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Motivos para não roer unhas

Texto: Rafaela Fusieger / Designer: Ana Carla Bortoloni

Conheça possíveis causas, consequências e recomendações para cessar com o hábito.

07 Novembro 2016 -
O hábito de roer unhas costuma integrar ou já integrou o dia a dia de muitas pessoas, prova disso são as respostas obtidas na enquete que foi ao ar no Canal Viver Bem durante o mês de outubro, em que a pergunta era: “Você tem o hábito de roer as unhas?”. Das 426 respostas obtidas, 44% das pessoas mencionaram “sim”, 30% “não, mas já tive” e apenas 25% assinalaram “nunca”. 

Consequências
O aparelho ungueal, popularmente conhecido como unhas, tem como principal função proteger as extremidades dos dedos. Conforme o Ministério da Saúde, o hábito de roer unhas pode trazer sérias lesões não apenas às unhas, mas também para a área em volta delas, a pessoa fica mais propensa a contrair doenças devido às bactérias presentes na ponta dos dedos e, além disso, o hábito pode danificar o esmalte dos dentes, deixando-os mais suscetíveis à aparição de cáries. 

Motivação
Para a Sociedade Brasileira de Dermatologia, roer unhas não é considerado um distúrbio, mas pode ser um sintoma de que algo não está bem, um sinalizador da presença de algum desconforto relacionado à ansiedade, sofrimento ou angústia. Por isso é importante em uma consulta de rotina mencionar sobre esse hábito, para avaliar em conjunto com o médico se há necessidade de algum encaminhamento específico.  

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia / Ministério da Saúde


Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico-científico do Portal Unimed.

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