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Mortalidade materna: casos no Brasil são quase o dobro da meta da ONU

Mortalidade materna: casos no Brasil são quase o dobro da meta da ONU

Mortalidade materna: casos no Brasil são quase o dobro da meta da ONU

28 Maio 2021

A cada 100 mil partos realizados no Brasil, 59 mulheres morrem ao dar à luz. O número é quase o dobro da meta estipulada pela ONU e foi divulgado pelo Ministério da Saúde. 28 de maio é o Dia Nacional de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, e a Unimed Cascavel faz parte desta batalha.

A morte de gestantes e puérperas faz parte de um debate que começou em 1984, na Holanda, quando foi instituído o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. Dez anos mais tarde, em 1994, o tema passou a ser visto sob uma ótica de ainda mais cuidado no Brasil, incluindo estudos para evitar as principais causas desses óbitos:

• Hipertensão arterial
• Complicações no puerpério
• Hemorragias pós-parto
• Abortos mal sucedidos

Planejamento familiar e a conscientização de adolescentes sobre os riscos de uma gestação precoce também permeiam essa importante discussão. Como medida de prevenção, destaca0-se a importância da presença do acompanhante de escolha da mulher durante o período de trabalho de parto, parto e pós-parto, questão que é garantida por lei e cujas evidências indicam para a redução da mortalidade materna.

Outro aspecto a ser melhorado diz respeito às consultas pré-natais, que contribuem para prevenir ou diagnosticar precocemente possíveis enfermidades, a fim de diminuir os riscos à mamãe e ao bebê.

A atenção às gestantes na Unimed Cascavel

A prática do Jeito de Cuidar Unimed está presente em todos os momentos da vida dos beneficiários da Cooperativa. Por isso, projetos especiais são desenvolvidos para o período da gestação e do puerpério:

• Projeto Cegonha

Destinado a beneficiárias Unimed Cascavel (158) que estejam a partir da 12ª semana de gestação, o “Cegonha” orienta as futuras mamães sobre os cuidados durante a gravidez e no período de pós-parto, bem como cuidados com o período de amamentação, aspectos emocionais no trabalho de parto e pós-parto, métodos não farmacológicos para alívio da dor, importância das vacinas, primeiro banho do recém-nascido, entre outros. Uma equipe formada por médico, enfermeira obstetra, nutricionista, fisioterapeuta e psicóloga é responsável pelas orientações, oferecidas ao longo de seis encontros semanais.

Para saber mais sobre o projeto e como participar, ligue para (45) 3099-4122.

• Parto Adequado

A proposta do Parto Adequado tem o crivo de instituições importantes, como a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI). O conceito se remete ao parto vaginal, também chamado de parto normal (natural), nome que ajuda a reforçar a diferença em relação ao parto agendado (cesáreas). A iniciativa estimula a decisão participativa do modelo de parto entre a mamãe e médico especialista, levando sempre em consideração o estado de saúde da gestante e do bebê. Desde que o Projeto Parto Adequado (PPA) foi colocado em prática em várias cidades do Brasil, o número de partos normais aumentou pelo menos 40% entre os hospitais participantes.

Para saber mais sobre o projeto e como participar, ligue para (45) 3099-4122.

Uma questão mundial

A diminuição da mortalidade materna é uma das principais metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Até 2030, a Organização das Nações Unidas quer que o índice caia para no máximo 30 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos.

A Unimed Cascavel é signatária dos ODSs e defende a saúde e as vidas maternas.

Cuidar de você. Esse é o plano.