Unimed do Brasil
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01
de Dezembro, Quinta-feira ::
Marcas e sustentabilidade
Uma pesquisa divulgada pelo grupo francês de
mídia, Havas, a "Meaningful Brands for a Sustainable Future", algo como, Marcas
Significativas para um Futuro Sustentável, aponta a percepção das pessoas sobre
a relação entre as marcas e a sustentabilidade.
A análise sinaliza que:
- 33%
dos brasileiros acreditam em uma possível contribuição positiva das empresas;
- 93%
dos brasileiros pensam que as companhias devem se empenhar para resolver
problemas ligados à sustentabilidade;
- 26%
dos consumidores que participaram da pesquisa acreditam que as empresas
divulgam honestamente as suas ações;
- 60%
dos respondentes classificam as ações sustentáveis empresariais como
alternativas para melhorar a imagem das companhias; e
- 62%
dos entrevistados se dizem dispostos a pagar até 10% a mais por produtos
fabricados de maneira consciente.
As entrevistas foram realizadas com consumidores
de 14 países com perfis diversos, desde os que são caracterizados como
desengajados, que estão menos preocupados com sustentabilidade durante a
escolha dos produtos, até os devotos, que são ativos em relação ao controle
sobre os cuidados sociais e ambientais das empresas.
Fonte:
Ciclo
Vivo
e Proxxima
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09
de Fevereiro, Quarta-feira ::
O grau de confiança
Uma pesquisa realizada pela Edelman, multinacional de relações públicas, mapeia o grau de confiança em empresas, governos, mídias e ONG's, em diversos países. Chamado de Trust Barometer, o estudo está na 11ª edição e aponta que a confiança em instituições cresceu, principalmente, em países emergentes como o Brasil.
Segundo o relatório, este atributo passou em:
- ONG's de 57% para 61%;
- Negócios de 54% para 56%;
- Governo de 47% para 52%; e
- Mídia de 45% para 49%.
Isto é, os governos foram aqueles que tiveram um crescimento mais significativo com o aumento de cinco pontos percentuais. Ao serem perguntados, no Brasil, "Quanto um país confia que os negócios estão fazendo a coisa certa?", 81% afirmaram que sim, um crescimento de 19% em relação a 2010.
Quanto à credibilidade dos governos, nosso país também se destaca pulando de 35%, em 2010, para 85% em 2011. A tendência "otimista" tupiniquim está também em "mídia", com acréscimo de 19% em 2011, ou seja, 83% de confiança.
Ainda segundo o levantamento, uma notícia ruim sobre uma empresa com credibilidade tem seu impacto diminuído. Isto porque 57% acreditam em uma informação negativa, sobre uma empresa sem reputação, depois de ouvi-la uma ou mais vezes. Agora, se ela tem boa reputação, 51% acreditam em boas notícias sobre ela. Já o impacto de uma informação negativa acerca desta instituição cai para 25% após ser ouvida por uma ou mais vezes.
Outro dado interessante aponta que existe uma relação entre a confiança nas empresas e a forma como elas comunicam suas ações aos stakeholders. Sendo assim, a base para a formação da credibilidade sustenta-se em: transparência, engajamento e seus benefícios à sociedade.
Por fim, o estudo aponta que os mecanismos de busca, a exemplo de Yahoo! e Google, estão em primeiro lugar no quesito confiabilidade e são a primeira fonte de conteúdo na hora de pesquisar sobre empresas e organizações. Notícias online, jornais impressos e canais de televisão estão hoje em segundo plano.
Baixe aqui a pesquisa completa (em inglês).
Fonte: Nós da Comunicação
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27
de Janeiro, Quinta-feira ::
A evolução do conceito de marca
No livro "Marca Corporativa: um universo em expansão", editado pela Troiano Consultoria de Marca, Levi Carneiro aborda o movimento mundial de valorização da marca e da reputação e como tais ativos intangíveis têm sido cada vez mais importantes dentro de uma empresa para a construção de relacionamentos, os negócios e a fidelização de clientes.
Dividido em 12 capítulos, o autor finaliza o e-book indicando caminhos e procedimentos que são adotados pelas organizações atualmente na condução de suas estratégias de branding.
Interessou? Ele está disponível para download gratuitamente. Baixe aqui.
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24
de Janeiro, Segunda-feira ::
"Vou xingar muito no Twitter, hoje, sério!"
A frase dita por um adolescente, no ano passado, por conta do cancelamento de um show da banda Restart, traduz claramente o que ocorre hoje. Isto é, os internautas utilizam o microblog também para reclamar de pessoas, empresas, serviços e tudo mais. Além de compartilhar links e informações, eles também replicam problemas com organizações. Se você tem Twitter já deve ter se deparado com este tipo de tweet de alguma pessoa que você segue.
E ao fazer o monitoramento nas redes sociais, trabalho realizado pela Unimed, identificamos situações como estas também. No entanto, o que fazer com tais informações? Luciano de Sampaio Soares, em artigo publicado no Baixaki, aponta que a tendência é de que as redes sociais se tornem cada vez mais uma forma eficiente de SAC. Por este motivo, ele explica que a empresa é quem decide em que canais pretende atuar e, a partir disto, corresponder com a agilidade que aquela plataforma pede.
A postura é reafirmada no artigo de Fernanda Fabian, publicado no site Webinsider, que reforça a importância da empresa exercer a pró-atividade nas redes sociais e dar uma resposta rápida para a questão levantada pelo cliente. Por isso, não basta criar um perfil no Twitter, é preciso dedicação, pois se abre um canal para diálogo com o cliente, o que é extremamente rico na construção da fidelização, desde que a resposta seja transparente e pontual.
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21
de Janeiro, Sexta-feira ::
Como anda sua reputação online?
Para responder a esta pergunta, aconselhamos antes ler o Guia para Gestão da Reputação Online. A publicação, disponível para download gratuitamente, dá dicas para que você utilize a internet e seus buscadores a seu favor. O autor ensina também como camuflar links que possam denegrir sua imagem.
Apesar de ser voltado estritamente para a reputação pessoal, o manual nos ensina mecanismos que podem ser adaptados para a marca e seus assuntos correlatos.
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10
de Dezembro, Sexta-feira ::
A pirâmide da nova comunicação empresarial
O jornalista Cleyton Carlos Torres publicou um artigo no IMasters sobre a estrutura da comunicação empresarial na era 2.0. Segundo ele, na base da pirâmide estão os funcionários e os consumidores, como aqueles que determinam o valor de uma organização. No meio, estão a estratégia e o planejamento, ou seja, o plano de negócio, as ferramentas utilizadas e os porquês das escolhas. Já o topo da pirâmide é composto pelos objetivos, isto é, o futuro.
Para ler todo o texto, clique aqui.
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08
de Dezembro, Quarta-feira ::
A polêmica do Wikileaks

