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REVISTA UNIMED BR • N

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26 • Ano 6 • Dez 2016 | Jan 2017

EVENTOS

Governança Cooperativa; profissionalização da gestão; conformidade no padrão de remune-

ração; padronização da rede hospitalar própria; otimização da rede de informática; geração de

indicadores e direcionadores estratégicos; busca e consolidação de imagem homogênea para

firmar identidade própria, única, para inserção e reconhecimento, em toda a sociedade civil, de

um segmento único, organizado com fácies e modus operandi padronizados que nos conferirá

como um todo gigantesco, porém único e indivisível.

Sonho, devaneio, utopia? Tenho absoluta convicção que não, uma vez que representa coope-

rativismo em essência.

Em eventos que considero emblemáticos neste rol de prioridades elencadas, realizamos o Co-

nhecer para Transformar e o Transformar para Avançar, nos quais lideranças motivadas discuti-

ram exaustivamente nossas questões mais prementes e indicaram caminhos e correções para

equacioná-los.

A Unimed do Brasil executou 94% das metas do primeiro evento e trabalha com igual propósito

em relação ao segundo evento, que foi mais recente.

Agora, estamos premidos pelo tempo, acossados pela necessidade inadiável de estabelecer-

mos estratégias em extrema velocidade para lograrmos superar esta fase e, no topo, a revisão

do modelo e até o estabelecimento de relações contratuais em atividades de Intercâmbio, hoje

nosso único e fundamental diferencial competitivo.

O que nos falta? Temos filosofia milenar, valores, princípios, história construída com esforço

e dedicação por muitos e as responsabilidades incomensuráveis com mais de 19 milhões de

clientes, 115 mil médicos cooperados e o desafio da superação para garantir sustentabilidade

e clamando por uma ação coletiva.

Temos dirigentes experientes, bem qualificados, conhecedores do negócio cooperação, além

de marca forte e reconhecida no mercado.

Temos, por fim, a obrigação e o dever, um verdadeiro e compulsório chamamento a atividades

em conjunto, pactuadas, agregadoras, que nos impelem à busca de soluções visíveis e já co-

nhecidas para nossa autoafirmação.

Basta de imputarmos a terceiros - governo, órgão regulador, mercado, concorrência, tratamento

tributário inadequado etc. - as raízes e razões dos nossos maiores problemas.

Em visão primeira, eles estão entre nós e, por paradoxal que se afigure, suas soluções também

estão, insistentemente à vista, juntas, em todos nós.

Esqueçamos interesses individuais, pois eles não se coadunam ao cooperativismo, quirelas fra-

ticidas, políticas mesquinhas e de efeito posterior já previsto.

Não repitamos exemplos danosos do passado, eles a nada conduziram. Nada disso constrói ou

fortalece e menos ainda engrandece.

Se assim procedermos, concluiremos com facilidade que o cooperativismo e a cooperação são

a chave e o caminho para onde todos devemos caminhar, sem atalhos ou vicinais.

Um forte abraço a cada um de vocês. Ótima Convenção para todos. Obrigado!