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Por quê?

Por quê?

Fase de perguntas infindáveis das crianças exige paciência e objetividade dos pais

Por quê?

27 Fevereiro 2010


Se dependesse da filha, esse diálogo entre ela e o pai poderia continuar por muito tempo, afinal, as crianças sempre querem saber mais e as respostas dos adultos parecem não satisfazerem. Essa fase cheia de perguntas começa por volta dos 4 anos de idade e requer calma, clareza e objetividade dos pais.

Praticamente tudo gera dúvidas: palavras, gestos, conversas e comportamento. Os pequenos começam a entrar no mundo adulto e querem saber detalhes do que está ao seu redor. No entanto, a lógica infantil é diferente da do adulto, o que faz com que as crianças entendam as respostas ao pé da letra e exige que os pais tenham paciência para atender à curiosidade delas.

O bombardeio de perguntas faz parte do desenvolvimento infantil e estimula a imaginação. Nesse processo, a participação dos pais é inevitável, mas é bom que eles saibam que seu envolvimento não está em fornecer uma resposta qualquer e pronto. A credibilidade do que eles falam está em jogo e essa é mais uma razão para não faltar com a verdade ou se omitir. É possível que os pais não tenham todas as explicações solicitadas pelo filho. Nesse caso, uma solução interessante é ajudá-lo a encontrá-las.




Não adianta evitar, pois nenhum pai está livre de ser questionado pelos filhos sobre como nasceram e outros assuntos que envolvem a sexualidade. São dúvidas naturais e devem ser tratadas como tais, apesar de serem vistas por muitos adultos como as perguntinhas mais difíceis que a criançada costuma fazer. Esse período também coincide com a descoberta do próprio corpo e maior curiosidade sobre ele.

Mais uma vez, os pais devem fornecer informações simples e verdadeiras, sem constrangimentos, e procurar utilizar uma linguagem própria para criança. Além disso, responder exatamente o que a criança estiver perguntando pode ajudá-la a compreender a explicação. O melhor é ser claro e objetivo: se a pergunta for simples, não aborde um monte de outros aspectos que não foram perguntados. Isso pode confundi-la e fazê-la buscar informações com outras pessoas.



Taise de Queiroz Bertoldi e Designer: Pabla Vieira

Fonte: A Saúde de Nossos Filhos/Publifolha e Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein. Site Revista Crescer (Crianças: um milhão de perguntas; Seu filho já te perguntou como ele nasceu?).

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.


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