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  • Febre Maculosa


    Doença infecciosa transmitida por carrapatos.

     

    Causa - voltar ao topo

    Bactérias da espécie Rickettsia rickettsii.

     

    Transmissão - voltar ao topo

    Picada do carrapato-estrela ou do carrapato-de-cavalo. No entanto, nem todas as pessoas picadas por esses insetos ficam doentes. Só há o risco de contrair a doença se o carrapato estiver infectado com a bactéria R. rickettsii e se ficar fixado à pele da pessoa por cerca de quatro horas. A febre maculosa não é transmitida de pessoa para pessoa.

     

    Principais sinais e sintomas - voltar ao topo

    Manifesta-se com febre e náuseas por cerca de uma semana após a picada. Poucos dias depois, ainda na presença de febre, aparecem manchas de coloração rósea nos braços e tornozelos, que progridem para o tronco, face, pescoço, palmas e solas dos pés. Lesões hemorrágicas de pele, dores articulares, dor abdominal, tosse e diarréia podem ser outras manifestações da doença. A infecção pode também cursar assintomática ou com sintomas frustros.

     

    Tratamento - voltar ao topo

    Depois que os sintomas aparecem, o tratamento com uso de antibióticos próprios deve ser iniciado dentro de no máximo uma semana, caso contrário é grande o risco dos remédios não surtirem os efeitos desejados. Como a febre maculosa costuma ser confundida com outras doenças, o diagnóstico correto e, conseqüentemente, o tratamento adequado, muitas vezes, demoram. Se ela não for devidamente tratada, a letalidade pode chegar a 80%.

     

    Prevenção - voltar ao topo

    · Evitar caminhar em áreas conhecidamente infestadas por carrapatos no meio rural e silvestre, mas, quando for necessário andar por tais áreas, vistoriar o corpo em busca de carrapatos em intervalos de três horas, pois quanto mais rápido for retirado o carrapato, menor serão os riscos de contrair a doença.

    · Usar calças compridas com a parte inferior por dentro das botas e fitas adesivas dupla face lacrando a parte superior da bota. Recomenda-se que as roupas sejam claras, para facilitar a visualização dos carrapatos.

    · Caso o carrapato esteja sobre a pele, ele deve ser retirado cuidadosamente com uma pinça (evitar remover o carrapato com as mãos) sem ser esmagado, pois com esmagamento pode haver liberação das rickettsias que têm capacidade de penetrar através de microlesões na pele. Após a remoção, lavar a área com água e sabão.

    · Promover rotação (rodízio) de pastagens. Aparar gramado rente ao solo, facilitando assim a penetração dos raios solares.

    · Controlar a infestação dos animais domésticos com banhos e uso de carrapaticidas.

     

    Fonte: Folha de S. Paulo, Instituto Fiocruz, Sucen/SP: Superintendência de controle de endemias do Governo do Estado de São Paulo, Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Centers for Disease Control and Prevention.
    Autor: Mariana Mesquita
    Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico científico do Portal Unimed

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