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O Hospital Unimed Sergipe deu mais um passo importante no fortalecimento da segurança do paciente com a implantação do NoHarm, ferramenta inteligente de apoio à decisão clínica integrada ao prontuário eletrônico hospitalar. A tecnologia atua na prevenção de riscos relacionados ao uso de medicamentos e no monitoramento contínuo da assistência, ampliando a segurança do paciente durante a internação.
A iniciativa coloca o Hospital Unimed Sergipe entre as instituições mais alinhadas às práticas modernas de cuidado baseado em dados e prevenção de eventos adversos.
Desenvolvido para apoiar equipes assistenciais na identificação precoce de riscos, o NoHarm cruza informações do prontuário eletrônico, prescrições médicas, exames laboratoriais e dados clínicos em tempo real, gerando alertas automáticos que auxiliam na tomada de decisão clínica.
A integração da tecnologia ao cuidado também fortalece a comunicação multiprofissional e amplia a confiança clínica das equipes, sem substituir o olhar humano.
Para a Dra. Paula Helena, diretora técnica do hospital, investir em tecnologia também é investir nas pessoas:
“A implantação do NoHarm reforça nosso compromisso permanente com a segurança do paciente e com o Jeito de Cuidar Unimed, promovendo uma assistência cada vez mais humanizada. Quando utilizamos ferramentas inteligentes para apoiar as equipes, ampliamos nossa capacidade de prevenir riscos, qualificar decisões clínicas e oferecer um cuidado mais seguro, acolhedor e centrado nas necessidades de cada paciente.”
A ferramenta atua em diferentes etapas do cuidado: na prevenção; durante o tratamento, por meio do monitoramento contínuo; e após a identificação de riscos, apoiando intervenções farmacêuticas e garantindo rastreabilidade assistencial.
Segundo Ariane, farmacêutica do hospital, a implantação reforça o compromisso institucional com um cuidado cada vez mais seguro.
“A implantação da plataforma demonstra que o Hospital Unimed está alinhado às tendências mais modernas de segurança assistencial. A tecnologia fortalece nossa atuação preventiva, baseada em evidências e focada na redução de riscos ao paciente”, destaca.
O projeto foi conduzido pelas equipes de Farmácia Clínica e Tecnologia da Informação, envolvendo diretamente os farmacêuticos clínicos Francisco Carlos, Kamila Dantas, Jonas Gomes, Débora Oliveira e Taciane Chagas, além do suporte técnico liderado por Gláucia, da área de TI.
Além de ampliar a segurança do paciente, a ferramenta também trouxe ganhos operacionais importantes para a rotina assistencial. Com a automatização dos alertas clínicos e a priorização inteligente de riscos, os farmacêuticos conseguem identificar com mais rapidez os pacientes que necessitam de atenção imediata, reduzindo retrabalho e tornando as validações clínicas mais ágeis e assertivas.
“A ferramenta não substitui a avaliação profissional. Ela fortalece a capacidade da equipe de identificar riscos precocemente e atuar com mais segurança, apoiando a tomada de decisão clínica baseada em protocolos e evidências científicas”, reforça Ariane.
O NoHarm utiliza referências atualizadas de sociedades médicas, guidelines internacionais e artigos científicos com alto nível de evidência, além da integração com bases reconhecidas mundialmente, como Micromedex, UpToDate, Cognys e bulários oficiais. Na prática, o maior impacto acontece diretamente na experiência do paciente.
“A chegada do NoHarm ao serviço de farmácia clínica do hospital trouxe um impacto muito positivo para a nossa rotina de trabalho. A ferramenta tem auxiliado de forma significativa na qualidade e assertividade das intervenções farmacêuticas, além de proporcionar mais agilidade na análise das informações clínicas e prescrições”, complementa Kamila Dantas, farmacêutica clínica.
Com mais uma barreira de segurança implantada no ambiente hospitalar, a assistência se torna ainda mais preventiva, integrada e monitorada continuamente, contribuindo para tratamentos mais seguros, eficazes e personalizados.