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Investir em pessoas com deficiência fortalece o mercado e o profissionalismo

Comunicação Unimed Maringá

Colaboradores não são contratados com a intenção de a cooperativa se adequar a uma lei, mas pelas habilidades e o trabalho que podem oferecer para a Unimed

31 Maio 2017 -

Você já deve ter passado por aqueles dias que só reclama da vida, que está no trabalho e começa a reclamar em como está com dor nas costas, com a visão turva, cansado de trabalhar sentado, com dificuldades em digitar um texto e uma série de reclamações que só terminam quando você reflete que tem pessoas em situações bem mais difíceis do que a sua. Já parou para pensar naquelas pessoas que por algum motivo, seja acidente ou nascença, têm alguma deficiência, mas ainda assim se esforçam e procuram sempre ver o lado bom de tudo, até mesmo com as dificuldades.

Quase 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45 milhões de pessoas com deficiência (PCDs). Em 2015, o número de empregos para as PCDs cresceu 5,75% em relação ao ano de 2014.

A Unimed Maringá não contrata funcionários com deficiência somente por causa da lei, mas sim, por acreditar no trabalho capaz do profissional, e incentivá-lo diante das dificuldades que poderá ter. É o caso do auxiliar administrativo da Controladoria da Unimed Maringá, Mauro Akio Candido, que é colaborador da cooperativa há um ano e conta que a sua deficiência é de nascença, conhecida como retinoblastoma, um tumor maligno da retina desenvolvido a partir dos retinoblastos que são células precursoras dos fotorreceptores da retina. Candido só enxerga com um olho (o direito), e destaca que por conta da sua deficiência nunca teve algum problema em trabalhar, mas lembra que durante o dia tem de descansar a visão do outro olho para que não tenha posteriormente dores de cabeça ou até mesmo tonturas. “Na Unimed me sinto em casa, meus colegas são atenciosos por conta da minha deficiência e me ajudam a crescer como profissional”, diz Candido.

Atualmente 26 colaboradores da Unimed são PCDs. A supervisora de Gestão de Pessoas, Eveline Carvalho, explica que desde 2004 a cooperativa já tinha uma pessoa registrada como PCD e que há 13 anos não tinha a necessidade de a empresa se adequar em cota, como é realizado hoje. Ela frisa que os colaboradores “não foram contratados com a intenção de fazer a cooperativa se adequar a uma lei, mas sim pelas habilidades e o trabalho que os profissionais podem oferecer para a Unimed, independentemente de ser uma pessoa com deficiência”.

Em relação ao apoio da cooperativa quanto aos profissionais, Eveline Carvalho, destaca que é importante as empresas se abrirem para a diversidade como um todo. “Quando falamos de diversidade, falamos da pessoa com deficiência, dos jovens aprendizes, das pessoas com diferenças de religião, gênero e etnia. As diferenças completam a equipe, desde o modo de pensar, como a forma de a cooperativa enxergar as pessoas com pensamentos diferentes”, diz.

 

O colaborador Mauro Akio Candido nasceu com um tumor maligno da retina, conhecida como retinoblastoma. (Crédito: Yago Lobo) 

 

A deficiência está nos olhos de quem vê

A deficiência visual, que para muitos poderia ser a causa de um isolamento social ou limitação para prática de alguma atividade, não faz efeito algum na vida de Ricardo Alexandre Vieira, de 39 anos. Cego desde o nascimento, ele é um dos que desafiam os limites que a cegueira possa tentar colocar. Vieira é atleta do Amacap/Unimed, time maringaense de goalball de Maringá e gestor do esporte na Associação Maringaense dos Amigos do Centro de Apoio Pedagógico (Amacap).

 

Os jogadores do time são contratados como PCDs e apresentam as habilidades e profissionalismo toda vez que entram em quadra. (Crédito: Assessoria)

 

Veira conta ainda que antes de firmar parceria com a Unimed já tinha enviado projetos e propostas para diversas instituições, com a intenção de buscar parceria. Porém, diante das dificuldades ele já tinha definido que a equipe estava pronta para dizer adeus às quadras, pois estava difícil sobreviver do esporte. Foi então que a Unimed entrou na jogada e firmou parceria com a Amacap, em dezembro de 2015. “O investimento da cooperativa é ímpar e que veio em um momento esperado por todos da equipe, pois não queríamos desistir dos nossos sonhos, e o que fizeram por nós não temos nem palavra para agradecer”, acrescenta.

Os jogadores do time são contratados pela cooperativa como PCDs e apresentam as habilidades e profissionalismo toda vez que entram em quadra. Isso mostra como a Unimed, independentemente da diversidade, apoia o sonho do profissional.

Para o jogador, Ricardo Alexandre Vieira, o goalball é uma escola. “É muito importante em minha vida, porque eu aprendi com o esporte enquanto convivência em equipe e ser humano. Mas também é importante profissionalmente, já que eu ganho para jogar e isso me ajuda financeiramente. Eu me sinto realizado jogando goalball.”

 

Treinadora do time de goalball maringaense, Rosemeire Ferreira dos Santos Aoki, e o atleta Ricardo Alexandre Vieira. (Crédito: Assessoria)

 

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