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Durante pandemia, colaboradores recebem apoio psicológico do HUSD

Durante pandemia, colaboradores recebem apoio psicológico do HUSD

Atendimento presencial e individual foi oferecido a todos os profissionais da unidade

Durante pandemia, colaboradores recebem apoio psicológico do HUSD

Atendimento presencial e individual foi oferecido a todos os profissionais da unidade

29 Abril 2020

Prestar o cuidado e oferecer o atendimento necessário ao paciente e, ao mesmo tempo, entender as necessidades dos colaboradores. É desta forma que tem atuado o Hospital Unimed São Domingos (HUSD), em busca de oferecer boas condições de trabalho aos profissionais que atuam na unidade hospitalar durante a pandemia da Covid-19, mesmo que a rotina de atendimentos ainda tenha sido pouco alterada.

 

Os colaboradores, principalmente aqueles que atuam diretamente no combate ao Coronavírus, foram orientados a buscar o apoio psicológico, oferecido pela própria instituição. O atendimento é presencial e feito de forma individual. O apoio foi disponibilizado desde o começo da pandemia, principalmente para funcionários que atuam direta ou indiretamente com pacientes com síndrome gripal.

 

“Atendemos funcionários de várias áreas, desde o Posto 4 (ala dedicada a pacientes com suspeita ou positivo para Covid-19), até recepção, pediatria, laboratório. De uma forma geral, todos têm sido afetados por esta nova rotina. Algumas vezes pelo preconceito de familiares, mas, em sua grande maioria, pela preocupação em transmitir a doença a entes queridos”, disse a psicóloga Maria Carolina dos Santos Motta.

 

Uma das preocupações do hospital era de que o colaborador estivesse realmente apto para atuar nesta frente, em combate à Covid-19. “Nós convidamos os colaboradores e houve um consenso de que os interessados deveriam estar bem física e psicologicamente para a prestação do serviço”, disse o coordenador de Enfermagem da UTI Adulto, Ozeias Ujaque.

 

De acordo com a gerente de Enfermagem do HUSD, Adriana Tanaka, o cuidado do hospital com seus públicos, sejam eles internos ou externos, foi redobrado. “É importante lembrar que estes profissionais precisaram, muitas vezes, optar por ficar longe de seus filhos, deixando-os com parentes próximos. Ao mesmo tempo, não podemos deixar nosso maior bem, o paciente, desprovido de atenção. É intrínseco à nossa profissão a vontade de ajudar o próximo”, ressaltou.

 


Fonte: Helen Ventura | Unimed Catanduva