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Saúde suplementar pós-covid. O que esperar?

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Saúde suplementar pós-covid. O que esperar?

17 Julho 2020

Nada mais é, ou será como antes. E, diante dessa nova realidade de constantes mudanças, surgem muitas perguntas: O que esperar pós-pandemia? O quanto a Saúde Suplementar será afetada? Quais mudanças ocorrerão? Por isso, a Central Nacional Unimed promoveu um amplo debate sobre essas e demais preocupações relacionadas, com a presença de grandes convidados do setor.

Com participação de José Cechin, superintendente executivo do IESS, o debate Saúde Suplementar pós COVID-19 contou também com Pedro Bueno, presidente da Dasa, ímpar e GSC; Vera Valente, diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed.

Em função do delicado momento atual, algumas relações e atuações do setor também se modificaram. O isolamento social imposto pela pandemia do Coronavírus fez com que as relações ficassem, de certo modo, mais digitais. O setor de saúde suplementar, portanto, não foi exceção. Com isso, uma série de novos conteúdos e discussões estão disponíveis online no site do Instituto.

“Nesse momento delicado que passamos, estamos buscando auxiliar o setor com a construção de conhecimento. Sabendo que o Coronavírus é mais prejudicial para a saúde de idosos e portadores de algumas doenças, buscamos fazer uma estimativa da quantidade dessas pessoas com fatores de risco e sua distribuição regional, por exemplo”, comentou José Cechin neste rico debate, tendo adiantado que em breve o IESS divulgará um estudo sobre o tema. “Não se resolverá a crise econômica sem antes resolver a crise de saúde instaurada nesse momento”, completou. 

Quanto ao futuro do número de beneficiários, ponderou que a tendência resultará de dois efeitos que atuam em direções opostas: de um lado, aumentando o número de beneficiários, em função do desejo das pessoas por terem plano de saúde, exacerbado pela pandemia e pelas expectativas de terem o direito ao uso sem o necessário cumprimento do período de carência e do dever de manter as contribuições em dia. Do outro, a provável redução do número de beneficiários, referente as dificuldades econômicas enfrentadas pelas empresas, o desemprego e a perde de renda.

Um dos pontos também conversados foi sobre a Telemedicina. “Ela não será exercida com impessoalidade por parte dos médicos. É impossível. Mas a classe médica precisa reconhecer que é uma modalidade de exercer a medicina, já tardia, foi, no entanto, precipitada pelo distanciamento social e pelas mudanças das relações sociais”, disse Alexandre Ruschi, atual presidente da Central Nacional Unimed.

Para assistir a live na íntegra, clique aqui.