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08 Segunda-feira · Abr, 2013

Empresa brasileira cria vídeo game para deficientes visuais

Publicado as 13:59 por Vitórias pra contar  |  Comentários [565] .

A empresa brasileira iDesign desenvolveu um game controlado por gestos para ser usado por pessoas com  deficiência visual. Um helicóptero é controlado por movimentos dos jogadores, como braços e tronco. Um fone de ouvido e vibrações são como obstáculos e responsáveis por todo o divertimento do game.

Confira no vídeo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1Y66A0DwYcA 

Aplicativo gratuito traduz voz e texto para linguagem de sinais

Publicado as 13:58 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

A Universidade Federal de Pernambuco criou um aplicativo para Android que tem como objetivo traduzir textos e áudios do português para Libras (Língua Brasileira de Sinais).

O aplicativo ProDeaf, que é gratuito e ganhará uma versão para iOS nas próximas semanas, transmitirá o texto ou áudio para a linguagem de sinais, usado por deficientes auditivos por meio de um boneco virtual.

07 Quinta-feira · Mar, 2013

"A Endometriose e Eu" - Superando uma doença

Publicado as 17:27 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Há duas opções diante de uma situação difícil: se entregar ou fazer daquela situação um aprendizado, uma oportunidade. Caroline Salazar é um exemplo dessa segunda opção. Conviver diariamente com dores, tanto musculares como durante relações sexuais, era a vida da jornalista. Mesmo depois de fazer diversos exames, os médicos não encontravam explicação para suas queixas. Após 18 anos sentindo os sintomas, Caroline foi diagnosticada: o que tanto a fazia sofrer era a endometriose: doença inflamatória que atinge cerca de 10 a 15 milhões de brasileiras e 176 milhões de mulheres no mundo todo.

"A endometriose me tirou muitas coisas, mas a pior delas foi ter que abrir mão do meu emprego para seguir com o tratamento", conta. Caroline iniciou um tratamento de fisioterapia uroginecológica, na Universidade Federal de SP, e por ser realizado às 15 horas, todas as quartas-feiras , foi necessário abandonar seu trabalho de jornalista. Esse foi um dos momentos mais difíceis de sua vida, já que o jornalismo sempre foi uma paixão.

O preconceito também foi nítido depois do diagnóstico: "muitos amigos falavam que eu mentia ou exagerava, como se as dores que eu sinto fossem apenas drama", diz. Nesse momento, foi no blog 'A endometriose e eu' que encontrou uma maneira de superar esse momento difícil.

"A ideia do blog surgiu com a necessidade de escrever. Como havia parado de trabalhar, decidi usar o dom da escrita para ajudar outras mulheres que, como eu, são portadoras de Endometriose".

Caroline utiliza o Blog para explicar como minimizar as dores e como tem vencido a luta com a doença incurável. "Já tive leitoras que me disseram que o blog ajudou a mostrar para os familiares a seriedade da endometriose, pois muitos acham que é exagero", conta.

Segundo a ela, esse o pagamento que recebe pelo trabalho no blog: é saber que está ajudando a salvar mulheres da dor e também levando aos familiares, amigos e companheiros dessas mulheres uma maior conscientização sobre esta enigmática doença. 

Quando questionada sobre os motivos que a levaram a escolher esse tema para compartilhar e esclarecer tantas dúvidas, a jornalista é rápida: "talvez essa seja a minha missão: trazer um assunto ainda desconhecido para dentro das casas e com isso melhor o acesso aos exames preventivos e oferecer um auxílio às portadoras."

04 Segunda-feira · Mar, 2013

Médicos americanos curam bebê com o vírus do HIV

Publicado as 15:27 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Médicos americanos anunciaram neste domingo que, pela primeira vez, um bebê teria sido curado do vírus HIV. A criança, filha de uma portadora do vírus, foi tratada com medicamentos antirretrovirais cerca de 30 horas após seu nascimento, durante 15 meses. Após 10 meses sem a medicação, foi detectado que o vírus não voltou. Se o estudo mostrar que o método funciona em outros bebês, é um caminho para que se modifique a forma como os recém-nascidos de mães infectadas serão tratados.

