Unimed do Brasil
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09
de Maio, Segunda-feira ::
Empresas e consumidores nas mídias sociais
Segundo a pesquisa "Empresas e consumidores nas mídias sociais 2011", divulgada pela agência de
comunicação integrada The Jeffrey Group, 94% das pessoas que estão nas redes
sociais expoem sua opinião sobre empresas, marcas, produtos e serviços, e 77%
seguem perfis ou páginas de empresas no Facebook, Orkut e Twitter. A pesquisa
foi feita com 397 pessoas que passaram pela Campus Party deste ano, que
aconteceu em janeiro, em São Paulo.
Dos entrevistados, 60% têm entre 19 e 25 anos -
jovens usuários intensos de internet e das redes sociais - e somente 4% possuem
mais de 35 anos. Entre os motivos que levam os jovens a interagir com empresas nas redes
sociais, lidera o ranking a opção ¿receber notícias e informações em primeira
mão¿. Em segundo aparece a participação em concursos ou promoções promovidas
pelas organizações com 54%. A lista traz ainda a troca de experiência com
outros usuários e a possibilidade de interagir e dialogar com a empresa.
Já os fatores que incomodam os jovens são
informações desatualizadas ou insuficientes; inexistência de canal para
interação e aquelas marcas que, para os usuários, ¿usam as mídias sociais só
para fazer propaganda¿. Para ver a apresentação completa da agência, acesse aqui.
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18
de Março, Sexta-feira ::
Pico no Twitter
Você sabe qual
é o horário em que o Twitter bomba? Assim como outros meios eletrônicos,
geralmente, há alguns períodos em que há maior audiência no microblog. Uma
pesquisa divulgada em forma de infográfico pelo Scup, empresa especializada em
monitoramento e análise de mídias sociais, mostra que os picos de postagem
acontecem entre 14h e 17h e depois das 20h às 22h. De madrugada e no início da
manhã é o momento mais calmo.
As
informações podem ser levadas em consideração na hora de montar a estratégia de
comunicação online, pois, se por um
lado os períodos de pico mostram que tem muita gente acessando o Twitter, por
outro, o seu post disputará a atenção com muito mais outras coisas. Vale
avaliar o que é melhor em relação ao seu público.
Fonte: Blog
da Scup
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03
de Março, Quinta-feira ::
Relacionamento, uma questão difícil
As discussões sobre o
posicionamento das marcas nas redes sociais, embora estejam muito em voga, com
certeza, estão apenas começando. Este ainda é um período de experimentações, de
arriscar, de testar. Assim, é sempre legal refletir sobre as diferentes
questões que envolvem a marca e seu relacionamento com os consumidores nestas redes.
Um estudo realizado pela
agência digital Razorfish, por exemplo, indica que os consumidores não acham
que as redes sociais são o principal canal de relacionamento com as empresas e
que é um erro as organizações pensarem que basta estar presente no mundo
digital para assegurar o engajamento das pessoas. Segundo a pesquisa, os sites
institucionais e a propaganda boca a boca ainda são muito valorizados para
criar vínculo com a marca.
O levantamento foi feito
nos Estados Unidos, mas pode a ajudar a pensar a relação aqui no Brasil também.
De acordo com ele, o e-mail pessoal é o meio mais eficaz no engajamento com as
marcas entre os consumidores. Os sites institucionais ficaram em segundo lugar,
usados principalmente pelos usuários entre 35 e 44 anos. Em terceiro, aparece a
comunicação boca a boca, seguida pela interação face a face. Mobilidade e
aplicativos para celular é mais popular entre pessoas de 25 a 44 anos. Na rede
social, o Facebook ainda é o mais citado, principalmente entre os mais jovens,
já o Twitter aparece lá embaixo, depois até do Linkedin.
A conclusão da pesquisa é
que as ações nas redes sociais devem fazer parte de uma estratégia maior de
marketing de relacionamento, uma ferramenta de apoio. E para isso, é preciso
conhecer o consumidor e o que é relevante para ele antes de já sair fazendo um
monte de ações nos meios digitais. É sempre importante lembrar que cada
consumidor já tem suas experiências acumuladas e influencia outras pessoas, a
questão é que hoje em dia o boca a boca funciona também no ambiente digital,
gerando resultados mais rápidos e mais visíveis.
