que trata de Meio Ambiente, e também de ter sido recebida por esse casal de visão que está provando que inclusão social e evolução ambiental podem caminhar juntas. E vi acontecer a tal de economia verde na prática.
"Diário de um jornalista bêbado", já comprou seu ingresso?
Uma das primeiras lições que se aprende nas faculdades de jornalismo é a objetividade. Ao narrar um fato, o repórter deve manter o máximo possível de distanciamento, sendo que sua opinião é colocada em segundo plano em favor dos fatos. Curiosamente, um dos maiores clássicos da literatura relacionada ao jornalismo vem de um cara que ignorou completamente essa regra em sua carreira: "Diário de um jornalista bêbado", de Hunter S. Thompson, cuja adaptação chega nesta semana
às telas.
Na "vida real", Thompson, provavelmente o mais representativo profissional de jornalismo gonzo - em que as visões pessoais, vivências e mesmo digressões do repórter são tão relevantes quanto o tema da reportagem em si - começou sua carreira num jornal da Força Aérea e terminou escrevendo artigos para a Rolling Stone americana. Eke teve também grande influência na chamada "geração beat" e na contracultura de forma geral. Em "Diário", ele narra a trajetória de Paul Kemp (Johnny Deep, amigo pessoal do autor e que já havia interpretado o protagonista da obra de Thompson em "Medo e Delírio"). Entre as décadas de 1950 e 1960, ele se cansa de viver em Nova York permeada pelo "sonho americano" e pela conservadora doutrina de Dwight Eisenhower e resolve ir para Porto Rico. Com clara inspiração no período que Thompson passou no Caribe, o enredo trata, de u lado, da espiral de drogas, rum, sexo e psicodelia em que Kemp se envolve enquanto trabalha no pequeno San Juan Daily News. De outro, tece uma ácida crítica à forma como figurões dos EUA dominam a política e a sociedade local. Aaron Eckhart (de Batman - O Cavaleiro das Trevas)atua como "colonizadores" e Amber Heard (de "Zumbilândia") faz sua mulher, que se envolve com o protagonista. A direção é de Bruce Robison de "Os Desajustados".
O Ministério do Social media adverte: este post não foi escrito pelo clã da ¿alta xoxial media¿, e é baseado em percepções de trabalhos realizados por uma RP e infos de estudos.
Sabemos que o conteúdo é essencial em qualquer aspecto da comunicação, mas focaremos em conteúdo e planejamento em mídias sociais. Primordialmente é necessário entender da marca na qual você vai trabalhar. Saber seu posicionamento, seus princípios organizacionais, histórico e tom de voz. Pois com um bom embasamento ao incorporar a marca na criação do conteúdo há menor probabilidade de destoar da comunicação e posicionamento global.
Em seguida defina quais canais irá utilizar. Site, blog, Facebook, Twitter, LinkedIn, Pinterest, Youtube? Todos? Alguns? É importante alinhar com o perfil, objetivos e estratégias da marca. Aquele velho paradigma: quantidade x qualidade, estar em muitos canais nem sempre é vantajoso. Além disso, avalie a estrutura da equipe que vai executar as ações, a oferta e demanda de recursos humanos.
Há diversas categorias de conteúdo: texto, imagem, vídeo, enquete, áudio. Quais serão produzidos? E com qual intensidade? Mais textos do que áudio? Mais imagens do que vídeos? Lembrando que, segundo pesquisas, imagens têm um maior nível de engajamento, porém cuidado para não fazer da página, por exemplo, um grande depósito de imagens.
Ao saber do perfil da marca é possível determinar temas e assuntos que serão abordados. É válido elaborar um calendário com datas significativas, tanto gerais (dia das mães) quanto internas (aniversário da marca). Além de ficar atento nos acontecimentos cotidianos, nunca se sabe quando um assunto vai bombar e gerar centenas de compartilhamentos no Facebook ou alcançar os trend topics no Twitter.
