Cobertura de Eventos
  • 15/11/19

    Os participantes encerraram a programação técnica de mais uma Missão Internacional. Esse ano, no Reino Unido, as visitas foram intensas e de muito aprendizado. Foi um grupo interessado, que questionou e debateu em todos lugares. Uma coisa é certa: cada um volta para casa com a certeza de dever cumprido.


    Encerramento
  • 15/11/19

    A última visita do grupo foi ao Wansbeck General Hospital. Na unidade há 19 leitos para pacientes em estágio terminal ou que precisam de cuidados paliativos e uma área para recuperação dos pacientes que sofreram AVC. Também, para encerrar o dia, os participantes puderam conhecer a clínica de simulação. O local, que é conhecido como Dash (Dinwoodie Assessment and Simulation Hub), costumava funcionar como expansão do hospital, mas foi transformado para estudos e simulados. Aqui, há muita tecnologia e manequins que imitam os sintomas da vida real.


    Wansbeck General Hospital
  • 15/11/19

    A segunda visita do dia foi ao Foundry House. Com foco social, o ambiente integra, desde 2010, serviço de assistência para adultos, crianças e polícia com chamadas de ajuda à população. São, em média 50.000 chamadas por mês solicitando serviço ou requisitando amparo. Além disso, o centro conta com o Telecare, equipamentos que monitoram cerca de 3500 pacientes em suas residências para conter, por exemplo, o risco de queda ou lembrá-los de tomar o medicamento.


    Foundry House
  • 15/11/19

    Hoje a Missão Internacional chega ao último dia de programação técnica. Dando sequência à visita aos hospitais de Northumbria, o grupo conheceu o North Tyneside General Hospital, que possui, além de seis alas com média de 150 leitos, centro de urgência, radiologia digital e outros cuidados com pacientes, uma unidade de saúde mental, conhecida como clínica da memória e centro de diabetes.


    North Tyneside General Hospital
  • 14/11/19

    Visita ao Hexham General Hospital, que não tem sistema de emergência, mas de urgência. O atendimento é feito somente por enfermeiras. O local também tem uma maternidade, que assiste cerca de 70 partos por ano.


    Hexham General Hospital

Humanização e gratidão marcam telemonitoramento de pacientes CNU

Cliente e médico falam sobre serviço que cuida de pacientes com Covid-19

Humanização e gratidão marcam telemonitoramento de pacientes CNU

Cliente e médico falam sobre serviço que cuida de pacientes com Covid-19

25 Setembro 2020

Mais do que fazer o levantamento de números de casos de Covid-19 em sua rede credenciada, gerando dados e previsões que auxiliem no enfrentamento à doença em cada área onde atua, a Central Nacional Unimed cuida de 1,7 milhão de beneficiários. E sabe que não são apenas dados, mas pessoas que contam com a cooperativa nacional para receber apoio — ainda mais necessário — neste período de pandemia.

Entre as ações para garantir o suporte a todos os clientes, um trabalho tem feito a diferença diretamente na vida de quem enfrenta o novo coronavírus: o telemonitoramento realizado, dia após dia, pela Célula Covid-19, da Central de Atendimento da CNU. Porém, desta vez, o foco não são os mais de 22 mil atendidos pelo serviço em pouco mais de cinco meses. Hoje, o destaque é para quem cuida e, principalmente, quem recebe o cuidado.

“Depois de 20 anos na mesma operadora de plano de saúde, mudamos para a Central Nacional Unimed. Desde 01/08/2020, deixamos de ser só parceiros e nos tornamos clientes. Agradeço por toda a atenção que recebemos. Um verdadeiro test drive, após o exame de Covid-19 de minha filha mais velha, Bruna, ter o resultado positivo", disse Andreia Coelho Serra Santos.

Alívio e gratidão

Ela trabalha na Tass Brasil, parceira da cooperativa nacional, e realizou o exame para o novo coronavírus junto com a família no último dia 13 de agosto. O resultado positivo saiu no dia 15 do mesmo mês e, três dias depois, a filha — então com 17 anos — começou a sentir falta de ar. A mãe, então, orientou a adolescente a ligar para a Central de Atendimento antes de procurar o pronto atendimento.

“Ela teve toda a orientação que necessitava naquele momento. Recebeu a indicação de que deveria ser encaminhada ao pronto-socorro, para realizar exames. Após o ocorrido, recebeu uma ligação por dia. Ela se sentiu muito aliviada e feliz por receber esse atendimento. Agradeço a Central Nacional Unimed por ter colaboradores tão preocupados e comprometidos com seus clientes”, enfatizou.

‘Eu me senti amparada’

Após a ida a um hospital de Brasília, Bruna precisou ficar em isolamento domiciliar, sem contato com a mãe e as irmãs, ou qualquer outra pessoa. Foram duas semanas “sozinha”, tomando os medicamentos prescritos pelos médicos plantonistas. Para a jovem, receber uma ligação diária da equipe da Central Nacional Unimed foi essencial durante seu processo de recuperação.

“Foi um momento bastante turbulento. Vocês estão fazendo um excelente trabalho. Eu me senti realmente amparada, podendo contar com alguém. Tirei minhas dúvidas do que poderia ou não fazer, e sobre os sintomas. Estou muito feliz e me surpreendi bastante, pois não conhecia o plano. Muito obrigada! Essas ligações são um acalento quando estamos doentes e uma força a mais”, afirmou.

Humanização e técnica

Do outro lado da linha, profissionais da saúde também dizem ser gratos por estarem presentes em um momento tão delicado. Um deles é Ricardo Nishimori, médico de família da Clínica Personal da Central Nacional Unimed. Ele e toda a equipe do espaço dedicam-se à Atenção Primária à Saúde (APS), proporcionando acompanhamento personalizado e mais humanizado aos beneficiários.

“O que chama mais atenção é o monitoramento dos pacientes que precisam de internação. O hospital é um ambiente naturalmente frio, que gera desconforto e isolamento. Esse trabalho é fundamental, porque oferecemos conforto, tranquilidade e apoio. Conciliamos o cuidado humano à técnica. Temos o cuidado de humanizar essa atenção, que o hospital às vezes não tem — não por negligência, mas devido à demanda”, ressaltou.

‘Jeito de Cuidar’

De todos os beneficiários que entraram em contato, com dúvidas ou sintomas relacionados ao coronavírus, 11,8 mil foram destinadas à teleorientação médica. Após avaliação profissional, 10,7 mil casos suspeitos foram identificados. Desses, 97% conduzidos ao telemonitoramento diário realizado pela Célula Covid-19 e menos de 3% ao atendimento médico emergencial. 

“Além disso, em 20 de agosto se iniciou o serviço de teleconsulta, como recurso da área. Até o momento ocorreram 770 consultas, sendo que mais de 90% dos pacientes teve sua ida ao pronto-socorro evitada”, ressaltou Pedro Gianotti, coordenador de Custos Assistenciais da cooperativa nacional. Atualmente, informou, 695 pacientes estão sob telemonitoramento (tempo médio de 14 dias).