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Faça seu gol de placa, doe sangue

Faça seu gol de placa, doe sangue

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Doação de Sangue

Faça seu gol de placa, doe sangue

25 Novembro 2010
Um gesto de amor que pode salvar vidas. É isso o que a Campanha Nacional de Doação de Sangue, do Ministério da Saúde, pretende mostrar e incentivar até o dia 30 de junho, com o lema “Doe sangue, faça alguém nascer de novo”. Atualmente no Brasil, são coletados 3,5 milhões de bolsas de sangue por ano, sendo que o ideal seriam 5,7 milhões.

O país precisa cada vez mais de doações de sangue, por causa do aumento de 58,3% no número de transplantes, de 2003 a 2009, e do crescimento da população. De acordo com o Ministério da Saúde, se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusões.

No entanto, apenas 1,9% da população brasileira é doadora – percentual que está dentro dos parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas que não atende à demanda do país. Para aumentar o número de doadores, desde o dia 2 de junho, o Ministério da Saúde realiza uma consulta pública sobre a proposta de mudar a idade mínima permitida para doação de sangue para 16 e a máxima para 68. Hoje, pode doar quem tem idade entre 18 e 65 anos.

Sem dribles
Com as baixas temperaturas e a proximidade do inverno, as doações de sangue costumam diminuir 30%. Em época de Copa do Mundo de Futebol, a queda é ainda maior, chegando a 40%. No entanto, a demanda por sangue é constante e não pode esperar que o frio passe e o Mundial termine, por isso, não drible o compromisso de ser solidário. Faça seu gol de placa – doe sangue.

Para doar, a pessoa deve: 
• ter entre 18 e 65 anos; 
• pesar mais de 50Kg; 
• sentir-se bem, com boa saúde; 
• não estar em jejum, apenas evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação; 
• apresentar documento com foto, válido em todo o território nacional.

Após a doação, é preciso evitar exercícios físicos por 12 horas e aumentar a ingestão de líquidos.

Não pode doar: 
• quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade; 
• mulheres grávidas ou que estão amamentando; 
• quem está exposto a doenças transmissíveis pelo sangue, como AIDS, hepatite, Doença de Chagas e sífilis; 
• quem é usuário de drogas; 
• pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.
 


Para mais informações, acesse aqui o site da campanha.

Taise Bertoldi

Fonte: Ministério da Saúde, site Estadão (14/06).

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.


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