Defina a frequência de conteúdo. Quantas vezes por dia/semana? Quais os melhores horários para atingir seu público? Madrugada? Manhã? Fim de tarde? Nunca floode a timeline, por mais que a marca seja extremamente amada floodar é motivo de dislike/unfollow (FATO).
A polêmica da categoria ¿O eterno retorno¿: sorteio versus concursos culturais. Resumidamente se você pretende realizar um sorteio deverá ter permissão da Caixa Econômica Federal, pois o que se refere à ¿sorte¿ tem que ser notificado. Caso você queira realizar um sorteio sem a tal permissão, ok ¿ você talvez conseguirá, mas se for pego pelo pente fino da fiscalização a marca (o cara que paga o seu salário) sofrerá por um determinado período com a punição de não mais realizar sorteios, além do desgaste de imagem. É melhor não arriscar, né? Por tal motivo as agências optam pelos famosos ¿concursos culturais¿, no qual o regulamento é a marca/agência que define. Simples, não? Rs. Enfim, isso tudo para dizer que suas ações promocionais também deverão entrar no calendário de conteúdo, haverá um esforço diferenciado nesse período.
Outro ponto, coisa básica, mas a gente vê cada atrocidade por aí que é sempre bom ressaltar: cuidado com ortografia, gramática, coesão e coerência. Se comunicar verbalmente com alguém já é complicado, imagine ter que transmitir mensagens através de meios de comunicação. A cautela deve ser redobrada, a atenção e dedicação no ¿fazer sentido¿, use da empatia, você e seus colegas são capazes de entender a mensagem? Sim? Próxima fase¿
Ainda nesse aspecto ¿ cuidados com assuntos delicados. Do meu ponto de vista: religião, futebol, política e orientação sexual são pautas ¿nível hard¿ de sensibilidade, nos trabalhos que fiz evitei ao máximo esses tópicos, a menos que fosse realmente necessário. Envolve fé, paixão, ideologia e intimidade ¿ que são sentimentos geralmente muito profundos e latentes. Claro que isso vai depender da marca, afirmo tal delicadeza pelo ponto de vista geral mesmo.
Você, enquanto conteudista ou analista de mídias sociais, precisa dominar as técnicas, mas sobretudo tem que entender de gente (Ooooh)! Sim, sei que soa clichê e sei que você já escutou/leu isso em todos os cursos, palestras, textos e livros, mas é um FATO! Estamos no meio de mudanças cotidianas na comunicação, tecnologia e consequentemente no comportamento humano. Leia e estude sobre sociologia, psicologia, atualidades, inovação etc. Por mais paradoxal que seja ¿ sai um pouco da frenética rotina do mundo conectado e dedique-se à reflexão, é extremamente necessário e interessante.
Características essências: converse, ouça e observe quem já faz ou pretende fazer o seu trabalho. Abaixe a guarda, a comunicação digital está engatinhando enquanto grande nicho de mercado, desconfie de quem se autodenomina especialista, a menos que o cara seja PhD em comunicação digital (como Luli Hadfer, quem todo o meu respeito, rs).
E para finalizar, sempre leia, estude, participe de eventos, fóruns e grupos. Reciclagem contínua. Costumo sempre usar frase: ¿Há sempre mais a caminhar do que o todo percorrido.¿, nunca se considere o homem perito, que já sabe de tudo, sua massa encefálica é expansível e sem limites!
O Ministério do Social media adverte: este post não foi escrito pelo clã da ¿alta xoxial media¿, e é baseado em percepções de trabalhos realizados por uma RP e infos de estudos.
Sabemos que o conteúdo é essencial em qualquer aspecto da comunicação, mas focaremos em conteúdo e planejamento em mídias sociais. Primordialmente é necessário entender da marca na qual você vai trabalhar. Saber seu posicionamento, seus princípios organizacionais, histórico e tom de voz. Pois com um bom embasamento ao incorporar a marca na criação do conteúdo há menor probabilidade de destoar da comunicação e posicionamento global.
