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Primeira “ablação cardíaca” é realizada no Complexo Hospitalar Unimed Botucatu

Primeira “ablação cardíaca” é realizada no Complexo Hospitalar Unimed Botucatu

Primeira “ablação cardíaca” é realizada no Complexo Hospitalar Unimed Botucatu

9 Novembro 2022

O Serviço de Hemodinâmica do Complexo Hospitalar Unimed Botucatu realizou no mês de outubro o procedimento conhecido como Ablação Cardíaca. Minimamente invasivo, oferece excelentes resultados para os portadores das arritmias cardíacas. 

O procedimento não possui cortes, apenas uma pequena incisão na virilha para a inserção de cateteres especiais que chegam até o coração. Esses cateteres encontram o foco das células que estão causando a arritmia e as queimam por radiofrequência, permitindo intervir de forma definitiva e curativa na maioria dos casos que é indicado.

Após o procedimento, um curativo é feito na virilha, por onde foram introduzidos os cateteres. O paciente deve ficar com a perna imobilizada por até 6h e evitar esforços excessivos por 24h. A alta hospitalar costuma ser dada dentro de 24h. 

A ablação cardíaca tem duração de aproximadamente 2-3 horas e possui baixo risco de complicações. O paciente pode voltar à rotina normal em até uma semana, dependendo da avaliação do médico. 

O paciente tratado na Unimed Botucatu tem 45 anos e tinha histórico de palpitações com piora arrítmica nos últimos dois meses. A ablação cardíaca foi indicada por Luís A. F. Cicchetto, médico cardiologista e responsável pela Unidade de Terapia Intensiva e o procedimento foi realizado pelos médicos cardiologista e eletrofisiologista, Roberto Berber e o Guilherme Ferreira. 

Coração - As arritmias cardíacas são alterações no ritmo dos batimentos do coração. Podem ser causadas por uma desordem do próprio coração ou ser resultado de outras doenças e hábitos de vida não saudáveis. 

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia atestam que mais de 300 mil pessoas morreram em decorrência de doenças cardiovasculares só ano passado, no Brasil. 
Os problemas ligados ao coração são uma das principais causas de morte no mundo.

Créditos: Unimed Botucatu