Consumo: tendências para 2012
Pelo sétimo ano, a agência JWT publica um relatório de tendências relacionadas ao comportamento do consumidor.
O documento auxilia o mercado a conhecer os anseios do consumidor para o próximo ano.
Confira quais as tendências para 2012:
1. Mais opções com foco em preço competitivo, em função da incerteza econômica.
2. O consumidor estará mais preocupado em realizar atividades de lazer e entretenimento.
3. O empreendedorismo estará em alta.
4. A responsabilidade social nas empresas tende a crescer ainda mais.
5. Os alimentos estarão ainda mais verdes.
6. O casamento deixa de ser uma obrigação, principalmente, para as mulheres.
7. Depois de anos de individualização, 2012 deve ser um ano de reintegração, sorte e casualidade.
8. As telas estão e estarão em todos os lugares seja por notebook, tablet ou smartphone.
9. Todos buscam a longevidade e, em consequência, investirão mais em qualidade de vida.
10. Certos artigos se tornam verdadeiros fetiches, seja pelo prazer que provocam ou por seu design.
Confira o relatório completo, em inglês, aqui.
Fonte: ComAtitude
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Marcas e sustentabilidade
Uma pesquisa divulgada pelo grupo francês de
mídia, Havas, a "Meaningful Brands for a Sustainable Future", algo como, Marcas
Significativas para um Futuro Sustentável, aponta a percepção das pessoas sobre
a relação entre as marcas e a sustentabilidade.
A análise sinaliza que:
- 33%
dos brasileiros acreditam em uma possível contribuição positiva das empresas;
- 93%
dos brasileiros pensam que as companhias devem se empenhar para resolver
problemas ligados à sustentabilidade;
- 26%
dos consumidores que participaram da pesquisa acreditam que as empresas
divulgam honestamente as suas ações;
- 60%
dos respondentes classificam as ações sustentáveis empresariais como
alternativas para melhorar a imagem das companhias; e
- 62%
dos entrevistados se dizem dispostos a pagar até 10% a mais por produtos
fabricados de maneira consciente.
As entrevistas foram realizadas com consumidores
de 14 países com perfis diversos, desde os que são caracterizados como
desengajados, que estão menos preocupados com sustentabilidade durante a
escolha dos produtos, até os devotos, que são ativos em relação ao controle
sobre os cuidados sociais e ambientais das empresas.
Fonte:
Ciclo
Vivo
e Proxxima
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Relatórios de sustentabilidade em cheque
Um dos temas debatidos no Seminário Nacional de Responsabilidade Social do Sistema Unimed, realizado entre os últimos dias 14 e 16 de setembro, foi a realização do relatório de sustentabilidade nas empresas, seguindo a metodologia Global Reporting Initiative (GRI).
Na ocasião, Ana Vargas, gerente de Relações Públicas e Sustentabilidade da Unimed-Rio, mencionou o blog Testando os Limites da Sustentabilidade, que analisou o relatório da Singular carioca. Vale conhecer este blog, pois seu objetivo é procurar possíveis incongruências nos relatórios de sustentabilidade das empresas.
Funciona assim: o blog e seus leitores escolhem um relatório e o analisam de forma bastante crítica, em seguida, eles elaboram perguntas e as enviam ao setor responsável da empresa. Depois, publicam as respostas, quando eles as obtém, se não, disponibilizam a análise e as perguntas ainda que sem um retorno.
Às Unimeds que já fazem relatórios de sustentabilidade ou as que pretendem fazer, o blog é uma excelente fonte de conhecimento sobre possíveis erros na redação de tal documento. Em especial a análise da Unimed-Rio pode ter ainda mais aprendizado, por ter as peculiaridades de nosso negócio.
Em janeiro deste ano, inclusive, o idealizador do blog foi entrevistado pelo Blog do Planeta. Acesse aqui.
