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Trombose: Uma abordagem preventiva

Trombose: Uma abordagem preventiva

Aproveitando a data em que se comemora o Dia do Cirurgião Vascular a Unimed Planalto médio informa um pouco mais sobre as doenças vasculares. Acompanhe:

Trombose: Uma abordagem preventiva

Aproveitando a data em que se comemora o Dia do Cirurgião Vascular a Unimed Planalto médio informa um pouco mais sobre as doenças vasculares. Acompanhe:

14 Agosto 2015

O termo doença cardiovascular refere-se a qualquer doença que afeta o sistema cardiovascular, incluindo a doença cardíaca e doenças vasculares, doença arterial periférica e trombose venosa. A aterosclerose e a hipertensão são as causas mais frequentes da doença cardiovascular.

A doença cardiovascular é a principal causa de mortes no mundo. Embora afete adultos mais velhos, antecedentes como a aterosclerose começam no início da vida, o que torna necessários esforços de prevenção desde a infância, como, por exemplo, a modificação de fatores de risco por meio de alimentação saudável, prática de exercícios físicos e combate ao fumo.

A trombose é a formação de coágulos (trombos) que bloqueiam a circulação do sangue ou deslocam-se pela corrente sanguínea. Resultado do desequilíbrio no mecanismo de coagulação sanguínea, pode levar a complicações como a trombose venosa e a trombose arterial (relacionada ao infarto do miocárdio e ao derrame cerebral, ou AVC).

Entre esses processos, destacam-se o tromboembolismo venoso (TEV), que engloba a trombose venosa profunda (TVP) e sua complicação mais grave, a embolia pulmonar, que ocorre quando o coágulo que se desloca pela corrente sanguínea atinge os pulmões, impedindo a oxigenação do sangue. Existem vários fatores de risco para estas situações, sendo idade e imobilidade os mais importantes. Estima-se que 50% dos casos de tromboembolismo venoso acontecem após a alta hospitalar.

Fatores de risco mais conhecidos, avaliados para indicação da trombo profilaxia:

  • História anterior de tromboembolismo;
  • Cirurgia que necessita de mais de 30 minutos de anestesia;
  • Imobilização prolongada;
  • Acidente vascular cerebral (derrame);
  • Insuficiência cardíaca congestiva;
  • Câncer;
  • Fratura de pelve, fêmur ou tíbia;
  • Gravidez ou parto recente;
  • Terapêutica com estrógenos;
  • Idade maior que 40 anos;
  • Doença inflamatória intestinal;
  • Trombofilia genética ou adquirida.

 

Prevenção

Assim como na conduta convencional, a tromboprofilaxia pode ser monitorada por meio de exames laboratoriais para avaliar a coagulação do sangue, como:

» Anti Coagulante Lúpico
» Anticardiolipina IgA/IgG/IgM
» Antifosfatidilserina IgA/IgG/IgM
» Homocisteína
» Proteina C
» Proteina S

» Anti-Trombina III
» Mutação no gene da Protrombina (Fator II)
» Mutação no gene do Fator V de Leiden
» Mutação no gene Metilenotetrahidrofolato Redutase (MTHFR C677T)
» Tempo Tromboplastina Parcial Ativada (TTPA)
» Anti-beta 2 glicoproteína IgG/IgM

A medida tem o objetivo de controlar o risco de sangramentos, que podem ocorrer devido à ação dos anticoagulantes, principalmente em gestantes, pacientes com insuficiência renal e obesidade mórbida. 


Fonte: http://www.einstein.br/einstein-saude/pagina-einstein/Paginas/trombose-uma-abordagem-preventiva.aspx