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Calor favorece a incidência de piolhos

Calor favorece a incidência de piolhos

Quer evitar a transmissão ou eliminar estes insetos indesejáveis? Confira orientações divulgadas pelo Ministério da Saúde.

Calor favorece a incidência de piolhos

13 Janeiro 2017
As complicações de saúde relacionadas ao verão, geralmente, envolvem intoxicação alimentar, desidratação e insolação. Mas, além delas, existe outro problema também associado aos dias quentes: o favorecimento da proliferação de piolhos. Conforme o Ministério da Saúde, “quanto maior a temperatura, mais acelerado é o desenvolvimento do piolho dentro do ovo. Por isso, há maior incidência do inseto no verão”. 

Popularmente, a espécie de piolho mais conhecida é o piolho da cabeça (Pediculus humanus capitis), existem também outros dois, o do corpo (Pediculus humanus corporis) e o da região pubiana (Phthirus pubis). Ambas as espécies vivem em torno de 30 dias, período em que por centenas de vezes alimentam-se com sangue e acasalam. A fêmea produz ao longo da vida, em média, de 150 a 300 ovos. 

O piolho não voa e não pula, portanto, a transmissão pode ocorrer de duas formas: contato direto de uma pessoa com a outra (proximidade das cabeças) ou ao compartilhar objetos de uso pessoal. O principal sintoma da infestação de piolhos é a coceira, que ocorre devido à combinação de duas substâncias liberadas pelo piolho durante a alimentação. Para eliminar ou evitar o aparecimento de piolhos, é importante seguir medidas seguras repassadas pelo Ministério da Saúde: 


Texto: Rafaela Fusieger

Fonte: Ministério da Saúde

Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico-científico do Portal Unimed.

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