Em seguida defina quais canais irá utilizar. Site, blog, Facebook, Twitter, LinkedIn, Pinterest, Youtube? Todos? Alguns? É importante alinhar com o perfil, objetivos e estratégias da marca. Aquele velho paradigma: quantidade x qualidade, estar em muitos canais nem sempre é vantajoso. Além disso, avalie a estrutura da equipe que vai executar as ações, a oferta e demanda de recursos humanos.
Há diversas categorias de conteúdo: texto, imagem, vídeo, enquete, áudio. Quais serão produzidos? E com qual intensidade? Mais textos do que áudio? Mais imagens do que vídeos? Lembrando que, segundo pesquisas, imagens têm um maior nível de engajamento, porém cuidado para não fazer da página, por exemplo, um grande depósito de imagens.
Ao saber do perfil da marca é possível determinar temas e assuntos que serão abordados. É válido elaborar um calendário com datas significativas, tanto gerais (dia das mães) quanto internas (aniversário da marca). Além de ficar atento nos acontecimentos cotidianos, nunca se sabe quando um assunto vai bombar e gerar centenas de compartilhamentos no Facebook ou alcançar os trend topics no Twitter.
Defina a frequência de conteúdo. Quantas vezes por dia/semana? Quais os melhores horários para atingir seu público? Madrugada? Manhã? Fim de tarde? Nunca floode a timeline, por mais que a marca seja extremamente amada floodar é motivo de dislike/unfollow (FATO).
A polêmica da categoria ¿O eterno retorno¿: sorteio versus concursos culturais. Resumidamente se você pretende realizar um sorteio deverá ter permissão da Caixa Econômica Federal, pois o que se refere à ¿sorte¿ tem que ser notificado. Caso você queira realizar um sorteio sem a tal permissão, ok ¿ você talvez conseguirá, mas se for pego pelo pente fino da fiscalização a marca (o cara que paga o seu salário) sofrerá por um determinado período com a punição de não mais realizar sorteios, além do desgaste de imagem. É melhor não arriscar, né? Por tal motivo as agências optam pelos famosos ¿concursos culturais¿, no qual o regulamento é a marca/agência que define. Simples, não? Rs. Enfim, isso tudo para dizer que suas ações promocionais também deverão entrar no calendário de conteúdo, haverá um esforço diferenciado nesse período.
Outro ponto, coisa básica, mas a gente vê cada atrocidade por aí que é sempre bom ressaltar: cuidado com ortografia, gramática, coesão e coerência. Se comunicar verbalmente com alguém já é complicado, imagine ter que transmitir mensagens através de meios de comunicação. A cautela deve ser redobrada, a atenção e dedicação no ¿fazer sentido¿, use da empatia, você e seus colegas são capazes de entender a mensagem? Sim? Próxima fase¿
Ainda nesse aspecto ¿ cuidados com assuntos delicados. Do meu ponto de vista: religião, futebol, política e orientação sexual são pautas ¿nível hard¿ de sensibilidade, nos trabalhos que fiz evitei ao máximo esses tópicos, a menos que fosse realmente necessário. Envolve fé, paixão, ideologia e intimidade ¿ que são sentimentos geralmente muito profundos e latentes. Claro que isso vai depender da marca, afirmo tal delicadeza pelo ponto de vista geral mesmo.
Você, enquanto conteudista ou analista de mídias sociais, precisa dominar as técnicas, mas sobretudo tem que entender de gente (Ooooh)! Sim, sei que soa clichê e sei que você já escutou/leu isso em todos os cursos, palestras, textos e livros, mas é um FATO! Estamos no meio de mudanças cotidianas na comunicação, tecnologia e consequentemente no comportamento humano. Leia e estude sobre sociologia, psicologia, atualidades, inovação etc. Por mais paradoxal que seja ¿ sai um pouco da frenética rotina do mundo conectado e dedique-se à reflexão, é extremamente necessário e interessante.
