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Unimed Botucatu
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Voltar Além das palavras: Unimed Botucatu promove reflexão profunda sobre inclusão prática e equidade
Construir uma cultura corporativa verdadeiramente inclusiva exige ir muito além do cumprimento de cotas ou da simples adaptação de espaços físicos. Com o objetivo de transformar as relações diárias por meio da empatia, do respeito e do acolhimento prático, a Unimed Botucatu promoveu nesta semana o ciclo de palestras “Além das palavras: Transformando a Inclusão Através da Comunicação Assertiva”, voltado para todos os seus colaboradores.
A iniciativa, idealizada pelo setor de Gente & Gestão e realizada com a organização minuciosa da área de Educação Corporativa, surgiu com uma missão essencial: instrumentalizar as equipes para que a convivência, o desenvolvimento e o relacionamento com os colaboradores que são Pessoas com Deficiência (PCDs) sejam pautados pelo acolhimento absoluto, livre de preconceitos e barreiras comunicacionais.
O verdadeiro significado de incluir Ministrados por Hugo Pereira, os encontros, que percorreram o auditório do Hospital Unidade I (H1), Sede Administrativa e Hospital Unidade II (H2), trouxeram reflexões profundas baseadas em diretrizes modernas de diversidade. Um dos grandes destaques do treinamento foi a desconstrução de ideias antigas sobre o tema. O palestrante enfatizou que inclusão não deve ser confundida com "pena" ou "favorecimento", mas sim entendida como o exercício pleno da equidade, do respeito e da oportunidade.
Para ilustrar o conceito, foi utilizada a célebre definição da especialista Verna Myers: "Diversidade é ser convidado para a festa. Inclusão é ser chamado para dançar". Ou seja, o projeto busca garantir que cada profissional não apenas ocupe um espaço na cooperativa, mas tenha voz ativa, participação real e sinta que verdadeiramente pertence ao time.
Derrubando barreiras invisíveis De forma muito prática, o treinamento trouxe luz sobre as diferentes barreiras que impedem a inclusão real no dia a dia organizacional. Hugo alertou que, além dos obstáculos estruturais, os maiores desafios costumam ser as barreiras atitudinais e psicológicas, alimentadas por vieses inconscientes que geram o sentimento de não pertencimento.
A mudança cultural proposta pela Unimed Botucatu convida as equipes a alterarem o foco do olhar: quando passamos a valorizar as potencialidades de cada indivíduo, naturalmente deixamos de enxergar barreiras e passamos a enxergar infinitas possibilidades de contribuição e crescimento mútuo.
Para a Unimed Botucatu, investir no ciclo "Além das Palavras" reafirma que cuidar das pessoas começa de dentro para fora. Ao fortalecer os laços de respeito e empatia entre as equipes e aprimorar o acolhimento aos profissionais PCDs, a cooperativa constrói um ambiente de trabalho mais humano, seguro, integrado e produtivo para todos.