A Segurança do Paciente é uma questão estratégica para Hospital Unimed Vitória. Existe um compromisso firme e visível de toda a liderança na eliminação ou mitigação de riscos na assistência ao paciente, na prática dos profissionais e no ambiente hospitalar.

 

O Núcleo de Segurança do Paciente tem como suas atribuições legais:

  • Implantar os Protocolos de Segurança do Paciente e realizar o monitoramento dos seus indicadores; 
  • Estabelecer barreiras para a prevenção de incidentes nos serviços de saúde;
  • Atuar com capacitação de segurança do paciente para os colaboradores.
  • Implantar melhorias a partir da análise dos eventos adversos ocorridos.

 

Realizamos o monitoramento do nível de segurança de nossa instituição através dos indicadores, de busca ativa, da pesquisa da cultura de segurança, além de auditorias clínicas dos protocolos de segurança e da base epidemiológicas, dentre eles: sepse, cadeia medicamentosa, cirurgia segura, prevenção de queda, identificação do paciente, transporte seguro e lesão por pressão.

A pesquisa foi realizada em 2018 com 353 pacientes internados nos setores do hospital, onde o resultado demostrou que 92% dos entrevistados se sentiam seguros em nossa instituição. Identificamos que o método adotado pela Unimed Vitória, para garantir a segurança do paciente, atinge o objetivo de colocar o paciente como centro do cuidado.

Vale apenas ressaltar que a Unimed Vitória foi ganhadora como melhor Núcleo de Segurança do Paciente pelo prêmio Laboratório de inovações ANS / OPAS / OMS 2017.

 

Índice de Percepção Segurança

 

Conceito de queda

Utilizaremos como base científica para a definição de “queda”, o conceito definido pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e a Classificação Internacional de Segurança do Paciente da OMS:

Queda será todo evento que proporcionou um deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, provocado por circunstâncias multifatoriais, resultando ou não em dano. Considera-se queda também quando o paciente é encontrado no chão ou quando, durante o deslocamento, necessita de amparo, ainda que não chegue ao chão. A queda pode ocorrer da própria altura, da maca/cama ou de assentos (cadeira de rodas, poltronas, cadeiras, cadeira higiênica, banheira, trocador de fraldas, bebê conforto, berço etc.), incluindo vaso sanitário. Como medida de segurança, as instituições de saúde devem identificar o risco de queda dos seus pacientes e agir preventivamente, evitando esse tipo de evento e eventuais lesões causadas por ele.

 

Rotina Institucional para evitar a queda

  • Sinalizar com placa caso verifique piso que ofereça risco de queda (molhado, irregular) e acionar setor responsável para o reparo.
  • Auxiliar na disponibilização de cadeiras de rodas caso visualização de paciente em risco.
  • Auxiliar e facilitar a abertura de portas ao verificar passagem de pacientes para evitar possíveis quedas.
  • Manter área de circulação de pacientes livre.
  • Ao visualizar paciente em risco de queda, abordar e orientá-lo quanto ao comportamento inseguro, acionar outros setores caso necessário.
  • Seguir rotinas setoriais para prevenção da queda.

 

O risco de queda de pacientes está presente em hospitais, ambulatórios e serviços de apoio diagnóstico e terapêutico. Oliver, Healey e Haines (2010) indicaram uma taxa de queda de pacientes em hospitais de países desenvolvidos que variou entre 3 a 5 quedas por 1.000 pacientes-dia. Segundo esses autores, as quedas não se distribuem uniformemente nos hospitais, sendo mais frequentes nas unidades com concentração de pacientes idosos, na neurologia e na reabilitação.

 

Incidência de quedas que resultaram em dano ao paciente – Hospital Unimed