Projeto Parto Adequado

É um movimento que estimula a mudança na atenção obstétrica que visa identificar modelos inovadores e viáveis de atenção ao parto e nascimento, além de disseminar informações e ofertar cuidados que valorizem o parto normal e reduzam o número de cesarianas sem real indicação clínica.

Foi desenvolvido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Hospital Albert Einstein (HIAE) e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com o apoio do Ministério da Saúde. O objetivo é apoiar a implementação de boas práticas da assistência baseada em evidências científicas no setor suplementar de saúde.

Direitos da gestante

Conheça alguns dos seus direitos: 


• As gestantes, pela constituição Federal, possuem estabilidade no emprego desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto. (LEI Nº 12.812, DE 16 DE MAIO DE 2013.)

• As empresas em que trabalham no mínimo 30 mulheres com mais de 16 anos de idade deverão ter local apropriado para deixarem seus filhos ou adotarem sistema de reembolso-creche. (CLT, artigo 389, seção IV / Portaria no 3.296, de 03/09/86, artigo 1º.)

• Até os seis meses de vida do bebê as mulheres possuem o direito de dois descansos especiais de meia hora cada um durante a jornada de trabalho para amamentar ou realizar a extração de leite materno. (CLT, artigo 396, seção V)

• As trabalhadoras em regime CLT possuem o direito, garantido pela Constituição Federal, de 120 dias de licença-maternidade. (CLT, artigo 392, seção V)

• Todos os pais trabalhadores possuem o direito a 5 dias de licença-paternidade a partir do dia do nascimento do bebê. (LEI Nº 13.467, DE 13 DE JULHO DE 2017.)

• A Lei 11.108/2005 garante à mulher o direito a um acompanhante de sua escolha em todas as fases do parto normal e cesarianas.

• Sabendo-se que a escolha pelo parto normal é uma recomendação bem amparada, mas não uma obrigação. E assim como há casos de real necessidade de interrupção da gestação antes do trabalho de parto espontâneo, a UGF disponibiliza os documentos necessários para serem preenchidos caso a vontade e/ou necessidade seja por uma cesárea eletiva.
 
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O que levar para a maternidade

O momento de arrumar a mala para a maternidade é aguardado durante toda a gestação e remete a tão chegada hora do nascimento. Com isso trouxemos algumas sugestões do que levar para a maternidade nesse momento especial.

Para o bebê:


• 6 body;
• 6 mijões;
• 6 macacões;
• 6 pares de meia;
• fraldas de boca;
• 2 casaquinhos com botões na frente;
• 1 cobertor;
• 1 pacote de fraldas descartável;
• 1 escova para cabelo;
• 2 toalhas fraldas;
• sabonete líquido de glicerina (PH neutro);
• Cotonetes;
• Álcool 70%;
• Algodão;
• 1 sacolinha para roupas sujas.

Para a mãe:


• 2 ou mais camisolas, ou pijamas com abertura frontal;
• 1 roupão;
• Calcinhas confortáveis;
• Meias;
• Sutiãs próprios para amamentação;
• 1 pacote de Fraldas tipo calcinha ou absorventes pós-parto;
• Produtos de higiene pessoal (escova de dentes, pasta de dentes, fio dental, shampoo, condicionador, sabonete, desodorante, hidratante e escova de cabelo);
• Chinelo ou pantufa;
• 1 muda de roupa para a saída da maternidade;
• Presilhas (para prender os cabelos, se desejar);
• 1 sacola de roupas sujas;
• Almofada de amamentação (se desejar).

Outros itens para separar:


• Celular e carregador;
• Bebê conforto (para a saída da maternidade);
• Adaptador de tomada;
• Documentos pessoais (caderneta da gestante, exames do pré-natal, como ultrassons e exames de sangue, carteira do plano de saúde, plano de parto, termos previamente assinados quando for o caso).

Dica: entre em contato com a maternidade que você pretende realizar o parto do seu bebê e confira se há uma lista da própria instituição.
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Tipos de parto

Para falar sobre vias de parto, primeiro temos que entender o porquê de existir essa questão. O projeto parto adequado surgiu da necessidade de mudança do modelo de atenção ao parto e nascimento, veio incentivar a adoção de boas práticas fundamentadas em evidências científicas, que por ventura valorizem o parto normal e reduzam o percentual de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar.
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Mas o que seriam as cesáreas desnecessárias? 
Bom, pra responder isso precisamos trazer alguns dados. No Brasil, 84% dos nascimentos na rede suplementar são por via cirúrgica, mas porque isso seria um problema? A questão é que quando é feita uma cirurgia sem real indicação há mais chances de complicações tanto para mãe, como para o bebê. 

De acordo com Organização Mundial da Saúde uma taxa segura de realização das cesáreas seria algo em torno de 10-15%, onde os benefícios da realização seriam maiores que os riscos da mesma. Esta determinação está embasada na indicação de que apenas 15% do total de partos irão apresentar alguma indicação precisa para a realização de cesariana, isto significa que, há situações reais onde é essencial a realização da cirurgia para preservação da saúde materna e/ou fetal (OMS, 1996). 

Diante disso, nosso intuito e esforços são para garantir que as cesáreas sejam realizadas nos casos em que são necessárias, em lugar de alcançar uma taxa específica de cesáreas.

Entendendo um pouco do porquê deste projeto e desse ideal precisamos saber as diferenças de cada via de parto.
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Desenvolvimento do bebê por mês

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Maternidades

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