A criança tem hoje dois anos e meio e não toma o medicamento há cerca de um ano, sem sinais de infecção. A única certeza, por enquanto, é que a criança estava com o vírus HIV e não está mais. "Esta é uma prova do conceito de que o HIV pode ser potencialmente curável em recém-nascidos", diz a professora do Centro da Criança Johns Hopkins, e principal autora do relatório sobre o bebê. Mais uma conquista para a medicina e uma esperança para todos.

04 Segunda-feira · Fev, 2013

Todos ajudando na lata

Publicado as 12:34 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

A Campanha 'Eu ajudo na Lata', idealizada pela Unimed do Brasil, acabou de conquistar a segunda cadeira de rodas e já está acumulando lacres para a terceira.

Em um importante exemplo de trabalho em equipe para ajudar o próximo, diversas Unimeds espalhadas pelo Brasil estão se empenhando nessa ação e já conseguiram, juntas, arrecadar 280 garrafas.

Com a ajuda dos colaboradores da Unimed do Brasil, Singulares e parceiros já conseguimos arrecadar quase 90% da terceira cadeira de rodas e logo iremos conseguir o restante para completar as cinco cadeiras de rodas: faltam mais ou menos 300 garrafas.

Uma das Unimeds que merecem ser citadas pela sua dedicação é a Unimed Metropolitana do Agreste, que está incentivando não só colaboradores, mas médicos e até mesmo clientes para completar a meta das cadeiras. Display, banners e até camisetas foram criados para estimular a ação e parcerias com os restaurantes da região foram firmadas para conseguir o maior número de lacres possível. Além dela, a Unimed Amparo, que arrecadou 50 garrafas; Unimed Ibitinga, com 45 garrafas; Unimed Londrina, com 31 garrafas, entre muitas outras que merecem nossos parabéns pelo empenho.

Se você também quer nos ajudar ou informar a quantidade que já arrecadou, entre em contato com a área de Responsabilidade Social da Unimed do Brasil pelo número: 011 3265.4201 ou WWW.unimed.coop.br/euajudonalata

Contamos com vocês para completar o objetivo da campanha até junho deste ano.

28 Segunda-feira · Jan, 2013

A superação da menina que nasceu sem língua

Publicado as 11:46 por Vitórias pra contar  |  Comentários [1] .

Um ano após ter alta médica, Auristela Silva, de 23 anos, afirma que ter nascido sem língua não a impediu de ter uma vida normal. A jovem, que é um dos únicos três casos registrados na literatura médica, passou por algumas dificuldades, como não conseguir comer direito, engolir a saliva ou falar, e teve de passar por várias cirurgias para abrir sua mandíbula e facilitar sua vida.

A mãe da jovem foi essencial para que pudesse viver normalmente, pois quando era pequena, não conseguia mamar, então a mãe adaptou uma mamadeira e a deixava em uma posição que o leite caia direto na garganta. Até que, em 1995, levou a garota ao médico e iniciaram os tratamentos.

"O primeiro momento é aquele choque. Você está se preparando para ter um filho perfeito e, de repente, você se depara com um problema que no momento é a pior coisa que pode acontecer. Mas, por outro lado, também é bom, pois, depois de tudo, você percebe que deu certo", conta Adriana Silva, mãe de Auristela.

A mãe afirma sentir muito orgulho de Auristela. Segundo a dona de casa, as dificuldades ajudaram toda a família a crescer. O essencial, diz, era sempre conversar com a menina e explicar que tudo que ela enfrentava é normal, já que todas as pessoas têm alguma dificuldade.

A jovem, que está estudando um curso técnico de enfermagem, conta que se prepara para iniciar um estágio em um centro de saúde e afirma não se sentir inferior a ninguém. "Eu sinto que eu sou capaz. E eu nasci assim não foi à toa, é uma oportunidade de aprendizado e eu devo dar valor à vida mesmo com todas as dificuldades. O sol nasce para todos."