Fonte: Mundo do Marketing
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07
de Janeiro, Sexta-feira ::
Presença das Unimeds nas redes sociais
Na semana passada,
este blog publicou uma apresentação sobre a presença da Unimed nas redes
sociais feita pela agência Ideal. Em outro relatório, de julho de 2010, outras
informações podem ser constadas em relação à presença das Cooperativas na rede.
Na época, foram verificadas 375 cooperativas em seis redes sociais: Youtube,
Twitter, Orkut, blog, Flickr e Reclame Aqui. Dessas, 102 Singulares estavam
presentes nas redes.
O levantamento também
lista os destaques em cada uma das redes. No Youtube, por exemplo, foram
listadas as Unimeds Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Planalto Central. Foram
considerados os canais com mais de mil views e com boas visualizações nos
vídeos.
Já no Twitter, foram analisados
o número de seguidores e a frequência das atualizações e se destacam os perfis
das Unimed Florianópolis, Maringá e Belo Horizonte. No Orkut, Unimed
Paulistana, Belo Horizonte e Fortaleza são as mais ativas. No Flicker, as Unimeds
Assis, Vitória e Rondonópolis são as que possuem mais fotos. No quesito Blog, a
Fesp se destaca por ter três blogs personalizados e atualizados com bom
conteúdo.
Por último,
está a avaliação do Reclame Aqui, no qual foi considerado o histórico das
cooperativas presentes, como a quantidade de reclamações e a proporção de
quantas foram atendidas ou não. Neste caso, chamam a atenção as Unimeds Rio
(com 164 reclamações, sendo 145 atendidas), Vitória
(com 12 reclamações, sendo duas atendidas) e Recife (com nove reclamações,
sendo duas atendidas).
Se você é da
área de Marketing e Comunicação de uma cooperativa Unimed e deseja saber mais
detalhes sobre esse relatório, basta entrar em contato com a Carolina Souza, da
área de Marketing da Unimed do Brasil, por meio do e-mail carolina.souza@unimed.com.br.
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29
de Dezembro, Quarta-feira ::
A comunicação frente às mídias sociais
Durante
o Encontro de Comunicação 2009 da Unimed do Brasil, a agência Ideal,
responsável pelo monitoramento das redes sociais da Unimed, fez uma
apresentação sobre como a Unimed está representada nas redes sociais e mostrou
alguns cases de sucesso e outros nem
tanto... Para quem não foi ao evento ou quer dar uma olhada na apresentação
feita pela Carol Terra, pode acessar no Slide
Share.
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16
de Dezembro, Quinta-feira ::
Monitoramento de mídia social

Vale a pena dar uma olhada no TwentyFeet, um serviço de monitoramento de redes sociais como o Facebook, YouTube e Twitter, embora seja em inglês (ou alemão, por enquanto). A ferramenta acompanha o impacto das mensagens que são postadas pela empresa e ajuda a verificar o que estão falando sobre a marca e até receber notificações quando um determinado post tiver mais acesso ou repercussão do que o esperado, o que pode ajudar a perceber, em tempo real, se a estratégia está indo bem ou se aconteceu algo errado e é preciso mudar a ação. O vídeo explica como isso funciona e quem quiser experimentar, o primeiro mês é de graça. Depois, há uma taxa anual de US$ 2,49. Pode ser uma opção interessante e de baixo custo para monitorar ações de comunicação externa.
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01
de Dezembro, Quarta-feira ::
Os fenômenos das redes sociais no Brasil
O Ibope disponibilizou uma pesquisa sobre ¿Os
fenômenos das redes sociais no Brasil¿ que traz dados interessantes sobre o
perfil dos novos consumidores e seus hábitos. Por exemplo, um terço dos
entrevistados passa, no mínimo, uma hora por dia conectado às redes sociais. As
classes AB e C têm a mesma participação no acesso a essas redes, sendo que o
Orkut ainda é a mais acessada entre os brasileiros. Facebook e Twitter disputam
o segundo lugar na preferência. Por falar em Twitter, entre os que utiliza essa ferramenta, 26% prefere seguir
empresas e profissionais relacionados ao traballho.