Características essências: converse, ouça e observe quem já faz ou pretende fazer o seu trabalho. Abaixe a guarda, a comunicação digital está engatinhando enquanto grande nicho de mercado, desconfie de quem se autodenomina especialista, a menos que o cara seja PhD em comunicação digital (como Luli Hadfer, quem todo o meu respeito, rs).
E para finalizar, sempre leia, estude, participe de eventos, fóruns e grupos. Reciclagem contínua. Costumo sempre usar frase: ¿Há sempre mais a caminhar do que o todo percorrido.¿, nunca se considere o homem perito, que já sabe de tudo, sua massa encefálica é expansível e sem limites!
As empresa estão preparadas para o Mobile Marketing?
Os conteúdos tem sido cada vez mais acessados a partir de dispositivos móveis, e a forma com que a empresa se comunica com seus públicos está sendo repensada.
Neste vídeo, Leo Xavier, CEO do Grupo .Mobi coloca a questão como uma grande plataforma para as marcas.
Lançamento de embalagens cresce mais no Brasil do que no mundo em 2012
Depois de uma queda no número de novos produtos colocados no mercado em 2011, os lançamentos de embalagens voltaram a crescer no primeiro trimestre de 2012. No período, o Brasil atingiu um aumento de 16,1%, com 3.307 embalagens lançadas, contra 2.849 no mesmo trimestre de 2011. O índice alcançado pelo país ficou acima da média global de expansão, que foi de 15,9%, com 76.106 embalagens contra as 65.668 do ano anterior.
Os resultados apurados pelo Laboratório de Embalagem ESPM, com base em dados do GNPD ¿ Mintel, mostram que o ano começou de forma mais ativa, com as empresas levando mais produtos para o mercado. No mesmo período de 2011, o mercado nacional havia registrado queda de 2,92%, enquanto globalmente houve retração de 2,6%.
A Índia foi o mercado que mais cresceu em participação, com 4,5%, ocupando o quinto lugar no ranking global. ¿Com a chegada do Walmart no país e a adoção da venda no sistema de auto-serviço, tornou-se necessário pré-embalar os produtos para expô-los nas gôndolas dos novos supermercados¿, explica Fabio Mestriner, Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM.
Cosméticos continuam dominando globalmente No ranking geral, apesar do crescimento, o Brasil caiu uma posição, passando a ocupar o sétimo lugar. Os Estados Unidos continuam liderando, mas perdem em participação. ¿Antes da crise de 2008, os EUA respondiam por 18% dos lançamentos mundiais, agora respondem por menos de 12%¿, ressalta Mestriner.
Entre os 10 mercados, aparecem ainda Reino Unido (2º), Alemanha (3º), França (4º), Japão (6º), China (8º), Canadá (9º) e Itália (10º). Mais uma vez, os cosméticos dominam entre as categorias que mais lançaram embalagens, respondendo por sete das 10 principais. O destaque ficou com esmalte para unhas, que ultrapassou biscoitos doces (4º), chegando à terceira posição.
Em primeiro lugar está maquiagem para os lábios, seguida por cuidado facial/pescoço, que ocupa a segunda posição. Completam o ranking produtos para o corpo (5º), produtos para banho (6º), shampoo (7º), maquiagem para os olhos (8º), bolos e pastelaria (9º) e refeições prontas (10º), que voltou a aparecer na listagem no período.
¿A volta das refeições prontas ao top ten indica que esta categoria assumiu uma dinâmica de Marketing mais agressiva em lançamentos de novas embalagens e ganhou força no mercado, especialmente os sanduíches prontos e alimentos prontos congelados¿, diz Mestriner.
Alimentação lidera ranking nacional No Brasil, os cosméticos perderam participação. Se antes também ocupavam sete das 10 categorias principais, agora há apenas quatro no ranking. Produtos para cabelos e maquiagem ficam na primeira e segunda posições, respectivamente, enquanto produtos para pele estão no quarto lugar, seguidos por sabonetes e produtos para o corpo, no quinto.