Em meio à polêmica sobre o vazamento de informações secretas do Governo Americano no site Wikileaks, o post de Rodrigo Vieira Cunha traz opiniões bem lúcidas sobre essa questão, questiona os "limites" da transparência, bem como a melhor forma de lidar com informações confidenciais. Além de uma análise do caso, ele também dá links para notícias sobre o tema.
Fica a dica!
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11
de Novembro, Quinta-feira ::
Atente-se a regionalismos

Por sua capilaridade, o Sistema Unimed está menos suscetível a uma situação como a que o McDonald's passou na França, no entanto, vale sempre pensarmos nos erros dos outros para evitá-los em nossas ações.
Pois bem, a rede de fast-foods utilizou o personagem Asterix em uma de suas ações publicitárias. Nela, o viking consumia o tradicional Bic Mac. O problema é que Asterix é um símbolo da resistência dos gauleses contra a invasão romana.
Dentro do contexto atual, a peça pode ser interpretada como a "queda da resistência" e a invasão da cultura norte-americana e, assim, foi... Blogs, redes sociais e imprensa criticaram o anúncio e ele ganhou uma repercussão completamente negativa.
Fonte: m&m online
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27
de Outubro, Quarta-feira ::
Marcas autênticas
Uma pesquisa realizada pela agência Voltage aponta que o consumidor busca por marcas mais autênticas, ou seja, que elas atuem com honestidade (62%), transparência (39%) e integridade (30%).
Ainda sobre o tema, 45% acredita que a marca deve se apresentar como amiga e 42% que a empresa deve gerar economia. O estudo aponta também que 51% avalia que custo e benefícios são influenciadores na escolha. A análise teve como base 1,2 mil pessoas de diferentes classes sociais.
Fonte: m&m online
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28
de Setembro, Terça-feira ::
Aprofundando RSE

Como bem disse Ricardo Voltolini, em nosso Encontro de Assessores, a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) é um termo novo, assim como Sustentabilidade (ainda mais recente). Com o intuito de aprofundar os estudos neste campo, a Aliança Capoava ¿ composta pela Ashoka-Brasil, Fundação Avina, Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife) e Instituto Ethos ¿ lançou uma publicação que sintetiza diversas reuniões e discussões realizadas por estes órgãos sobre o tema.
Intitulado ¿Responsabilidade Social Empresarial: Por Que o Guarda-Chuva Ficou Pequeno¿, ele trata justamente da somatória de valores e ações que englobam este ¿guarda-chuva¿ da RSE: acionistas, governo, fornecedores, prestadores de serviço, funcionário, meio ambiente, consumidores e comunidade. Depois traça o histórico da prática, qual o papel social das organizações, a importância de realizar alianças intersetoriais e finaliza refletindo sobre o futuro da RSE.
O documento pode ser baixado, clicando aqui.
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