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Influenza – Gripe – H1N1

Influenza – Gripe – H1N1

Ministério da Saúde esclarece as formas de transmissão e atitudes que ajudam a reduzir o risco de adquirir ou transmitir essa gripe.

Influenza – Gripe – H1N1

8 Abril 2016

Influenza, também conhecida como Gripe, é uma infecção respiratória que pode se complicar com pneumonia, ocasionar internações hospitalares e eventualmente evoluir para morte. 
É causada pelos vírus Influenza A, B e C, sendo o vírus A e B os responsáveis pelas epidemias que ocorrem em determinados períodos do ano (sazonais) e o vírus C, aquele que está associado a doenças mais brandas. Os vírus influenza A são classificados em subtipos A (H1N1) e A (H3N2). 

 

Como se manifesta
Geralmente inicia-se com febre alta, dor muscular mais intensa do que a encontrada nos resfriados comuns, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. As manifestações respiratórias vão se acentuando com a evolução da doença e mantêm-se em geral por até cinco dias após o desaparecimento da febre. 
Em virtude da semelhança de alguns sinais e sintomas, a gripe pode ser confundida com o resfriado, que também é uma doença respiratória, mas é causado por vírus diferentes daqueles que causam a gripe. O resfriado é uma doença de menor duração, com manifestações que incluem tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta de menor intensidade. Não costumam evoluir com complicações mais graves que requeiram hospitalização e a febre, quando presente, habitualmente é de menor intensidade. 

 

Transmissão
O contágio da gripe se dá de forma direta por meio das secreções respiratórias de uma pessoa contaminada ao tossir ou mesmo falar, ou ainda pelo contato das mãos em superfícies que contenham secreções contaminadas. 

 

Cuidados 
Para a gripe são recomendadas medicações sintomáticas que aliviem a dor ou a febre, a ingestão de líquidos, o repouso e alimentação leve. Para os pacientes que apresentem evolução não favorável ou complicações, recomenda-se a procura de atenção médica. 
Atualmente, existem medicamentos antivirais (fosfato de oseltamivir e zanamivir) para o tratamento, que devem ser prescritos por médicos aos pacientes mais graves ou com fatores de risco para o agravamento da doença. 

 

Como se prevenir
• Lavar as mãos com frequência, principalmente após contato com secreções (espirros e tosse), ou após tocar superfícies de uso público, como por exemplo corrimãos de escadas;
• Sempre higienizar as mãos antes da ingestão de alimentos e não compartilhar talheres ou copos;
• Lenço descartável para higiene nasal;
• Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
• Evitar tocar com as mãos olhos, nariz e boca;
• Manter ambientes bem ventilados;
• Evitar contato com pessoas que tenham manifestações de gripe. 

 

Vacinação 
A vacinação contra influenza é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza e é um componente chave da preparação e resposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) para controlar a circulação de amostras de vírus influenza sazonal. 
Como os vírus mudam, é necessário que as vacinas também sejam modificadas e que as pessoas sejam vacinadas anualmente para manter a proteção vacinal. 
Os grupos prioritários a serem vacinados de acordo com recomendações do Ministério da Saúde são:
• Crianças de 6 meses a menores de 5 anos;
• Gestantes;
• Puérperas;
• Trabalhador de saúde;
• Povos indígenas;
• Indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
• População privada de liberdade;
• Funcionários do sistema prisional;
• Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis;
• Pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).


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Fonte: Ministério da Saúde

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.


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