Para poder estar mais tempo conectado, 39% das
classes AB possuem celular com acesso à internet, enquanto na classe C esse
índice é de 21%. Entre os participantes da pesquisa, 25% utliza a rede social
para decisão de compra e a maioria aprova o fato das empresas participarem
desse universo. Confira o resultado completo na apresentação http://www.slideshare.net/ricardodepaula/o-fenmeno-das-redes-sociais-no-brasil.
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31
de Agosto, Terça-feira ::
13 conhecimentos para entrar nas redes sociais

Em seu blog A quinta onda, o especialista em comunicação Mauro Segura deu 13 dicas para empresas que pretendem ingressar nas redes sociais. Ele lista cultura, suporte executivo, grupo multifuncional, objetivo, acesso e engajamento, o primeiro passo, planejamento e flexibilidade, guia de uso, papéis e responsabilidades, comunicação e aprendizado, embaixadores, medição e surpresas como tópicos que merecem atenção ao entrar num projeto desse gênero. Vale a pena dar uma olhadinha!
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05
de Julho, Segunda-feira ::
Rede social no trabalho. Proibir ou não proibir?
Orkut, Facebook ou Twitter são o
terror das empresas e seus setores de TI, que bloqueiam qualquer tentativa de
acesso por parte dos colaboradores. Quando se trata de organizações brasileiras
esse controle das mídias sociais é ainda maior, de acordo com pesquisa da
Manpower, empresa especializada em Recursos Humanos. Segundo dados levantados,
55% das companhias do país adota políticas de controle do uso das redes
sociais, contra 20% da média global. O motivo alegado é de que essas mídias distraem
e diminuem a produtividade.
Dos quase mil empregadores
brasileiros entrevistados, 77% deles afirmaram que evitam a perda de
produtividade com suas políticas de uso de mídias sociais. Para 32%, a
regulamentação protege informações confidenciais das companhias. Outras razões
citadas foram resguardar a reputação da empresa (19%) e ajudar no recrutamento
de pessoal (11%). Assim, pode-se concluir que, no Brasil, as mídias sociais são
vistas mais como risco do que como uma possibilidade de ferramenta para o
negócio.
Em contrapartida, outro estudo feito
pela Universidade de Melborne no ano passado, com 1.600 trabalhadores dos
Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Austrália, constatou que 21% desses
profissionais mudariam de emprego caso não pudessem acessar seu Facebook de
cada dia. A resposta para isso é que boa parte já faz parte da geração ¿stand
by¿, ou seja, aquele tipo de pessoa que não separa a vida profissional da
social e convive com diversos estímulos ao mesmo tempo. Ainda segundo o
levantamento, 79% dos entrevistados ligam mais para a confiança e liberdade
dada pelo empregador do que para cargos e salários mais altos. E você? Qual a sua opinião sobre o assunto?
Para acessar a pesquisa completa
¿Social Networks vs. Management? Harness the Power of Social Media¿, da Manpower, clique aqui.
Já para saber mais sobre a pesquisa
da Universidade de Melborne, clique aqui.
A Manpower dá algumas dicas para o uso produtivo das mídias sociais nas
empresas
- Desafie os colaboradores a inovar,
estimulando-os a desenvolver maneiras de usar estas ferramentas para melhorar
seu trabalho. Incentive o compartilhamento das boas práticas, como por exemplo,
o uso das mídias sociais para gerar acessos ou atender melhor aos consumidores
ou clientes.
- Fique de olho nos especialistas que tem
dentro da empresa, e estimule-os a demonstrar o uso de mídias sociais para os
colegas. Preste atenção às ideias que surgem dessa interação.
- Deixe que os colaboradores assumam
a tarefa. A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos
usuários. Estimule os empregados a ajudar no desenvolvimento e implantação da
rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos no fim do processo.
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