PRIMe 2.0: dez anos de experiência abrem uma nova etapa.

Apresentada durante o Encontro Técnico, a nova versão inicia agora um ciclo de implantação, treinamento e evolução junto ao Sistema.
16 de outubro, 2026

Em setembro, durante o 7º Encontro Técnico da Unimed Mercosul, um encontro reuniu dois momentos importantes da história do PRIMe.

De um lado, os dez anos da Plataforma de Rede Integrada Mercosul.
De outro, a apresentação de sua versão 2.0.

A coincidência ajuda a explicar o próprio percurso da ferramenta.
O PRIMe nasceu para apoiar a gestão das informações relacionadas à rede prestadora, reunindo em um mesmo ambiente processos como cadastro, documentação, qualificação, contratos e negociações.

Mas a plataforma não foi concebida como uma solução pronta e imutável.
Ao longo dos anos, sua evolução passou também pela participação de um Comitê Técnico formado por representantes das Federações, que discute necessidades, acompanha melhorias e contribui para a definição das prioridades da plataforma.

Isso criou um processo contínuo: a experiência de utilização gera novas demandas; as demandas são compartilhadas e analisadas; e a tecnologia evolui para acompanhar transformações que acontecem na própria gestão da rede.
Foi nesse contexto que surgiu o PRIMe 2.0.

A nova versão foi desenvolvida sobre uma nova base tecnológica e incorpora avanços de performance e usabilidade. Sua apresentação durante o Encontro Técnico marcou, portanto, menos uma chegada e mais o início de uma nova fase. 

Agora começam as etapas de implantação, treinamento e acompanhamento dessa evolução.

É um processo que novamente depende da articulação com as Federações e das diferentes realidades das Unimeds que utilizam ou poderão utilizar a solução.
Por isso, falar dos dez anos do PRIMe é também falar sobre uma determinada forma de construir tecnologia dentro do Sistema.

Uma plataforma pode nascer a partir de uma necessidade específica.
Mas são as experiências acumuladas, as mudanças nos processos e as novas demandas de quem a utiliza que determinam como ela precisará evoluir.
Dez anos depois, a tecnologia muda.

A lógica permanece: ouvir, compartilhar necessidades, estabelecer prioridades e construir a próxima etapa coletivamente.
 






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