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De mal com o espelho

De mal com o espelho

A acne, tormento de muitos adolescentes, pode afetar as relações sociais e abalar a autoestima

De mal com o espelho

12 Janeiro 2010
A acne, principalmente em adolescentes, não é apenas um problema de pele. Ela pode acarretar tensão psicológica e insegurança com a aparência, especialmente em casos moderados e severos. A adolescência, que é uma fase de muitas mudanças físicas e emocionais, é também o período em que a acne aparece mais facilmente. As reclamações sobre o problema devem ser levadas a sério pelos pais e não vistas apenas como “coisa de adolescente”.

Apesar de ser uma doença de pele bastante comum , a acne pode ser um tormento para os adolescentes. Os anos da puberdade são de descobertas e de transformações para a garotada, o que por si só gera incertezas. Com um “empurrãozinho” de cravos, espinhas e cistos na pele, a autoestima e a satisfação com a própria imagem podem ficar profundamente abaladas.

O sofrimento dos adolescentes com essa questão cutânea é, em certos casos, incompreensível para os pais. - Por que tanto drama por causa de algumas marquinhas no rosto?-, alguns se perguntam. Mas, antes de questionar o sentimento dos filhos, os pais devem tentar ajudá-los.Tratar a situação de forma natural, sem deixar o filho se sentir mal com a aparência, nem fazer pouco caso de suas queixas pode ser um começo positivo. Sem esquecer, claro, de conversar com um médico e procurar a melhor solução.

Tratamento
Há vários tipos de tratamentos para a acne. O médico dermatologista poderá indicar o mais adequado para as características de cada pessoa. O resultado, no entanto, depende da disciplina do paciente para aderir ao tratamento e para não tomar algumas atitudes que pioram a situação, como espremer cravos e espinhas.

O aumento na atividade das glândulas sebáceas, que mantêm a pele lubrificada e hidratada através do sebo, é um dos principais responsáveis pelo aparecimento da acne. Isso é causado, geralmente, por questões hormonais, mas fatores genéticos também têm sua parcela de culpa.

Ao procurar ajuda especializada, o paciente talvez esteja buscando solução também para a vergonha e o desconforto que sente com as marcas e erupções na pele e que o afasta de uma vida social mais integrada. Para os adolescentes, solucionar o problema vai além de cuidar da pele – é cuidar de si por inteiro e de seu modo de viver.

Taise Bertoldi

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia, Veja.com (Blog Lucia Mandel)

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.


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