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REVISTA UNIMED BR • N

o

26 • Ano 6 • Dez 2016 | Jan 2017

PELO MUNDO

Uma

esperança

para pacientes

com Alzheimer

Uma droga experimental, a veru-

becestate, mostrou-se eficaz para

impedir a formação de placas de

proteínas tóxicas de beta-amiloide.

Os cientistas acreditam que essas

placas sejam as maiores respon-

sáveis pelos danos causados ao

cérebro nos pacientes com Alzhei-

mer. O conjunto de beta-amiloides

é encarregado pela eliminação de

neurônios, o que provoca a perda

de memória e acarreta comprome-

timento da qualidade de vida dos

pacientes, uma vez que eles se es-

quecem de como executar as mais

simples tarefas do dia a dia.

O primeiro teste, realizado com 32

pacientes, foi um grande sucesso. E

isso mobilizou os cientistas a faze-

rem um segundo teste com 2 mil

pessoas afetadas pela doença de-

generativa. Se esse segundo teste

tiver um resultado tão promissor

quanto o primeiro, é bem provável

que a droga não demore a chegar

ao mercado.

Como está a produção de

vacinas contra a dengue e o vírus Zika

Após o aparecimento de casos de Zika, no Brasil, e do surto de microcefalia re-

lacionada ao vírus, duas possíveis vacinas começaram a ser testadas nos Esta-

dos Unidos e no Canadá. Trata-se da primeira de três fases de testes em seres

humanos pelas quais as vacinas precisam passar antes de chegarem ao mer-

cado. Uma delas está sendo desenvolvida numa parceria entre as empresas

Gene-One Life Sciences, sul-coreana, e a Inovio Pharmaceuticals, dos Esta-

dos Unidos. A outra vacina fica por conta do Centro de Pesquisas em Vacinas

dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), também norte-americano, o mesmo

centro de pesquisas que, em parceria com o Instituto Butantan, trabalha na

produção da vacina da dengue, atualmente, na terceira e última fase de teste.

Já está disponível em clínicas privadas brasileiras a vacina da dengue desen-

volvida pelo laboratório Sanofi.

Será que você usa

protetor solar corretamente?

De acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos e publicada na revista

JAMA Dermatology,

grande parte dos dermatologistas americanos acredita

que seus pacientes utilizam o protetor solar incorretamente. Os 156 derma-

tologistas entrevistados são unânimes ao dizer que o uso adequado reduz o

envelhecimento da pele e 97% acreditam na diminuição das chances de de-

senvolver câncer de pele. O uso correto significa aplicar em média 30 ml do

produto a cada 2 horas, isso em dias de praia cujo corpo todo está exposto ao

sol. Em dias comuns, nas cidades, é preciso aplicar cerca de uma colher de chá

em cada uma das partes expostas do corpo, ou seja, uma colher de chá para o

rosto e pescoço, outra para um braço, outra para o segundo braço. A mesma

quantidade para cada uma das pernas, caso a pessoa esteja usando bermuda.

É importante se lembrar de reaplicar o produto de 2 em 2 horas.