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Grupo de Tabagismo da Unimed Londrina alcança índice de efetividade de 49% entre os participantes

Grupo de Tabagismo da Unimed Londrina alcança índice de efetividade de 49% entre os participantes

Resultado é considerado alto quando comparado com iniciativas realizadas por outras instituições

Grupo de Tabagismo da Unimed Londrina alcança índice de efetividade de 49% entre os participantes

Resultado é considerado alto quando comparado com iniciativas realizadas por outras instituições

26 Maio 2021

O Programa de Cessação ao Tabagismo – Grupo de Tabagismo da Unimed Londrina conseguiu que 49% dos 166 participantes que aderiram ao tratamento em 2019 abandonassem o tabaco. O resultado é considerado alto quando comparado com outras instituições que mantém programas similares e com os resultados do tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O estudo realizado pela Unimed Saúde, serviço da Unimed Londrina que mantém o Grupo de Tabagismo, acompanhou os participantes que ingressaram no programa durante o ano de 2019 e concluíram o programa após 12 meses.

“O resultado alcançado entre os clientes que ingressaram no programa naquele ano foi muito positivo, pois além de ter ficado acima de outras instituições que também oferecem o tratamento, ocorreu durante um período de pandemia, quando muitos fumantes aumentaram o consumo de cigarros”, comenta Rodrigo Gomes da Silva, analista administrativo da equipe da Unimed Saúde.

A avaliação dos participantes do Grupo de Tabagismo tem como objetivo conhecer e avaliar os resultados do programa. O levantamento inclui dados como perfil socioepidemiológico, grau de dependência da nicotina, uso de medicamento auxiliar para a cessação, taxa de cessação de tabagismo, taxa de abandono do programa e os custos com cada paciente.

Dos 166 pacientes que ingressaram no programa em 2019, 56% eram do sexo masculino e a média de idade dos participantes foi de 48 anos (os grupos contaram com pessoas entre 20 e 75 anos). Entre as pessoas que participaram da pesquisa, 59% tinham o ensino superior completo. A avaliação também mostrou que o nível de dependência da nicotina entre os participantes estava entre médio (15%) e elevado (32%). O tempo de tabagismo era alto, 92,2% dos pacientes fumavam há mais de 10 anos. O estudo também mostrou que 83% dos clientes utilizaram o medicamento de apoio, fornecido pelo serviço.

O Programa de Cessação de Tabagismo ocorre em duas etapas. A primeira, chamada Fase de Tratamento, se completa com 12 reuniões dos grupos de pacientes.

Caso o cliente consiga parar de fumar na primeira etapa, ele é direcionado para a Fase de Manutenção, quando participa de reuniões mensais em que são avaliados o progresso e as dificuldades dos clientes. Nessa fase, são discutidas estratégias para evitar recaídas e reforçar os benefícios atingidos com a mudança de hábito.

Silva lembra que a fase de manutenção do grupo avaliado aconteceu em 2020 e foi conduzida por telefone ou pela plataforma Zoom, devido à pandemia do novo coronavírus.

O analista observa que, dos 135 pacientes que completaram a primeira fase de três meses de tratamento, 118 deixaram de fumar e foram convidados a seguir para a Fase de Manutenção. Desses, 117 seguiram com o tratamento e 110 estavam ativos no terceiro mês de manutenção, com 94% deles sem fumar. Ao fim do tratamento, 82 pacientes (49%) terminaram os 12 meses do programa alcançando o objetivo da cessação do tabagismo.

Silva lembra que o Programa de Cessação do Tabagismo continua aberto para adesão de novos pacientes que queiram parar de fumar. “Temos três grupos acontecendo ao mesmo tempo”, comenta.

Por ora, as reuniões seguem virtualmente, mas de acordo com Silva, a partir de junho serão retomados os encontros presenciais.


Assessoria de Imprensa

Fonte: Unimed Londrina