Voltar

Câncer de mama de origem hereditária retrata menos de 10% dos casos

Câncer de mama de origem hereditária retrata menos de 10% dos casos

Câncer de mama de origem hereditária retrata menos de 10% dos casos

18 Outubro 2018

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, e ele não tem uma causa única. São vários fatores que podem aumentar o risco de desenvolver a doença, como fatores endócrinos/história reprodutiva, genéticos/hereditários e comportamentais/ambientais.

Mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, são mais propensas a desenvolver a doença, mas isso tem mudado. Houve um aumento na incidência de câncer de mama em mulheres jovens na última década. Em mulheres com menos de 35 anos, a incidência no Brasil hoje está entre 4% e 5% dos casos.





 

 

 

- Aparecimento de um nódulo duro na mama ou próximo da axila, que pode ser percebido através do toque e do autoexame da mama;
- Saída de liquido pelo mamilo quando pressionado, podendo ser sangue;
- Tamanho ou formato diferente das mamas, que antes não existia;
- Ter a mama inchada, vermelha e quente e que causa coceira.
 









 

O câncer de mama de origem hereditária representa de 5% a 10% dos casos da doença no país. A explicação é uma mutação nos genes: acontece na célula germinativa e é passada de geração em geração. Então um filho de um portador com a mutação tem a chance de herdar 50%.
A partir disto, as famílias têm que ter um acompanhamento médico e aconselhamento genético.
 









 

O diagnóstico precoce é fundamental no tratamento contra qualquer tipo de câncer. A realização anual da mamografia para mulheres a partir de 40 anos é importante para que seja diagnosticado antes.
O autoexame é muito importante para que a mulher conheça bem o seu corpo e perceba com facilidade qualquer alteração nas mamas e assim procure rapidamente um médico. Vale lembrar que o autoexame não substitui exames que podem definir o tipo de câncer e a localização dele.









 

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis.
De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores. Cuidar da alimentação, controle do peso e praticar atividade física podem reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver o câncer de mama. Também deve-se evitar o consumo de álcool e tabaco.









 

Existem vários tipos de câncer de mama, e por isso, o tratamento não deve ser padrão. Cada tumor tem um tratamento específico, prescrito pelo médico oncologista. O que vai determinar a escolha do tratamento é a presença ou ausência de receptores hormonais, o estadiamento do tumor, se já apresenta o diagnóstico com metástase ou não.
Outro fator determinante para o tratamento é a paciente e qual o seu estado de saúde e época da vida. Nesse caso, deve ser levado em conta o impacto dos tratamentos e se eles irão interferir na qualidade de vida da paciente.









 

Deve ser praticado mensalmente entre o 7º e o 10º dia contados a partir do 1º dia da menstruação. As mulheres que não menstruarem devem escolher um dia do mês.
- Mama: para examinar a mama esquerda, coloque a mão esquerda atrás da cabeça e apalpe com a mão direita. Para examinar a mama direita, coloque a mão direita atrás da cabeça e apalpe com a mão esquerda;
- Mamilo: pressione os mamilos suavemente. Verifique se há alguma secreção;
- Axilas: após examinar as mamas, apalpe toda a área debaixo dos braços.



 
Fontes: G1 e Minha Vida

Setor de Comunicação e Marketing