14 Segunda-feira · Jan, 2013

"Lutar sempre; vencer às vezes; desistir jamais!"

Publicado as 11:06 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

A história de superação dessa semana chama a atenção pela força de vontade e perseverança de Gilberto Vieira, colaborador da Unimed Chapecó. Após passar por um acidente de automóvel, quando ainda era jovem, e perder o movimento das pernas, descobriu outros valores para sua vida.

A história abaixo é narrada pelo próprio Gilberto.

"Deveria ser uma noite normal. Saí com os amigos, aproveitei a noite em uma festa, e, quando retornávamos para casa, às cinco horas da manhã, meu amigo que estava dirigindo perdeu o controle do carro (ele havia bebido) e capotamos a mais de 120 km/hora. Meu colega morreu na hora e eu fui lançado para fora do carro, pois estava sem o cinto de segurança. Não me lembro de muita coisa do acidente, pois simplesmente apaguei. Lembro-me apenas de ter caído no chão. Ao tentar me mexer, vendo que não conseguia, entrei em desespero, pois não sabia o que estava acontecendo. Fui levado ao hospital pelos bombeiros e acordei na UTI, local onde permaneci por sete dias. Quando voltei para a casa, os problemas começaram. Não tinha cadeira de rodas, nenhuma instrução e minha casa não era adaptada. Como meus pais estavam morando no Rio Grande tive que ficar na casa de minha irmã.

Esta foi uma fase bastante complicada: eu não me aceitava, não suportava a ideia de estar inválido em uma cadeira de rodas. Minha mãe voltou para Chapecó e eu fui morar com ela. Eu passava meus dias sozinho, trancado dentro de casa, comecei ficar revoltado e muito agressivo.

Em uma das várias noites que passava acordado, tomei uma decisão: eu não estava conformado com aquela situação de total dependência: minha mãe já estava cansada eu podia perceber no rosto dela. Então, decidi lutar, afinal, eu estava vivo. Comecei essa nova fase buscando minha independência aos poucos, primeiro dentro de casa.

Tudo começou a mudar quando fui convidado para um encontro com cadeirantes. Fui apresentado para pessoas que estavam vivendo a mesma situação; e algumas até pior. Esse encontro me motivou muito: os novos colegas começaram a me ensinar como viver em uma cadeira. Eu me animei e voltei a estudar, a me integrar na escola, e comecei a ser valorizado quando expunha ideias de mudanças para melhoria da acessibilidade.

Mas eu queria poder ajudar ainda mais. Foi aí que surgiu a ideia de formarmos uma equipe de basquete em cadeira de rodas. A princípio, era só uma brincadeira. Mesmo sendo um desafio, foi muito importante para mim. O esporte foi um diferencial na minha vida, o que ajudou a superar meus limites.

Então, comecei a colecionar vitorias: desde pegar ônibus sozinho até voltar ao mercado de trabalho.  Enviei meu currículo para a Unimed Chapecó e aqui estou, trabalhando nesta empresa maravilhosa, que me acolheu muito bem. Trabalho com uma equipe ótima, com colegas que me tratam com igualdade. Há nove anos estou em uma cadeira de rodas e acredito que esta limitação tem feito de mim um guerreiro, pois hoje tenho meu próprio carro, sou totalmente independente e levo uma vida praticamente normal.

Quero dizer ainda que eu pensei que as cortinas do meu palco tivessem fechado sem que pudesse terminar meu espetáculo, mas DEUS me deu uma chance de escrever uma nova história. Valorize sua vida e as pessoas que estão a sua volta antes que as cortinas se fechem sem que você consiga terminar seu espetáculo."

07 Segunda-feira · Jan, 2013

Luciana venceu doença crônica e hoje vive intensamente

Publicado as 15:20 por Vitórias pra contar  |  Comentários [1] .

Gostaríamos de agradecer a todos que enviaram suas histórias de superação. A campanha "Quem tem vitórias deve compartilhar" chegou ao fim, trazendo inúmeros exemplos de que é possível tirar importantes lições das experiências que passamos na vida, sejam elas boas ou ruins.

