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Doação de órgãos

Doação de órgãos

Doação de órgãos

27 Setembro 2018

 

 

QUERO SER DOADOR. O QUE DEVO FAZER?

No Brasil, para ser doador de órgãos é simples: basta avisar sua família que quer ser doador. Quando a pessoa não avisa, fica difícil para a família decidir.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE DOADORES?
Doador falecido: paciente internado usando respirador com morte encefálica, geralmente depois de traumatismo craniano ou derrame cerebral (AVC). Somente após a confirmação de morte encefálica, a doação é possível. Com a autorização da família, a retirada dos órgãos é realizada no centro cirúrgico do hospital.

Doador vivo: qualquer pessoa saudável que concorde com a doação de rim ou medula óssea e, ocasionalmente, com o transplante de parte do fígado ou do pulmão para um de seus familiares. A doação para não parentes depende de autorização judicial.

COMO TER CERTEZA DA MORTE ENCEFÁLICA?
O procedimento é muito seguro, pois médicos de diferentes áreas examinam o paciente e fazem o diagnóstico clínico de morte encefálica, que é a interrupção irreversível das
atividades cerebrais. Esse diagnóstico também é confirmado por exame complementar para comprovar que o encéfalo parou de funcionar.

QUAIS ÓRGÃOS PODEM SER DOADOS?
Rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas e também tecidos, como ossos, tendões, córneas, pele e válvas cardíacas. Ou seja, um único doador pode salvar até 10 vidas.

APÓS A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS, COMO FICA O CORPO?
O corpo do doador pode ser velado normalmente, pois não apresenta deformidades.

QUEM RECEBE OS ÓRGÃOS?
Os primeiros pacientes compatíveis que estão aguardando em lista única da Central Estadual de Transplantes. Esse processo é justo, seguro e controlado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), do Ministério da Saúde, e supervisionado pelo Ministério Público.

Sistema Estadual de Transplantes | 24 horas

sesatran@sesa.pr.gov.br

Curitiba: (41) 3304-1900

Londrina: (43) 3379-6078

Maringá: (44) 3227-3274

Cascavel: (45) 3321-5505