Para aumentar ou diminuir a visualização do conteúdo, segure a tecla "ctrl" e pressione + ou - no seu teclado.

Segure CTRL, aperte + para aumentar ou - para diminuir o tamanho da letra

Se preferir, use as teclas de atalho (acesskeys) para facilitar sua navegação:

  • No Internet Explorer segure "alt" mais a tecla desejada;
  • Em outros navegadores, segure "alt" + "shift" e a tecla correspondente.

Unimed - O melhor plano de saúde é viver. O segundo melhor é Unimed.

Apendicite: cirurgia é (quase sempre) inevitável

Aline Molica

Inflamação do apêndice merece atenção, para que não se agrave

02 Fevereiro 2010 -

A apendicite é uma doença que atinge o apêndice cecal - estrutura pertencente ao intestino grosso -, mas não tem uma função definida. A inflamação acontece quando existe um acúmulo dos chamados “fecalitos”, que são pequenas porções de fezes compactadas, como explica José Luiz Fernandes Moldes, gastroenterologista, proctologista e cirurgião geral, médico da Unimed ABC.

Apesar da maioria dos casos demandar cirurgia, o médico explica que ela nem sempre acontece. “Existem situações que no decorrer da doença há a desobstrução do órgão, revertendo assim o processo inflamatório, e não necessitando de intervenção”, detalha.

No entanto, diante dos primeiros sinais, é preciso procurar auxílio médico. Inicialmente, a pessoa pode sentir uma dor no epigastro – região do abdome próxima ao estômago – que se irradia para o quadrante inferior direito. A este quadro se associa vômitos e perda do apetite. “É também comum que o enfermo apresente febre”, explica.

Contudo, o especialista pondera que tais indícios só surgem em 30% dos casos. “Pacientes podem apresentar sinais inespecíficos como somente vômitos ou perda de apetite ou ainda dores em outras localizações do abdome ou no dorso”. Por isso, ele recomenda: “aquele que tiver dor no quadrante inferior direito do abdome, por mais de 24 horas, deve procurar um serviço médico para avaliação”.

A cautela é necessária para evitar complicações, já que em episódios extremos, pode levar à morte. “A apêndice cecal é parte do nosso intestino grosso e a sua doença tem estágios progressivos, desde os iniciais, quando há somente uma leve inflamação do órgão, até os mais tardios, quando já há acúmulo de pus e perfuração do apêndice com extravasamento de conteúdo fecal para a cavidade abdominal”, alerta.

Apesar de a prevenção ser pouco eficaz, existe um perfil mais suscetível a desenvolver o mal. “Ele é mais frequente em jovens até os 25 anos, sendo que a maior incidência se dá em torno dos 12 anos de idade. Há casos na primeira infância e até em recém-nascidos, porém, com menor assiduidade. Após os 60 anos de idade, o número também cresce”, descreve.

Identificando em crianças

Ou elas ainda não falam ou podem não saber direito como explicar o que estão sentindo, muito menos onde. Por isso, perceber que a doença atingiu seu filho pode ser algo um pouco mais complexo.

Para Moldes, a recomendação é a mesma. Ao persistirem quadro de dor abdominal, febre e vômito por 24 horas a criança ou bebê deve ser encaminhado ao atendimento medico. “Tratam-se de sinais de uma possível inflamação intestinal, dentre as quais, encaixa-se a apendicite”.

 

Este material foi produzido pela equipe de Comunicação da Unimed do Brasil e pode ser utilizado em todos os veículos de comunicação das cooperativas do Sistema, eletrônicos ou impressos. 

Fonte: Unimed do Brasil

Guia Médico

 
Acesse o Guia Médico Nacional Unimed no celular. Disponível nas lojas App Store e Google Play
Área restrita para colaboradores e cooperados:

Portal Nacional de Saúde - Unimed Brasil | Copyright 2001-2014 Portal Unimed. Todos os direitos reservados. Agência Nacional de Saúde Suplementar