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Volta às aulas e adaptação escolar

Volta às aulas e adaptação escolar

Brincar, aprender e encarar novos desafios: tudo isso faz parte da vida escolar. Conheça alguns cuidados dessa etapa e como preparar os filhos para essa fase

Volta às aulas e adaptação escolar

12 Fevereiro 2018

Nem sempre a volta às aulas é recebida com entusiasmo pelas crianças e adolescentes. O momento, quase sempre, é regado de muito medo e ansiedade. Veja algumas dicas para que essa transição, tanto das férias para o retorno escolar quanto do início da educação infantil, seja saudável, tranquila e harmoniosa.

 

 

Primeiro dia

É muito comum que os pequenos estranhem a ida para a creche ou pré-escola. Eles estão habituados a passar o dia com os pais ou familiares e, quando chega o momento de ficar algumas horas na ausência dos conhecidos, podem estranhar as pessoas e o novo ambiente.

  • Converse com a criança sobre seus sentimentos em relação à nova escola;
  • Faça uma primeira visita à escola com seu filho antes do primeiro dia de aula. Converse com professores e direção e tente esclarecer eventuais dúvidas da criança;
  • Incentive a amizade com outros colegas antes do início das aulas, assim ele se sentirá mais confortável no primeiro dia de aula;
  • Transmita sensação de otimismo, sem ser irrealista, sobre a rotina na nova escola. Lembre-a de que os professores irão se esforçar para que se sinta bem-vinda no novo ambiente
  • Incentive-o a participar de atividades que lhe desperte o interesse.

 

Algumas creches e escolas solicitam a presença dos pais por um tempo no ambiente até se certificarem de que tudo está bem. Isso ajuda a dar sensação de segurança para as crianças. O sentimento de estranheza também pode acometer crianças e adolescentes que estão chegando na escola pela primeira vez, seja por mudança de cidade ou de instituição de ensino. Já a ansiedade pode ser comum naqueles que estão no ensino médio e estão começando a pensar nas escolhas da vida universitária.

Para amenizar os momentos de ansiedade e medo, relembre para a criança sobre os momentos divertidos que vivenciou no ano anterior e diga que possivelmente outras crianças também estarão se sentindo como ela. Reforce que o professor estará pronto para ajuda-lo, caso precise. Tanto os pais quanto a escola devem também ficar atentos às mudanças de comportamentos em crianças e adolescentes e a qualquer sinal de bullying ou outra forma de violência.

 

Sono e Alimentação

Possivelmente, algumas mudanças nos hábitos ocorreram durante as férias. Alterações no horário de dormir ou na alimentação são algumas delas. Com o retorno da rotina escolar é preciso retomar também os horários de sono para quem passou a dormir pouco ou para aqueles que passaram a acordar mais tarde do que o habitual. Normalizar os horários é importante porque ajuda na disposição e rendimento escolar.

Caso tenham ocorrido mudanças na alimentação, é hora de se readaptar aos velhos hábitos, alimentando-os adequadamente e nos horários da escola. Incentive-os também a fazer ingestão de água durante o dia para evitar desidratação.

 

 

Vacinação em dia

Caso não tenha aproveitado as férias para atualizar a caderneta de vacinação, faça isso o quanto antes. Doenças típicas entre as crianças podem ser evitadas com a imunização. A ida ao pediatra também deve fazer parte da rotina. Esse acompanhamento é importante para ajudar a garantir a saúde integral durante toda a infância.

 

 

 

Transporte seguro

Todas as crianças de até os 7 anos e meio de idade devem ser transportadas em cadeiras e assentos especiais, conforme a idade. A segurança durante o trajeto é importante ainda que o percurso seja curto. Não permita que a criança sente no banco da frente ou fique no banco traseiro sem o devido equipamento de segurança. Se for contratar transporte escolar, certifique-se das condições de segurança do automóvel.

 

 

 

Prevenção contra doenças

Doenças causadas por vírus e parasitas podem ser facilmente transmissíveis em fase escolar. Para evitá-las valem velhas recomendações como lavar sempre as mãos. Doenças como a dengue, zika e chikungunya podem ser evitadas com o uso de repelentes. Os pais também são agentes importantes de prevenção. No caso de identificarem focos de criadouros, devem alertar a escola sobre os perigos no local.

 

 
 

Texto: Jailde Barreto / Design: Carolina Moura | Alex Mendes

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)/ American Academy of Pediatrics

Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico-científico do Portal Unimed.


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