Unimed SC promove a saúde também na defesa de um trânsito mais seguro

Unimed SC promove a saúde também na defesa de um trânsito mais seguro

4 Maio 2021

Ortopedista pediátrico cooperado da Unimed, André Luís Fernandes Andújar, é um dos criadores do movimento Rede Vida no Trânsito, que visa reduzir mortes e sequelas à saúde deixadas pelos acidentes nas estradas e ruas catarinenses

 

“Não faça para o outro o que você não quer que alguém faça a você!”. Este é o slogan da Campanha Maio Amarelo 2021, que tem por objetivo alertar sobre a necessidade premente de tornar o trânsito mais seguro, evitando acidentes, sequelas (algumas irreversíveis) à saúde e mortes. Isso porque todos os anos mais de 1,3 milhão de pessoas perdem a vida em acidentes nas estradas e rodovias de todo o mundo. No Brasil, as estatísticas anuais oficiais registram mais de 30 mil mortes por acidentes de carro, muitas delas causadas por falta de atenção e cuidados dos motoristas e pedestres de todo o país.   
A campanha ‘Maio Amarelo’ foi oficialmente lançada no dia 03 de maio, pelo Ministério da Infraestrutura, através da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres (SNTT) e DENATRAN, com a participação direta do Ministério da Saúde. A Iniciativa marca o início da edição 2021 do movimento internacional para conscientizar a sociedade sobre o alto índice de mortes e feridos no trânsito. A meta é realizar ações coordenadas entre o poder público e a sociedade civil, buscando uma solução para diminuir ou evitar tantas perdas. Em Santa Catarina, as iniciativas ficam por conta do Movimento Rede Vida no Trânsito – RVT que tem o apoio de médicos e profissionais de diversos outros setores.

“Queremos mostrar que todos fazem parte do ‘trânsito’, cada um tem o seu papel nele, seja como motorista, motociclista, ciclista, skatista, pedestre etc.”, explica o médico ortopedista pediátrico, André Luís Fernandes Andújar, cooperado da Unimed Grande Florianópolis e um dos membros fundadores do RVT, como representante da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Seccional SC (SBOT-SC). O objetivo é estabilizar e reduzir o número de mortes e lesões por acidentes de transporte terrestre. “Vale ressaltar que para cada óbito ficam cerca de dez feridos graves, muitos com sequelas que irão repercutir tanto financeira como emocionalmente, com grande impacto para a saúde pública ou privada, ocupação de leitos de UTIs etc. Sem dúvida, os acidentes de trânsito são os que mais contribuem para o caos na assistência médico-hospitalar”, garante. “A maioria poderia ser evitada com respeito pelas leis de trânsito, com políticas públicas que corrijam as causas, blitz para fiscalizar nos locais e horários mais críticos e, principalmente, certeza de punição para os infratores”, completa Dr. Andújar.

A escolha do amarelo para a campanha mundial foi porque, nos semáforos e nas placas de trânsito, esta cor representa atenção. E maio foi porque neste mês, em 2010 a ONU – Organização das Nações Unidas, em plenária com líderes de todo mundo estipulou os próximos dez anos como a década de Ação para Segurança no Trânsito – 2011 a 2020.

 

Ortopedista pediátrico cooperado da Unimed, André Luís Fernandes Andújar

 

Dez cuidados essenciais no trânsito

  1. Use cinto de segurança
  2. Respeite os limites de velocidade
  3. Mantenha distância de segurança do veículo à sua frente
  4. Não use o celular enquanto estiver dirigindo
  5. Se for dirigir, não beba
  6. Tome cuidado no transporte de crianças, em especial com o uso da cadeirinha
  7. Preste atenção na manutenção preventiva do seu carro
  8. Cumpra as normas da sinalização
  9. Siga as regras para o uso dos faróis
  10. Em caso de parada na estrada, use o triângulo

 

Grave quadro mundial

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.