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Atendimento pioneiro para crianças com autismo

Atendimento pioneiro para crianças com autismo

Atendimento pioneiro para crianças com autismo

25 Setembro 2019

Desenvolvido desde 2016, o atendimento interdisciplinar às crianças com autismo realizado na Unimed Vale do São Francisco criou um novo modelo de tratamento. A atividade desenvolvida pela fisioterapeuta Paula Gabriela Ferreira, pela terapeuta ocupacional Ana Carla Pires e fonoaudióloga Isabela Lima foi apresentada no Congresso de Gestão das Unimeds do Brasil. O atendimento consiste em incluir no mesmo ambiente simultaneamente além da criança, as três profissionais que atuam de modo integrado e com compartilhamento de informações.

A experiência, que é a primeira no Brasil em atendimento de operadoras de saúde atende crianças de 2 a 11 anos no Núcleo de Terapias da Unimed VSF, unidade especializada para o atendimento infantil com patologias diversas. Atendendo no mesmo espaço o grupo de trabalho consegue ainda utilizar os saberes múltiplos dentro de atividades que visam o desenvolvimento global da criança com autismo. “Inscrevemos no congresso nossa experiência e apresentamos como tema livre o trabalho sobre atendimento interdisciplinar com crianças com autismo. Trata-se de um serviço próprio da Unimed VSF que ao apresentarmos o projeto em 2016 foi prontamente aceito pela diretoria e vem até hoje colhendo bons frutos”, explicou a fonoaudióloga Isabela Lima.

Devido ao aumento dos casos de autismo, a atividade vem gerando bons resultados com o aumento no número de altas, criação de novos grupos para outras patologias no mesmo modelo; o trabalho ganhou notoriedade para que outras operadoras do país também consigam seguir esse modelo. “Houve um ‘bum’ no país em casos de autismo e por isso as Unimeds estavam querendo saber como fazer um trabalho de qualidade e eficiência voltado para essas crianças”, acrescentou a terapeuta ocupacional Ana Carla Pires.

Com o novo modelo de atendimento que preza ainda pela humanização também foi possível agregar as famílias de modo que elas façam parte ativamente do tratamento, seja aprendendo a lidar com a criança de modo lúdico como também através da troca de experiências.


Texto: Juciana Cavalcante

Fonte: Ascom