Essa semana a história selecionada foi da Luciana Lira, colaboradora do sistema Unimed e vencedora de uma difícil batalha contra uma doença renal e que ¿nasceu de novo¿ após transplante realizado pelo irmão.

Vale a pena conferir um resumo de sua experiência de vida, narrado por ela mesma:

"Com menos de um ano de casada, descobri que sofria de insuficiência renal crônica e que teria que fazer hemodiálise por tempo indeterminado.

Durante sete anos não existiram feriados comemorativos em nosso calendário. Eu e meu marido levantávamos às quatro horas da manhã, três vezes por semana, não importando se era Natal, Ano Novo ou férias, para fazer o procedimento na clínica onde seguia com o tratamento.

Como a hemodiálise é feita pelas veias do braço, meu marido tinha que me ajudar com compressas de água quente, para minimizar os efeitos que o tratamento me causava.

Apesar de ser muito criticada, não entrei na fila de transplante e também não deixei meus familiares realizarem os exames de compatibilidade, pois tinha muito medo e ainda não estava preparada para a cirurgia de transplante de rim. Porém, com o passar dos anos, meu corpo já estava sofrendo muito e decidi dar inicio aos exames que levariam ao meu transplante.

Com sorte, meu irmão foi o doador com quase 100% de compatibilidade comigo, e a cirurgia foi um sucesso. Na data do transplante parecia até que eu e meu irmão íamos para uma festa de tanta felicidade.

Hoje, além do dia do meu nascimento também comemoro o dia do meu transplante - dois de março - como um segundo aniversário.

Não posso deixar de agradecer à Unimed, pois sou funcionária há 22 anos e, mesmo com todo meu tratamento, continuei trabalhando, com horários flexíveis e todo o suporte necessário.

Também agradeço ao meu marido e familiares, pois eles foram a força que me impulsionou a superar todos os obstáculos da doença."

Hoje, Luciana está curada e vive normalmente e feliz, mostrando a todos que tirou da doença a grande lição de que o que vale a pena é viver todos os dias intensamente.

21 Sexta-feira · Dez, 2012

Eu superei...

Publicado as 14:04 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Após intensa participação, com o envio de motivadoras histórias de superação e conquistas, nossa campanha chegou ao fim. Todos, desde já, são vencedores da vida, mas, dentre os materiais recebidos, dois deles se destacaram e foram os dois ganhadores da promoção.

Essas histórias vencedoras serão divulgadas ao longo da semana aqui no Blog.

Obrigada a todos que compartilharam sua história conosco.  

06 Quinta-feira · Dez, 2012

A campanha "Envie sua história" continua até 14 de dezembro

Publicado as 16:59 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Um dos brindes do Kit Unimed do Brasil, que premiará as melhores histórias de superação, é o livro "Maria de Rodas", uma obra que conta os desafios da maternidade e o papel da mulher cadeirante.

Uma das autoras, Tatiana Rolim, conta que, com a concretização do sonho de ser mãe, decidiu dividir sua experiência com outras mulheres que também tinham esse desejo. Para enriquecer o livro, convidou as amigas Flávia Cintra, Carolina Ignarra e Juliana Oliveira para também contarem sobre suas experiências.

A princípio, o comum entre elas era apenas o fato de serem cadeirantes; quando compartilharam suas histórias, descobriram que há muitos outros pontos que todas compartilhavam. Esse livro reúne emocionantes histórias e importantes dicas que incentivam, motivam e informam mulheres, casais, profissionais da saúde e pessoas interessadas em experiências e desafios.

Assista a uma entrevista com a autora Tatiana Rolim e saiba mais sobre a obra:

http://www.youtube.com/watch?v=JD_rRl_hw9Q

Compartilhe também sua história de superação. As histórias devem ser encaminhadas para vitoriaspracontar@unimed.coop.br!

