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Iniciativa da Unimed ajuda fumantes a parar de fumar

Iniciativa da Unimed ajuda fumantes a parar de fumar

Iniciativa da Unimed ajuda fumantes a parar de fumar

30 Maio 2018

 

Estudo realizado em 2017 com o apoio do Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostra que 428 pessoas perdem a vida diariamente no Brasil em consequência do consumo de cigarro. A mesma pesquisa expôs que, somente no ano passado, mais de 73 mil indivíduos foram diagnosticados com câncer relacionado ao tabagismo.

Para servir de alerta sobre essa e outras estatísticas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 31 de maio como o Dia Mundial Sem Tabaco. E a existência da data faz todo sentido: em escala universal são 7 milhões de fumantes ativos e passivos, vítimas fatais do cigarro, anualmente. 

 

Efeitos no Brasil
Embora o país ocupe o oitavo lugar no ranking absoluto de fumantes, existe um otimismo em relação à queda de adeptos do tabaco. Dados mostram que reduziu de 29% para 12% a quantidade de usuários. Entre as mulheres, o número atual é de 8% contra os anteriores 19%. E ainda há muito para ser feito na visão do clínico geral e médico do Programa de Controle ao Tabagismo da Unimed Grande Florianópolis, Dr. Douglas Marcel Mendes Lopes.

De acordo com ele, políticas públicas, impostos mais altos sobre o cigarro e restrição do tabaco na publicidade e a lugares fechados são algumas ações que melhoraram as estatísticas nacionais. “Existe, também, a progressiva conscientização das pessoas de que o tabagismo demanda tratamento”, comenta ele, referindo-se às doenças crônicas agudas e relacionadas, que desencadeiam despesas na saúde. “Sem falar na redução da qualidade de vida que esses pacientes virão a ter”, comenta.

 

A volta por cima
O fôlego raso, a pressão alta e o corpo pesado denunciavam alguma anormalidade no bem-estar de Jair Antonio Schmitt (foto). A vida sedentária poderia ser a razão principal de seu estado de saúde, não fossem os 60 cigarros consumidos por dia. Jair faz parte de uma geração que associava o tabaco a status, glamour e masculinidade, e não existia evento social sem a combinação de álcool e cigarro, dois vilões considerados a moda do passado. “Hoje, o que está em alta é cuidar da saúde”, defende ele, que deu a volta por cima depois de se livrar do vício. “Eu tinha a dependência química e a psicológica. Mudei de amigos, de ambiente e de estilo de vida”, diz, referindo-se ao esporte e ao trabalho que exerce como bombeiro voluntário.

O que Jair fez para parar de fumar, na época com 50 anos, foi garantir a sua participação no Programa de Controle ao Tabagismo da Unimed Grande Florianópolis (clique aqui para conhecer essa e outras iniciativas). Trata-se de um grupo de fumantes que se reúne para compartilhar experiências, desafios e conquistas pessoais, além de receber apoio e cuidado de médico e de equipe profissional. 

Apesar de algumas pessoas sentirem mais facilidade de parar de fumar do que outras, a decisão definitiva para Jair surgiu no último encontro do grupo antitabagismo. “Existe a concepção errônea de que o fumante não terá dificuldades, mas muitas vezes isso não é verdade. Orientações e medicamentos que o ajudem nesse processo são importantes e, em alguns casos, necessários”, avalia o Dr. Douglas.

Hoje, prestes a completar 60 anos, o servidor público leva uma vida regrada e longe de lembranças que remetam à convivência com o cigarro, e depois de uma década livre do vício, Jair enumera algumas participações no programa da Unimed Grande Florianópolis, não na condição de fumante, mas como testemunha de que é possível largar o cigarro em qualquer fase ou momento da vida. “Basta unir a força de vontade com pessoas que queiram te ajudar”, conclui.

Fumante ativo e fumante passivo
Além de provocar doenças no futuro, como o enfisema pulmonar, o AVC e o infarto do coração, o fumante torna-se dependente de uma droga – a nicotina, uma substância química que, além de ter seu potencial tóxico, é causadora de uma forte dependência física e psicológica, mesmo após pouco tempo de uso.

De acordo com o clínico geral e médico do Programa de Controle ao Tabagismo da Unimed Grande Florianópolis, Dr. Douglas Marcel Mendes Lopes, estudos mostram que compartilhar da fumaça de um cigarro faz muito mal para quem está próximo e não fuma (o chamado fumante passivo), podendo causar as mesmas doenças que afetam o fumante (enfisema pulmonar, câncer, AVC e infarto do coração), mas em proporção menor. “Uma boa medida é se afastar de fumantes, especialmente, em ambientes fechados e fazer valer a lei que proíbe o cigarro em locais impróprios para o consumo”, alerta. 

Outra dica, essa em especial aos fumantes, é buscar iniciativas como as da Unimed Grande Florianópolis, que exercem o trabalho de prevenção e servem de apoio àqueles que desejam adotar um novo estilo de vida. 

 

 


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