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Refeições com formato de desenhos fazem menina de 8 anos voltar a comer

Refeições com formato de desenhos fazem menina de 8 anos voltar a comer

Criatividade de equipe da Oncologia surpreende paciente em tratamento contra leucemia

Refeições com formato de desenhos fazem menina de 8 anos voltar a comer

Criatividade de equipe da Oncologia surpreende paciente em tratamento contra leucemia

11 Junho 2021

William Makaisy

Estagiário da Comunicação

 

Maceió - “Não brinque com a comida!” Com certeza muitos já ouviram essa frase. Mas a brincadeira também contribui para fins positivos. Esse é o caso da Laysa Sophia, a pequena de oito anos de idade que, lutando contra a leucemia e com dificuldades para se alimentar, foi surpreendida com refeições divertidas, saudáveis e para lá de saborosas, em formatos de pratos decorados, feitas com todo amor e carinho por sua equipe de cuidados. 

 

A iniciativa, segundo Gesilma Bispo, nutricionista do Hospital Unimed Maceió, surgiu ao notar que Laysa não estava se alimentando bem, devido aos efeitos colaterais de seu tratamento, foi então que ela teve a ideia de inovar nos pratos e tirar de uma vez por todas o famoso mito de que comida de hospital não é boa.

 

“Ao visitá-la, percebi que ela não estava conversando muito e que parecia meio abatida, então tive a ideia de fazer algo para mudar isso".

 

Foi aí que o Jeito de Cuidar Unimed entrou em ação. Ao ver como a menina estava reagindo, a nutricionista quis tentar algo diferente. Trabalhando em equipe, Gesilma, junto a DG Refeições, empresa terceirizada do Hospital Unimed, decidiram testar como seria a reação de Laysa aos pratos decorados. A iniciativa foi tão bem recebida que fez Sophia sorrir mesmo diante de sua batalha diária. E Gesilma afirma:

 

“Pretendemos continuar com a ideia, inclusive, além de melhorar a alimentação de Laysa, a mãe dela também ficou emocionada”. 

 

Equipe capacitada

 

Para a mãe da pequena, Sâmya Duyane, o ato dos profissionais da Unimed Maceió é um ponto de esperança nesse primeiro mês em que sua filha segue internada para tratamento.

Ela conta que alguns efeitos colaterais são mais chatos de se lidar, principalmente para uma criança que, além de tudo, está longe de sua cidade e amigos, uma vez que são naturais de Junqueiro, município alagoano, e estão em Maceió apenas para o tratamento. E diz:

 

“Nós já estamos no hospital há um mês, o tratamento e a doença são debilitantes e com efeitos colaterais. Eu achei linda a atitude da equipe. É uma forma de carinho com a gente e também amor pelo trabalho. Esses gestos nos emocionam, principalmente quando estamos tão frágeis. Ela fica triste por estar longe de casa e fazendo um tratamento muito doloroso, então ver o sorriso no rostinho dela não tem preço”. 

 

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