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Histórias são contadas para crianças internadas no Hospital Unimed

Histórias são contadas para crianças internadas no Hospital Unimed

Mensagens importantes são transmitidas aos pequenos para ajudá-los no tratamento e adaptação

Histórias são contadas para crianças internadas no Hospital Unimed

Mensagens importantes são transmitidas aos pequenos para ajudá-los no tratamento e adaptação

9 Janeiro 2020

Quem nunca se encantou pelos livros de fábulas infantis, com seus contos coloridos e que instigam a imaginação? Mais do que entreter os pequenos, muitas histórias são readaptadas de forma lúdica para transmitir mensagens aos pequenos. No ambiente hospitalar, então, a ficção pode ser considerada um reforço na recuperação dos pacientes que precisam interromper as brincadeiras para cumprir uma rotina de cuidados.

Mas há quem leve fantasia e imaginação à ala pediátrica, e no Hospital Unimed essa missão é abraçada pela psicóloga Larissa Fontana e pela assistente social Gabriela Nunes Crespo. Todos os meses, a dupla visita os pacientes mirins para contar uma fábula que ajude no tratamento médico ou no período de adaptação. “Muitas crianças não entendem por que estão num hospital ou associam a privação de liberdade daquele momento a quem usa jaleco branco”, explica a psicóloga Larissa Fontana.

A ação faz parte de uma série de atividades para promover a humanização e o cuidado em tempo integral, tornando a estadia do paciente mais agradável possível. Além do projeto Leiturinha, musicaterapia, tarde de cinema com pipoca, visita dos palhaços Narizinho e Marido, comemoração do aniversário, entre outras, ampliam o cardápio de atividades. 

Leitura de histórias
Habituadas a vestirem roupas brancas, típico do ambiente hospitalar, as profissionais Larissa e Gabriela substituem o traje do dia a dia por outro colorido e que chame propositalmente a atenção das crianças. Já no leito infantil, a leitura de histórias só inicia depois que a criança manifesta a vontade de ouvi-la. Da última vez, foi a pequena Isabela quem concordou conhecer o livro “Por que ficamos doentes?”. A história faz uma viagem pelo corpo humano e mostra à criança, a partir de imagens coloridas e linguagem simples, como ele funciona e os cuidados para deixá-lo forte. 

Na presença do pai Otávio, a garotinha soube que a alta do Hospital estava prevista para aquele dia, e quando foi questionada sobre qual atividade faria no retorno à casa, disparou: “ir à praia”, na companhia do mano Isac, de apenas 3 semanas, da mãe Leticia, do pai e dos avós, tios e primos que aguardavam o retorno de Isabela.


O pai Otávio e Isabela com as profissionais do Hospital Unimed