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Líderes sustentáveis

Quem esteve no último Seminário Nacional de Responsabilidade Social do Sistema Unimed, realizado entre os dias 14 e 16 de setembro, pôde acompanhar a palestra de Ricardo Voltolini, na qual ele discorreu sobre sua mais recente publicação, o livro "Conversas com Líderes Sustentáveis". Durante sua apresentação, ele também abordou o que estas lideranças têm em comum, a exemplo da humildade.
O fato é que além da obra, o conteúdo rendeu o site Plataforma Lideranças Sustentáveis que vale acompanhar.
No espaço há vídeos com os 10 líderes entrevistados por Voltolini, artigos de especialistas em sustentabilidade, matérias, podcasts, estudos e pesquisas.
Fica a dica: acesse: http://www.ideiasustentavel.com.br/lideres.
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Indicadores de sustentabilidade para a indústria da comunicação
A Associação Brasileira de Publicidade (Abap), em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM/SP), lançou um site com o intuito de difundir o conceito de sustentabilidade.
Atualmente, a estrutura é composta de 21 indicadores, distribuídos em quatro dimensões. A ideia é que profissionais do setor contribuam no desenvolvimento destes indicadores. O prazo final para participar é o próximo dia 5 de agosto.
Além da consulta pública, o site possui a cartilha com a primeira versão destes Indicadores, explicações sobre o que é sustentabilidade, quais os objetivos do projeto, bem como a metodologia. Há ainda uma seção com sugestões de artigos e links para consulta sobre o tema.
Vale navegar!
Acesse: www.indicadorsustentavelabap.com.br.
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"Maquiagem verde" será coibida
Em maio do ano passado, o Blog abordou a criação de uma comissão pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) para estudar normas éticas para campanhas publicitárias que abordem a questão da sustentabilidade.
Pois bem, o resultado é o anúncio de regras para campanhas que tenham como apelo a sustentabilidade. Sendo assim, a partir de 1º de agosto, as empresas que abordarem o tema em suas campanhas terão que comprovar as ações citadas. Por exemplo, se uma instituição anuncia que se preocupa com o meio ambiente, estará sujeita a verificação e comprovação de tais informações.
Reproduzimos aqui a íntegra da norma, que pode também ser consultada no site do Conar.
Artigo 36 do Código
A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:
1. a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;
2. a poluição do meio ambiente urbano;
3. a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;
4. a poluição visual dos campos e das cidades;
5. a poluição sonora;
6. o desperdício de recursos naturais.
Parágrafo único
Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:
1. veracidade - as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;
2. exatidão - as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;
3. pertinência - as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;
4. relevância - o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.
Anexo U - Apelos de sustentabilidade
É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.
O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.
REGRA GERAL
(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por - Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade - toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.
(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por - Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade - toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.
(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por - Publicidade de Marketing relacionado a Causas - aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.
Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:
1. CONCRETUDE
As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.
A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação do anúncio.
2. VERACIDADE
As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor) etc.
3. EXATIDÃO E CLAREZA
As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.
4. COMPROVAÇÃO E FONTES
Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.
5. PERTINÊNCIA
É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.
6. RELEVÂNCIA
Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente - em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.
7. ABSOLUTO
Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.
8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS
A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.
O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.
As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.
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Aplicativos conscientes
Separamos algumas dicas de aplicativos ligados à sustentabilidade disponíveis para baixar no celular. Vale compartilhá-los com seus colaboradores ou clientes, por meio de suas redes sociais.
Waterprint - calcula gastos com água em quatro categorias de bens: alimentos, bebidas, produtos e itens domésticos. Disponível na App Store.
Fuel - armazena seu histórico de abastecimentos, calcula o consumo do carro e dá dicas. Disponível na Ovi Loja.
Eddy - por meio de um jogo, ensina sobre coleta seletiva, destinação correta do lixo e como manter a floresta preservada. Disponível na Ovi Loja.
Social Bike - perfeito para os adeptos da bicicleta, pois registra rotas, velocidade e distância percorrida, além de dar dicas de trânsito e segurança. Disponível na App Store.
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