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Unimed Mercosul
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Quando diferentes Unimeds compram os mesmos tipos de insumos, existe uma possibilidade evidente de ganho de escala.
Mas transformar essa possibilidade em uma negociação conjunta exige muito mais do que somar volumes.
Antes de chegar a um fornecedor, é preciso conhecer as necessidades das cooperativas, entender quais itens são relevantes, avaliar características técnicas, comparar experiências, identificar pontos em comum e construir condições capazes de atender a realidades diferentes.
É esse trabalho que acontece no Comitê Técnico da Central de Compras da Unimed Mercosul, o CTCC.
O Comitê cria um espaço permanente para que representantes discutam demandas relacionadas a insumos hospitalares e laboratoriais e identifiquem situações em que a atuação conjunta pode gerar melhores condições para as Unimeds participantes. A Unimed Mercosul entra nessa construção como estrutura de articulação.
Não se trata de retirar das cooperativas sua autonomia de compra, mas de criar condições para que demandas semelhantes possam ganhar escala quando existir interesse comum.
Em 2025, essa atuação incluiu negociações e renovações relacionadas a diferentes fornecedores, além da consolidação de acordos voltados a produtos utilizados pelas Unimeds. O Relatório de Gestão registra, por exemplo, ganhos econômicos em contratos acompanhados pelo Comitê e diferentes níveis de adesão das cooperativas, evidenciando que cada negociação depende justamente da participação das Unimeds envolvidas.
No primeiro semestre de 2026, o CTCC realizou quatro reuniões, atendeu oito empresas e concluiu duas renegociações. Também iniciou a estruturação de um Comitê específico de Insumos Laboratoriais, com representantes da área e o objetivo de prospectar e avaliar itens estratégicos comuns.
Esse novo movimento amplia a capacidade de colocar conhecimento técnico diretamente dentro da construção das oportunidades de compra.
Porque uma negociação conjunta não começa na mesa do fornecedor. Ela começa antes: quando diferentes Unimeds compartilham necessidades, comparam experiências e identificam onde faz sentido atuar em conjunto. É desse processo que nasce a escala.
E é a participação coletiva que transforma escala em capacidade de negociação.
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