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Por que a camisinha estoura?

Texto: Rafaela Fusieger

Relembre porque é tão importante utilizá-la e conheça circunstâncias que podem danificar o preservativo.

15 Fevereiro 2017 -
Com a proximidade das festividades de carnaval, intensificam-se os alertas sobre a necessidade de usar preservativo nas relações sexuais, a popular camisinha. Este é o método mais eficaz para evitar uma gravidez não planejada e não dar margem ao risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis, como gonorreia, sífilis, aids e alguns tipos de hepatites. De acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde (novembro/2016), 827 mil pessoas no Brasil estão infectadas pelo vírus da AIDS. Deste número, 112 mil desconhecem o fato.  

Segundo o Departamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, o uso de preservativo não deve ser uma opção somente para quem não se infectou com o HIV, mas também para quem já vive com HIV/aids. “Além de evitar a transmissão de outras doenças, que podem prejudicar ainda mais o sistema imunológico, o uso do preservativo previne contra a reinfecção que poderia agravar ainda mais a saúde da pessoa”. 

Para evitar a possibilidade de ter contato com o vírus HIV durante as relações sexuais, é preciso precaver-se usando camisinha e também estar atento a diversos fatores que podem fazer com que ela estoure, colocando em risco sua finalidade.
 
Confira abaixo uma lista de circunstâncias de risco divulgadas pelo departamento ligado ao Ministério da Saúde:
 
 
 
• Armazenamento inadequado (bolso de calça, porta-luvas do carro, amassada em bolsas ou carteiras);

• Prazo de validade esgotado;
 
• Embalagem danificada;
 
• Lubrificação vaginal insuficiente;
 
• Sexo anal sem lubrificação adequada;
 
• Uso de lubrificantes oleosos (vaselina e óleos alimentares);
 
• Presença de ar e/ou ausência de espaço para recolher o esperma na extremidade do preservativo;
 
• Tamanho inadequado do preservativo em relação ao pênis;
 
• Perda de ereção durante o ato sexual;
 
• Contração da musculatura vaginal durante a retirada do pênis;
 
• Retirada do pênis sem segurar firmemente a base do preservativo;
 
• Uso de dois preservativos simultaneamente;
 
• Uso de um mesmo preservativo durante coito prolongado.
 
 

Fonte: Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais - Ministério da Saúde


Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico-científico do Portal Unimed.

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