Alimentos respondem pelas outras seis categorias, com destaque para o chocolate, que disparou devido à Páscoa e garantiu o nono lugar. Completam a lista padaria (3º), molhos e temperos (6º), laticínios (7º), snacks (8º) e doceria e gomas de mascar (10º). Já a Natura foi a empresa que mais lançou embalagens no Brasil, seguida por Grupo Boticário (2º), Unilever (3º), Eliana Mariani Pelizzon (4º), Avon (5º), Puella Indústria e Comércio de Cosméticos (6º), Nestlé (7º), Dia (8º), Yamá Cosméticos (9º) e House of Fuller (10º).
No ranking global, a Procter & Gamble lidera. Na sequência aparecem Unilever (2º), Avon (3º), Nestlé (4º), Oriflame (5º), L¿Oréal (6º), Make-Up Art Cosmetics (7º), Aldi (8º), Tesco (9º) e Kraft Foods (10º). No primeiro trimestre deste ano, as marcas próprias responderam por 23,9% dos lançamentos mundiais, um crescimento de 2% em relação à participação do mesmo período de 2011. No Brasil, o índice foi menor e as marcas próprias ficaram com uma fatia de 18,2%.
Naturalidade é destaque no posicionamento dos produtos
O posicionamento destacado nas embalagens evidencia os apelos que os fabricantes consideram atrativos para o público ou as preocupações que os indivíduos têm com os produtos que consomem. Mais uma vez, a naturalidade está destacada no item ¿sem aditivos/conservantes¿, que ocupa a terceira posição, atrás apenas de botânico/herbal e hidratante. Também está em evidência a preocupação com produtos éticos e biodegradáveis (4º).
Completam a listagem tempo/rapidez (5º), duradouro/dura mais (6º), fácil de usar (7º), brilhante/clareador (8º), fortificado com vitaminas (9º) e vegetariano (10º). ¿A presença dos produtos vegetarianos entre os 10 posicionamentos mais adotados se deve ao ingresso dos supermercados na Índia, o que vem gerando uma onda de lançamentos necessários para abastecer as prateleiras com produtos pré-embalados¿, conta Mestriner.
No Brasil, os produtos não alergênicos (1º) e sem glúten (2º) aparecem em destaque nas embalagens, devido à legislação nacional que exige estas informações. Na sequência estão botânico/herbal (3º), hidratante (4º), ético/embalagem biodegradável (5º), testado dermatologicamente (6º), tempo/rapidez (7º), duradouro/dura mais (8º), fortificado com vitaminas (9º) e brilhante/clareador (10º).
Em relação aos tipos de embalagens mais utilizados neste início de 2012, as flexíveis mantiveram a liderança global, superando a garrafa ¿ de plástico ou vidro, que ocupa a segunda posição, seguida por tubo/bisnaga (3º), frasco (4º), caixa de cartão (5º), sachê flexível (6º), pote (7º), bandeja (8º), lata (9º) e estojo (10º). No Brasil, no entanto, a garrafa ainda lidera o ranking, composto ainda por flexível (2º), tubo/bisnaga (3º), pote (4º), caixa de cartão (5º), frasco (6º), sachê flexível (7º), lata (8º), stand-up pouch flexível (9º) e aerosol (10º).
Publicidade: "máquina do abraço" dá lata de refrigerante grátis
Uma campanha de marketing criada pela agência Ogilvy & Mather para a Coca-Cola instalou em Cingapura uma máquina da marca com as cores tradicionais, mas que tinha "abrace-me" escrito na parte frontal. Quem teve coragem de abraçar a máquina recebeu em troca uma lata do refrigerante grátis.
"Tanto para quem participou ao vivo ou acompanhou a experiência online, nosso objetivo era o mesmo: provocar um sorriso e compartilhar emoções. As reações foram surpreendentes... em um momento tínhamos cinco pessoas abraçando a máquina ao mesmo tempo e se abraçando também", afirmou em nota Leonardo O'Grady, diretor da Coca-Cola na Ásia.
