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Pacientes com doenças crônicas e oncológicas podem tomar vacina contra a Covid

Pacientes com doenças crônicas e oncológicas podem tomar vacina contra a Covid

Vacinas disponíveis no país não são compostas por vírus vivo, mas por vírus inativados ou componentes virais que induzem a resposta imunológica

Pacientes com doenças crônicas e oncológicas podem tomar vacina contra a Covid

Vacinas disponíveis no país não são compostas por vírus vivo, mas por vírus inativados ou componentes virais que induzem a resposta imunológica

9 Abril 2021

As vacinas contra a Covid-19 ainda geram dúvidas em algumas pessoas. Em casos de pacientes com doenças crônicas ou em tratamento oncológico, essas dúvidas se transformam em medo quando faltam informações claras sobre os imunizantes. A infectologista de Unimed Vitória Ana Carolina D'Ettorres afirma que as vacinas são seguras também para essa parcela da população.

“Pessoas com doenças crônicas ou oncológicas devem se vacinar sim. As vacinas disponíveis no Brasil não são compostas por vírus vivo atenuado, são compostas por partículas virais, isto é, vírus inativados ou componentes virais que vão induzir a resposta imunológica. Essas pessoas devem ser vacinadas e têm que ser acompanhadas por médicos, de preferência aqueles que já conhecem o caso do paciente para acompanhar a resposta vacinal”, reforça.

A infectologista explica que as únicas contraindicações às vacinas são para as pessoas que possuem alguma reação anafilática grave a algum componente. Se já houve histórico nesse sentido, a pessoa deve se informar com seu médico antes de ser imunizada. No entanto, a especialista avisa que no Brasil não tem sido reportado nenhum tipo de reação adversa grave pela aplicação das vacinas.

Ana Carolina salienta ainda que é importante que os pacientes com doenças mais graves sigam com seus tratamentos para não aumentar o problema e até mesmo evitar criar mais demanda para a saúde pública. “O abandono do acompanhamento pode causar um agravamento das doenças oncológicas e de outras patologias, por isso, é imprescindível que seja dada continuidade ao tratamento”.