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Notícias Unimed

Graziela de Fatima Carvalho Braga

Ponto Coop

19 Junho 2017 -

Reações Vacinais

 

Por: Juliana Brandão – Enfermeira

Unimed Barbacena

 

As vacinas estão entre os produtos de maior segurança de uso, passam por um longo processo de estudos e testes até serem liberadas para administração na população, mas eventos adversos podem ocorrer, até mesmo os mais graves e apresentam-se através de manifestações locais, febre e reações de hipersensibilidade. As manifestações locais podem ocorrer após a aplicação de qualquer vacina e incluem: dor, devido à irritação das terminações nervosas locais; vermelhidão, devido à dilatação dos vasos para favorecer a absorção da vacina; e coceira e pápulas, que são consequências da liberação de substancias vasoativas, como a histamina e a serotonina. Uma outra manifestação local, denominada abcesso, tem sua ocorrência geralmente associada à contaminação no local de aplicação da vacina e erros na técnica de aplicação. Outro evento, após a administração de uma vacina, é a febre, quando a temperatura axilar apresenta-se acima de 37,5°C, podendo ser uma resposta do organismo à administração de antígenos, que produzirá reação inflamatória, elevará a temperatura corporal e promoverá a resposta imunológica. Mas, a febre também pode ser secundária à processos inflamatórios inespecíficos, como os abcessos, ou relacionada a administração de substâncias contaminantes. Atenção especial quando a febre for alta (≥39,0°C) ou fugir do padrão esperado para o tipo de vacina aplicada. Quanto às reações de hipersensibilidade, atentar-se para as reações do tipo imediata, também chamadas de anafilaxia, quando acontecem após a vacinação, geralmente estão associadas a: reações ao ovo de galinha (componente utilizado nas vacinas contra febre amarela e influenza); reação à gelatina (utilizada como estabilizante em algumas vacinas, como a tríplice viral); reação a alguns antibióticos contidos em algumas vacinas e / ou reação a algum componente do próprio imunógeno. A reação anafilática é generalizada e aguda, compromete vários sistemas e apresenta as seguintes manifestações: dermatológicas (coceira, inchaço, vermelhidão); cardiocirculatórias (hipotensão, arritmias, choque), respiratórias (edema de laringe, tosse, dificuldade respiratória) e gastrointestinais (náusea, vômitos e diarreia), entre outras. O choque anafilático ocorre geralmente na primeira meia hora até 2 horas após a aplicação de vacinas, soros ou medicamentos, sendo raramente associado com as vacinas. Diante do aparecimento de eventos adversos, seguem as orientações: para as manifestações locais, usar compressas frias nas primeiras 24h-48h após a aplicação, analgésico de costume, se necessário, seguindo prescrição médica. Casos apresentando abscessos devem ser submetidos à avaliação médica, para a escolha da conduta apropriada. Manifestações locais não são contraindicações para doses subsequentes. Para febre, o ideal é manter a pessoa em repouso, ambiente ventilado, oferecer água e líquidos apropriados (leite materno e terapia de reidratação oral) e considerar o uso de antitérmico, de acordo com a prescrição médica. A febre também não é contraindicação para doses subsequentes. As reações anafiláticas requerem contato com o serviço de urgência e é contraindicação para doses posteriores. As reações alérgicas menos graves podem ser tratadas através de medicamentos, de acordo com avaliação e prescrição médica e, as doses subsequentes, devem ser aplicadas com precaução e de preferência em ambiente hospitalar.

 

Fonte:

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_pos-vacinacao.pdf

(Acesso em 08/06/2017)

 


 

TJRJ: JUSTIÇA AUTORIZA DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA ENTRE IRMÃOS MENORES

Por Marcelo Alvarenga

Assessor Jurídico - Unimed Barbacena 

 

Resultado de imagem para como é feita a doação de medula ósseaSegundo dados obtidos junto site da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, entre os meses de janeiro a março de 2017 foram realizados 516 transplantes de medula óssea no Brasil. A legislação vigente autoriza a retirada post mortem de tecidos, órgãos ou partes do corpo humano destinados a transplante ou tratamento, entretanto esta deverá ser precedida de diagnóstico de morte encefálica, constatada e registrada por dois médicos não participantes das equipes de remoção e transplante, mediante a utilização de critérios clínicos definidos pelo Conselho Federal de Medicina. É necessária ainda a autorização expressa do cônjuge ou parente, maior de idade, até 2º grau. Quando se tratar de doador menor, cuja morte já foi constatada, é necessária autorização de ambos os pais ou de seus responsáveis legais. A doação em vida também é permitida pela lei, à pessoa juridicamente capaz, desde que o faça gratuitamente, podendo dispor de tecidos, órgãos e partes do próprio corpo vivo, para fins terapêuticos ou para transplantes em cônjuge ou parentes consanguíneos até o quarto grau. A autorização judicial se fará necessária quando a doação for a qualquer outra pessoa que não tenha grau de parentesco, sendo esta dispensada quando se tratar de doação de medula óssea.  Da mesma forma, o indivíduo juridicamente incapaz, como o menor, com compatibilidade imunológica comprovada, poderá também fazer doação nos casos de transplante de medula óssea, desde que haja consentimento de ambos os pais ou seus responsáveis legais e autorização judicial e não haja prejuízo ao indivíduo. Diante deste último permissivo, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro divulgou notícia acerca de uma autorização concedida judicialmente para transplantar a medula óssea do irmão mais novo para o irmão mais velho, ambos menores de idade. Segue trecho da referida matéria: Um transplante autorizado pelo juiz Marvin Moreira, da 1ª Vara Cível de Resende, no Sul do Estado do Rio, nesta quinta-feira, dia 1º, vai possibilitar que o adolescente Matheus Marques, de 14 anos, receba doação de medula óssea do próprio irmão, dois anos mais novo. A decisão do magistrado torna viável a doação de um menor de 18 anos com autorização dos pais para tratar de uma leucemia mialoide aguda, um tipo de câncer que ataca o sangue e a medula óssea”. O magistrado destacou: “É um caso muito difícil para mim, porque tenho um casal de filhos com a mesma faixa etária. Fiquei muito feliz em ter a oportunidade de ajudar de alguma maneira. Imagino o sofrimento que a família vem passando”.

Fontes: a)http://saudejur.com.br/tjrj-justica-autoriza-doacao-de-medula-ossea-entre-irmaos-menores-de-idade/;

b)http://www.abto.org.br; c) Lei federal nº 9434/97

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