Voltar

Excesso de gordura gera processos inflamatórios constantes e perigosos

Excesso de gordura gera processos inflamatórios constantes e perigosos

Excesso de gordura gera processos inflamatórios constantes e perigosos

20 Novembro 2020

Durante a pandemia, a questão da obesidade ficou ainda mais evidente. Pessoas jovens morreram ou ficaram em estado grave. E não é por acaso: o excesso de gordura gera uma gama de processos inflamatórios constantes. Assim, o sistema de defesa fica tão ocupado com isso que lutar contra outros problemas de saúde pode ser bem difícil.

De acordo com as estatísticas, mais da metade dos brasileiros está acima do peso e cerca de 20% da população é obesa. São números que geram preocupação e um grave problema de saúde.

Quer saber mais sobre a obesidade, quais os principais fatores de risco, formas de tratamento e como prevenir a doença? Então, confira!

O que é obesidade?

A obesidade é uma doença cuja principal característica é o excesso de gordura corporal. Ela, por si só, consegue gerar uma série de problemas de saúde e deixa o corpo mais vulnerável para desenvolver outros problemas, como a hipertensão arterial e o diabetes. 

A obesidade é diagnosticada quando uma pessoa está com o IMC (Índice de Massa Corporal) maior do que 30.

Quais as principais causas?

Há várias causas para a obesidade. Algumas são controláveis. Outras, não. Por exemplo, pessoas com Síndrome de Cushing têm mais chances de se tornarem obesas. Outras causas para o problema são o sedentarismo e a manutenção de uma dieta ruim, repleta de carboidratos e gorduras, que fazem mal à saúde.

Há também fatores de risco associados. Por exemplo, a obesidade também está ligada a uma causa genética, mas isso não quer dizer que seja algo determinante para que uma pessoa seja obesa. Apenas significa que será mais difícil para ela manter o peso quando comparada a outras pessoas.

O uso de alguns medicamentos, como antidepressivos, também pode ajudar no acúmulo de gordura pelo corpo. Pessoas com problemas para dormir tendem a comer mais e, na maioria das vezes, não são alimentos saudáveis.

Como é feito o diagnóstico?

O médico, principalmente o endocrinologista, nutrólogo ou nutricionista podem diagnosticar a obesidade. Para isso, basta calcular o IMC, com base na altura e no peso do paciente. Se o IMC for maior do que 30, o paciente é diagnosticado com a doença.

Para isso, também são feitos outros exames, como o de colesterol — total e frações — exames de sangue para analisar se há problemas hormonais envolvidos e a glicemia em jejum. Na verdade, esses exames ajudam a estabelecer qual o quadro atual do paciente, a fim de iniciar o melhor tratamento e entender a causa do problema.

Como é feito o tratamento da obesidade?

Mudança na dieta e a prática de exercícios físicos são fundamentais para a recuperação. Como normalmente são essas as causas, eliminando-as, é possível ter um resultado positivo.

Em casos mais graves ou em que o paciente tenha limitações de movimento (o que não é incomum), pode ser necessária uma intervenção cirúrgica. Aqui entra, por exemplo, a cirurgia bariátrica - já bastante conhecida. O médico vai escolher qual é a melhor técnica a ser utilizada, de acordo com a necessidade e o estado de saúde do paciente.

Prevenir a obesidade não é difícil. A ideia principal é passar a gastar mais calorias do que consumir. Uma mudança na alimentação é fundamental, especialmente aumentando o consumo de proteínas e gorduras saudáveis e reduzindo o consumo de carboidratos.

Gostou de saber mais sobre o assunto? Então, assine a nossa newsletter e receba mais dicas de como cuidar melhor da sua saúde!

Cuidar de você. Esse é o plano.