Fundada em novembro de 1993, a Unimed São Roque faz parte do maior sistema cooperativista de trabalho médico do mundo. Atuando nas cidades de Alumínio, Araçariguama, Ibiúna, Mairinque, São Roque, e Vargem Grande Paulista, a Unimed São Roque conta com mais de 130 médicos cooperados em diversas especialidades oferecendo a seus beneficiários a melhor rede credenciada da região.

Contando com uma rede de recursos próprios, a Unimed São Roque segue rigorosamente as normas da Agência Nacional de Saúde (ANS) e em 2015 alcançou o índice de Desempenho da Saúde Suplementar – IDSS – de 0,85. O índice avalia o desempenho das operadoras de plano de saúde que varia de 0 a 1 e considera quatro indicadores com pesos diferentes: 40% para a dimensão Atenção à Saúde, 20% para a Econômico-financeira, 20% para a Estrutura e Operação e 20% para a Satisfação do Beneficiário. Além disso, a Unimed Brasil avalia periodicamente o atendimento e desempenho de todas as Unimeds e em 2015 a Unimed São Roque recebeu a nota máxima A.


O Sistema Unimed

A Unimed é o maior sistema cooperativista de trabalho médico do mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil, presente em 84% do território nacional. O Sistema nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP) pelo Dr. Edmundo Castilho, em 1967, e hoje é composto por 348 cooperativas médicas, que prestam assistência para mais de 18 milhões de clientes em todo País.

Entre as marcas brasileiras é a 23ª mais valiossa e além de deter 30% do mercado nacional de planos de saúde, a Unimed possui lembrança cativa na mente dos brasileiros. De acordo com pesquisa nacional do Instituto Datafolha, a Unimed é pelo 24º ano consecutivo a marca Top of Mind da Folha de São Paulo quando o assunto é plano de saúde. Outro destaque é o prêmio plano de saúde em que os brasileiros mais confiam, recebido pela 15ª vez consecutiva, na pesquisa Marcas de Confiança.

Cooperar significa somar esforço e trabalho para atingir um mesmo fim. A cooperação é uma prática ancestral da humanidade em prol de sua própria sobrevivência ou de uma comunidade, uma civilização, um país ou, ainda, de uma classe social ou profissional. Segundo antropólogos e historiadores, a formação de grupos que não teriam sobrevivido sem o sentido de cooperação visava proteger interesses econômicos e garantir a subsistência dos núcleos sociais.

PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO

1º Princípio: Adesão livre e voluntária ou Princípio da livre adesão. 

“As cooperativas são associações de pessoas com interesses e objetivos comuns, são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar seus serviços e assumir responsabilidades como associados, sem discriminações raciais, políticas, religiosas e de sexo.”

2º Princípio: Gestão democrática pelos cooperados.

“As cooperativas são organizações democráticas, controladas pelos seus associados, que participam ativamente na formação de suas políticas e na tomada de decisões. Os dirigentes (homens e mulheres), eleitos como representantes dos outros membros, são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau, os associados têm igual direito de voto (um associado, um voto). As cooperativas de grau superior (federações e confederações) são, também, organizadas de maneira democrática, porém nessas, assim como nas centrais com exceção das que exerçam atividade de crédito, podem optar pelo critério da proporcionalidade.

3º Princípio: Participação econômica dos cooperados.

“Os cooperados contribuem eqüitativamente para o capital de suas cooperativas e o controlam democraticamente. Pelo menos parte desse capital é propriedade comum da cooperativa. Os associados recebem uma remuneração ao capital subscrito, quando estabelecido nos estatutos. Os excedentes são destinados a estes e outros objetivos: desenvolvimento de suas cooperativas às vezes por meio da criação de reservas, e parte das quais será indivisível; aos associados, distribuídos na proporção de suas transações com a cooperativa; apoio a outras atividades aprovadas pelos associados.”

4º Princípio: Autonomia e independência.

Autonomia e independência. “As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, geridas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou se recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus associados e se mantenham a autonomia das cooperativas”.

5º Princípio: Educação, formação e informação.

“As cooperativas devem promover a educação e formação dos seus associados, representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que possam contribuir eficazmente para o desenvolvimento das mesmas. Devem, ainda, promover a educação e Informação do público em geral, particularmente, dos jovens e dos lideres de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.”

6º Princípio: Intercooperação.

“As cooperativas servem de forma mais eficaz aos seus membros e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto com suas co-irmãs, por intermédio das estruturas cooperativistas locais, regionais, estaduais, nacionais e internacionais.”

7º Princípio: Interesse pela comunidade.

“As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos seus associados.”