 

05 Quarta-feira · Dez, 2012

Campanha Unimed do Brasil "Eu ajudo na lata"

Publicado as 15:34 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Hoje, 05 de dezembro, é o Dia Internacional do Voluntariado. Em comemoração à data, A Unimed do Brasil lançou a campanha "Eu ajudo na lata". A ação mobilizará toda a Confederação e o Sistema Unimed em prol dessa causa.    

A proposta é arrecadar 700 garrafas pet (de 2 litros) cheias de anéis de alumínio - aqueles das latinhas de alumínio - no período de 05 de dezembro de 2012 a 30 de junho de 2013. Com o alumínio arrecadado, neste primeiro ano, a Unimed do Brasil fará a aquisição de cinco cadeiras de rodas que serão doadas a instituições das cinco regiões do país.

Reúna sua equipe, envolva amigos e familiares. Solte sua criatividade e vamos concretizar esta ação!

02 Domingo · Dez, 2012

Já enviou sua história de superação?

Publicado as 15:13 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Você não vai querer perder o Kit Unimed abaixo, vai?
Então corra e envie sua história de superação para vitoriaspracontar@unimed.coop.br

 

27 Terça-feira · Nov, 2012

Envie sua história de superação e concorra a um Kit exclusivo Unimed

Publicado as 12:19 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

O aprendizado é o maior bem que podemos levar de qualquer situação, seja ela boa ou ruim. Histórias de superação, de pessoas que passaram por alguma experiência e exploraram seu lado positivo, merecem ser divulgadas. É por isso que a Unimed do Brasil quer ouvi-lo.

22 Quinta-feira · Nov, 2012

Funcionários e pacientes do Hospital das Clínicas produzem brinquedos recicláveis para crianças

Publicado as 11:27 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Todas as semanas, funcionários e pacientes do Hospital das Clínicas da USP dedicam uma hora do dia para exercer uma atividade pouco convencional em um ambiente médico: produzir palhacinhos de brinquedo com produtos recicláveis, que serão distribuídos para crianças e instituições.

A oficina de produção dos brinquedos, que acaba de ganhar o prêmio de melhor ação de qualidade ambiental do Estado de São Paulo, acontece dentro do setor de ambulatórios do hospital, no Espaço de Convivência Social.

Além do projeto contribuir para a conscientização sobre produtos recicláveis, já que são usadas embalagens de iogurte, tampas de garrafas pets e cordões descartados na creche, na pediatria ou na casa dos funcionários do Hospital das Clínicas, os brinquedos são distribuídos para crianças, trazendo alegria e diversão aos pacientes.

"Já tivemos casos de pessoas dependentes de oxigênio que fizeram a oficina toda sem usar máscara. Alguns pacientes com doenças de pele deixam de se coçar enquanto estão com a mente ocupada", afirma a enfermeira Cleonice Bezerra dos Santos, responsável pela oficina.

12 Segunda-feira · Nov, 2012

Dia Mundial de Prevenção ao Diabetes alerta para alta incidência da doença

Publicado as 15:04 por Vitórias pra contar  |  Comentários [0] .

Em alusão ao Dia Mundial de Prevenção ao Diabetes, nesta semana, o Instituto da Criança com Diabetes alerta a população de que existem 366 milhões de pessoas com a doença em todo o mundo, sendo que aproximadamente 10% são portadoras do diabetes tipo um, sua forma mais grave, que atinge principalmente crianças e adolescentes. Já no Brasil, atualmente, 12 milhões de pessoas são portadoras da doença.

A obesidade crescente entre os jovens tem contribuído para que a diabetes se torne cada vez mais frequente nessa faixa etária. Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de crianças, adolescentes e adultos com sobrepeso e obesidade.

Além disso, a Federação Internacional de Diabetes estima que, em 2030, serão 552 milhões de pessoas com diabetes, e que a expectativa de mortes em decorrência da doença chegue a quase quatro milhões/ano em todo o mundo - cerca de 6% da taxa de mortalidade mundial.

Durante a chamada Semana Azul, data que incentiva o cuidado com a doença, em todo o mundo, monumentos e prédios históricos estão sendo iluminados com canhões de luzes azuis - símbolo da campanha


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