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Em comemoração ao Dia Internacional do Idoso, Dona Elza conversa com a Unimed CG e dá dicas saudáveis durante a pandemia

Em comemoração ao Dia Internacional do Idoso, Dona Elza conversa com a Unimed CG e dá dicas saudáveis durante a pandemia

Equilíbrio, alimentação e movimento foram abordados por Elza, pilares essenciais para chegar bem na terceira idade

Em comemoração ao Dia Internacional do Idoso, Dona Elza conversa com a Unimed CG e dá dicas saudáveis durante a pandemia

Equilíbrio, alimentação e movimento foram abordados por Elza, pilares essenciais para chegar bem na terceira idade

1º Outubro 2020

Sabemos que a pandemia pela Covid-19 mudou nossa rotina e tivemos de nos adaptar a ela. Em casa a criatividade precisou falar mais alto e foi necessário reinventar-se ao período que estamos vivendo. E Elza Aparecida da Silva, de 65 anos, fez isso. Há mais de seis meses em casa, desde o dia 15 de março, a idosa conversou com a Unimed Campo Grande para o Dia Internacional do Idoso, celebrado hoje (01/10), e deu dicas para manter-se ativo durante o distanciamento social.   

“Eu sempre fui muito ativa, não paro. Jogo bola com a minha cachorra, corro com ela, limpo casa, lavo o quintal, molho as plantas, costuro quase que o dia inteiro, já virou um vício, faço jogos de cozinha, pano de prato decorado, faço para vender, para doar, estou sempre me mexendo”, relata. 

Dona Elza ainda conta que tem cuidado muito de sua alimentação, fruto do incentivo de seu filho. “Há uns três anos eu era um pouco relaxada com isso, então meu filho começou a fazer academia e também a pegar no meu pé, assim mudou toda a alimentação em casa e hoje é bem saudável”.  

Estar conectado às tecnologias também foi a salvação neste período pandêmico. Se antes já não vivíamos sem tecnologia, a chegada da pandemia intensificou isto, afinal, como o distanciamento social é uma das medidas de segurança necessárias para o combate da Covid-19, são os aparelhos tecnológicos que nos mantém próximos e com as conversas em dia.  

Para se relacionar com as pessoas à distância, Elza conta à Unimed CG que nesta época de pandemia ela não larga de um aparelho em especial.  “É um bichinho chamado celular, se ele sumir eu morro. Faço vídeochamada, converso, faço tudo nele”, brinca a idosa.  

Há comportamento que também são necessários incluir na rotina, e segundo Elza, há uma característica indispensável para adotarmos não só na pandemia, mas para a vida. “Independente do momento que estamos vivendo precisamos gostar da vida e ter vontade de viver, ter fé, pois tudo que vem para gente é para aprendizado, precisamos tirar uma lição boa de qualquer coisa que lhe aconteça”. 

A idosa finaliza deixando um recado muito importante: “tenha fé em algo, seja qual for sua religião, as coisas vão melhorar. Animem-se. Uma forma que achei divertida de encarar a vida é dançar, eu amo dançar. Eu levei um cabide lá para o fundo de casa, ligo a música sertaneja e danço sozinha, tanto para não perder a forma quanto para me animar. Se não dá para sair e dançar, inventa algo em casa”.  


Fonte: Comunicação Unimed Campo Grande