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AIDS: ainda é preciso prevenir

AIDS: ainda é preciso prevenir

Doença causada pelo HIV ainda não tem cura. A prevenção é a melhor maneira de evitar a contaminação pelo vírus

AIDS: ainda é preciso prevenir

1º Dezembro 2017

Em 2016, o Brasil tinha mais de 830 mil pessoas vivendo com o vírus HIV, segundo dados da UNAIDS, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS. A estimativa é que 48 mil novas infecções tenham ocorrido naquele mesmo ano. Os números ainda são preocupantes e o melhor caminho para a prevenção é o compartilhamento de informações sobre os perigos da doença. 

A contaminação pelo HIV, vírus responsável pela AIDS, se dá pelo sexo desprotegido com pessoas soropositivas, transfusão com sangue contaminado, compartilhamento de seringas ou de mãe para filho durante a gestação, parto e amamentação – 99% dos bebês podem nascer sem o HIV se as mães seguirem o tratamento recomendado.

 

O ataque frequente do HIV ao sistema imunológico diminui a função imunológica dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+) e deixa o organismo vulnerável a infecções. Os sintomas que podem aparecer nessa fase são febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

 

Pessoas que tiveram contato com o vírus por meio de violência sexual, relação sexual desprotegida ou acidente ocupacional (com instrumentos cortantes/perfurantes ou contato direto com material biológico) devem procurar imediatamente o médico para a realização da Profilaxia Pós-Exposição (PPE), tratamento para evitar a sobrevivência e a multiplicação do HIV no organismo, quando a exposição ao vírus ocorrer entre 2 e 72 horas.

Apesar de não existir cura para o HIV, quem é portador do vírus deve fazer o tratamento com “coquetel” de medicamentos, conhecido como terapia antirretroviral (ART). O objetivo é ajudar a impedir a manifestação do HIV e evitar o enfraquecimento do sistema imunológico, melhorando a qualidade de vida e reduzindo as infecções como tuberculose e pneumonia. 

 

Ter o HIV não é o mesmo que ter AIDS. Uma pessoa que é identificada com o vírus pode viver anos sem apresentar os sintomas e sem desenvolver a doença. Porém, o fato de ser soropositivo já é suficiente para transmitir o vírus para outras pessoas.

 


Texto: Jailde Barreto / Design: Carolina Moura

Fonte: Ministério da Saúde e UNAIDS

Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico-científico do Portal Unimed.


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