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O que fazer para viver mais?

O que fazer para viver mais?

Algumas das recomendações você provavelmente já ouviu, mas sempre é tempo de relembrar e passar a colocá-las em prática, caso ainda não as faça.

O que fazer para viver mais?

26 Outubro 2016
O livro “Brasil: uma visão geográfica e ambiental do início do século XXI”, lançado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em agosto deste ano, aponta que a expectativa de vida da população brasileira aumentou 41,7 anos em pouco mais de um século. Enquanto em 1900 a expectativa de vida era de 33,7 anos, em 2014 passou para 75,4 anos. Com isso, constantemente são realizados estudos para entender a biologia do envelhecimento, afinal, saber qual é a fórmula ideal para viver uma vida mais longa e saudável costuma ser um desejo universal. 

Conforme o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos ( National Institutes of Health), a evidência sólida sobre o assunto aponta que a melhor maneira de aumentar a chance de ter uma expectativa de vida maior e de forma ativa é seguindo o clássico conselho: comer de forma balanceada, exercitar-se regularmente, dormir o suficiente e ficar longe de maus hábitos, como o cigarro. E em relação aos genes? Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Boston ( Boston University Medical Campus) mostra que os genes influenciam em menos de um terço as chances de sobreviver até 85 anos de idade. A grande maioria das variações a respeito da expectativa de vida ocorrem devido aos comportamentos de saúde. 

 
Mudanças naturais do corpo ocasionadas pela idade podem levar a uma perda gradual de massa muscular e dores nas articulações. Com o passar dos anos, inclusive na terceira idade, a atividade física regular traz benefícios que minimizam esses efeitos. O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos realizou um estudo com 600 adultos, com idades entre 70 e 89, que estavam com a capacidade física comprometida. 

O grupo praticou de forma gradual até 150 minutos de atividade física semanalmente, incluindo caminhada rápida, treinamento de força e equilíbrio, e exercícios de flexibilidade. Depois de dois anos de estudo, o grupo apresentou melhora significativa da capacidade física. Estudos como esse evidenciam o impacto da prática frequente dos exercícios na prevenção à incapacidade física e apontam resultados positivos mesmo quando iniciada com mais idade. Lembre-se: sempre é tempo de colocar o corpo em movimento!


Texto: Rafaela Fusieger / Designer: Ana Carla Bortoloni

Fonte: National Institutes of Health - Department of Health and Human Services / Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.


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