O que você pensa quando vai realizar uma pesquisa? Classe social, faixa etária, sexo etc. Pois bem, quando se trata de ambiente digital, a agência de publicidade DM9DDB propõe que a análise siga por outro caminho. Sua conclusão é que existem Perfis Digigráficos e estes não podem ser agrupados como nos estudos convencionais.
Segundo a DM9DDB, tais levantamentos devem levar em consideração três novos critérios:
1. Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em sua vida.
2. Quais são as intenções que elas têm ao consumir produtos digitais.
3. Quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.
A partir disto, foram mapeados cinco Perfis Digigráficos: imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.
Gostou da teoria?
Confira o vídeo abaixo:
No canal da DM9DDB no YouTube é possível ver mais vídeos em que os cinco perfis são detalhados.
O Extra.com.br divulgou um interessante infográfico sobre como anda o uso de celulares no Brasil. Um dos destaques é a parcela considerável da população que possui mais de um aparelho. Outro ponto relevante é que 40% dos entrevistados já utilizam recursos de seu aparelho que vão além de SMS e ligações.
O site Meio & Mensagem reproduziu uma pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) sobre os investimentos das empresas em redes sociais para 2012.
Segundo o estudo:
- 96% das empresas que operam no Brasil enxergam as mídias sociais como importante canal de comunicação e como ferramenta fomentadora de negócios;
- 65% das empresas pretendem aumentar ações e verbas destinadas às redes sociais;
- outras 31% manterão o que já estão fazendo nesses canais;
- 3/4 das consultadas afirmam que pretendem realizar ações no Facebook;
- 74% consideram as redes sociais uma forma de relacionamento com o cliente.
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Em tempo, aproveitamos para desejar um FELIZ NATAL a todos vocês que nos acompanham por aqui!
Acesse a Valor Setorial - Comunicação Corporativa 2011
Em novembro, o jornal Valor Econômico lançou mais uma edição da revista Valor Setorial - Comunicação Corporativa. Este ano, o tema central é "Informação estratégica. O desafio de monitorar as redes sociais". Além do foco na comunicação digital, esta edição também aborda questões relacionadas às relações com a comunidade, governamentais, com investidores e fornecedores.
Nas reportagens, grandes executivos de Comunicação opinam sobre o mercado e suas tendências, a exemplo de Rodolfo Gutilla, da Natura; Malu Weber, do Grupo Votorantim; e Eraldo Carneiro, da Petrobras. A publicação conta ainda com os resultados de uma pesquisa realizada pela Databerje sobre como os jovens percebem a mensagem das empresas.
Hoje sugerimos mais uma pesquisa para você participar sobre o perfil do profissional da comunicação no Brasil. Realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), ela pretende traçar um estudo profundo sobre o Panorama da Comunicação no nosso país.
O questionário pode ser respondido online por qualquer profissional de comunicação social.
Uma pesquisa divulgada pelo grupo francês de
mídia, Havas, a "Meaningful Brands for a Sustainable Future", algo como, Marcas
Significativas para um Futuro Sustentável, aponta a percepção das pessoas sobre
a relação entre as marcas e a sustentabilidade.
A análise sinaliza que:
- 33%
dos brasileiros acreditam em uma possível contribuição positiva das empresas;
- 93%
dos brasileiros pensam que as companhias devem se empenhar para resolver
problemas ligados à sustentabilidade;
- 26%
dos consumidores que participaram da pesquisa acreditam que as empresas
divulgam honestamente as suas ações;
- 60%
dos respondentes classificam as ações sustentáveis empresariais como
alternativas para melhorar a imagem das companhias; e
- 62%
dos entrevistados se dizem dispostos a pagar até 10% a mais por produtos
fabricados de maneira consciente.
As entrevistas foram realizadas com consumidores
de 14 países com perfis diversos, desde os que são caracterizados como
desengajados, que estão menos preocupados com sustentabilidade durante a
escolha dos produtos, até os devotos, que são ativos em relação ao controle
sobre os cuidados sociais e ambientais das empresas.
Um paperda
revista Proxxima, baseado em dados da Ibope Nielsen Online, traz algumas informações
bem interessantes sobre o impacto das redes sociais no Brasil, bem como sua
influência nos investimentos em web realizados pelas empresas.
Segundo a revista: "do total de usuários, 85% navegam na subcategoria comunidades: cada webuser abre, por mês, 833 páginas, em
quase seis horas".
Um estudo realizado
pela empresa de pesquisa Crowd Science resultou no infográfico abaixo (em
inglês), no qual é possível ver o que as pessoas mais curtem.
Ainda sobre o tema "curtir", compartilhamos outro estudo, realizado
pelo MITI Inteligência, sobre como o famoso botão do Facebook afeta as relações
pessoais e corporativas. O documento apresenta alguns cases de eventos criados por usuários, que tomaram grandes
proporções, bem como as empresas que mais possuem êxito com o botão "curtir". Baixe
a íntegra.
Um estudo realizado pela divisão de consultoria da IBM demonstra que a maioria dos executivos-chefes de Marketing (CMOs - Chief Marketing Officers) não se sente preparada para gerenciar as transformações oriundas do excesso de informação e da utilização de mídias sociais.
No Brasil, o estudo ouviu 56 líderes de marketing de empresas de diferentes segmentos, sendo que o total da amostra foi de 1,7 mil de 19 segmentos de mercado em 64 países. Os resultados aqui foram similares à amostra global, mas a preocupação dos CMOs brasileiros com a necessidade de investir em tecnologia foi maior: 91% contra 73% dos outros países.
Aqui também se notou que já se aproveita melhor a análise de dados nos programas de relacionamento com os clientes, pois é comum a prática de monitorar, em tempo real, discussões sobre marcas em mídias sociais.