A ação faz parte de uma campanha global iniciada em 2009, com objetivo de trazer otimismo e diversão para os consumidores. A empresa planeja levar a "máquina do abraço" para outros países do continente asiático.
Pinterest começa a influenciar decisão de compra dos norte-americanos
Pesquisa do site PriceGrabber aponta que 21% dos usuários adquiriram algum item ao tê-lo visto no site. Busca por receitas culinárias é apontada com principal atividade dos internautas
Entre os internautas norte-americanos do Pinterest, 21% já compraram produtos que conheceram por meio de imagens compartilhadas na rede social. É o que indica o levantamento realizado pelo site PriceGrabber, que contou com a participação de 4.851 consumidores online dos Estados Unidos, entre os dias 13 e 26 de março. O estudo aponta que os produtos mais adquiridos por influência dos posts são relacionados à cozinha e alimentos (33%), moda e vestuário (32%) casa e decoração (30%) e artes (26%).
A busca por receitas culinárias foi indicada como uma das atividades prediletas para 70% dos usuários do Pinterest. Em seguida aparece o conteúdo voltado às artes (53%), ideias sobre compras e moda (41%), entretenimento (34%) e jardinagem (33%). Um total de 37% dos internautas se conecta ao site mais de uma vez por semana e 10% acessam a rede social mais de uma vez ao dia. A pesquisa também aponta que o Pinterest tem potencial para crescer, devido a 58% dos consumidores norte-americanos não possuírem conta no site e 32% não o conhecerem.
Enquanto se arrastam as negociações com as editorias nacionais para o início das operações da Amazon no Brasil, a Apple dá os primeiros passos para abrir sua livraria digital no país.
A decisão de fazer a versão brasileira da iBookstore, loja de livros digitais para dispositivos iOS, já foi tomada pela companhia, segundo pessoas ligas às negociações.
Há três semanas, um grupo de executivos da Apple desembarcou em São Paulo e no Rio de Janeiro para uma série de reuniões com as principais editorias do país.
¿Eles vieram se apresentar e demonstrar o interesse no mercado brasileiro¿, afirma Marcos Pereira, editor e sócio da Editora Sextante.
O presidente de outra editoria também confirmou à Folha conversas com a Apple nas últimas semanas.
Segundo esse editor, a previsão é que a livraria brasileira da empresa esteja operando até o fim deste mês, mas com uma seleção bastante limitada de títulos.
ITUNES A iBookstore possibilita que proprietários de dispositivos Apple, como o iPad, comprem e baixem diretamente de uma loja virtual, em uma experiência semelhante do iTunes.
Após anos de expectativas, a loja virtual de música da Apple começou a operar no Brasil, em dezembro passado, com um catálogo de 20 milhões de canções.
Rival direto do Kindle, da Amazon, o aplicativo da Apple foi lançado e 2010 e, em janeiro deste ano, batizada de iBook 2. Na ocasião, a companhia anunciou a venda de livros escolares em sua loja virtual, um nicho ainda pouco explorado no mercado de e-books.
CONCORRÊNCIA Depois de quase um ano preparando a implantação da venda de livros eletrônicos no Brasil, a Amazon intensificou as negociações com as editorias nos últimos meses, mas ainda vem encontrando resistência.
Para oferecer os títulos em sua loja virtual, a gigante de varejo teria pedido descontos maiores do que o mercado local costuma praticar.
O Google é outra companhia global que prepara sua entrada no setor de livros eletrônicos no Brasil.
Apesar do interesse, as novas competidoras enfrentarão um desafio em comum: ampliar o escasso volume de versões on-line de livros ¿ hoje são aproximadamente 11 mil títulos.
Nos EUA, somente a Amazon oferece mais de 1 milhão de títulos em sua loja virtual.