Unimed SC apoia o aleitamento materno na saúde do presente e das futuras gerações

Unimed SC apoia o aleitamento materno na saúde do presente e das futuras gerações

2 Agosto 2021

A pediatra cooperada da Unimed Joinville, Dra. Maria Beatriz Reinert do Nascimento reforça os

imensos benefícios da amamentação para crianças e mães

 

 

O aleitamento materno é a base para práticas saudáveis de alimentação, tanto para os bebês como para as mães e suas famílias, ajudando a garantir boas condições de saúde agora e no futuro. Por essas e outras importantes razões, desde 2017, o Brasil realiza a campanha Agosto Dourado, de incentivo à amamentação, de forma alinhada à iniciativa mundial, que comemora, de 1º a 7 de agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno (celebrada desde 1992 pela WABA - World Alliance for Breastfeeding Action). A ação une pediatras e a sociedade de todas as nações, com foco único: “Proteger a Amamentação, uma responsabilidade de todos”. A Unimed SC também se integra a essa grande iniciativa, que traz destacados reflexos na qualidade de vida e na saúde das crianças.  

De acordo com a pediatra e neonatologista Maria Beatriz Reinert do Nascimento, médica cooperada da Unimed Joinville e integrante da Diretoria de Ações Comunitárias e Sociais da SCP (Sociedade Catarinense de Pediatria), a cada ano surgem novas evidências sobre o importante papel do leite materno para a sobrevivência, o crescimento e o desenvolvimento da criança. Há comprovação científica de que esse gesto - tão simples quanto importante - diminui a mortalidade neonatal e infantil, protege contra diarreia, infecções respiratórias e do ouvido, permite menor incidência de leucemia, redução do risco de morte súbita e enterocolite necrosante, além de menor probabilidade de sobrepeso e obesidade. “Observa-se, ainda, melhor desempenho escolar e pontuação em testes de inteligência nos amamentados, repercutindo em melhoria da produtividade e incremento de salários na vida adulta”, afirma a médica. Por tudo isso, justifica-se a escolha da cor dourada para a campanha, pois o leite materno é padrão ouro para a alimentação infantil.

A neonatologista considera fundamental divulgar a legislação brasileira que protege a mulher trabalhadora que amamenta, porque a lei também regulamenta a comercialização de alimentos e produtos infantis, que interferem com a prática da amamentação. “É preciso incentivar a aceitação cultural e a proteção à lactação por meio da educação e da propaganda. Creio que educar a sociedade sobre o aleitamento materno pode aumentar a consciência pública a respeito das vantagens do leite humano. Além disso, é necessário divulgar as vantagens para a mulher lactante, tais como prevenção da hemorragia pós-parto, efeito contraceptivo e redução do risco de câncer de mama e ovário”, acrescenta. Ela destaca, ainda, os benefícios econômicos, com diminuição nos custos no sistema de saúde, redução nos gastos com medicamentos, menor número de faltas dos pais ao trabalho, e economia na aquisição de substitutos do leite materno. A amamentação exclusiva até seis meses, com a introdução de alimentação complementar adequada a partir desta idade, e a manutenção do aleitamento por dois anos ou mais, garantem que mães e bebês recebam o máximo de benefícios.