Higienização Hospitalar

Higienização Hospitalar

Limpeza é o processo de localizar, identificar, conter, remover e desfazer-se de forma adequada, de substância indesejáveis, ou seja, de uma superfície ou ambiente (Comitê Técnico Abralimp – Associação Brasileira do Mercado Institucional de Limpeza, 1998).

Limpeza Hospitalar é o processo de remoção de sujidades mediante a aplicação de ação ou energia química, mecânica ou térmica, num determinado período de tempo. Consideramos limpeza hospitalar a limpeza das superfícies fixas e equipamentos permanentes das diversas áreas hospitalares, o que inclui pisos, paredes, janelas, luminárias, mobiliários e instalações sanitárias (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O Serviço de Higienização do Hospital Unimed Rio Claro é responsável pela limpeza hospitalar das *unidades criticas, **semi criticas e ***não críticas. A limpeza é dividida em duas etapas: limpeza concorrente que é a limpeza diária para a manutenção do ambiente limpo e organizado e a limpeza terminal das áreas que é feita periodicamente dependendo do tipo de unidade do hospital, onde além da limpeza é realizado uma desinfecção de superfícies e o tratamento do piso com produtos específicos.

Os principais objetivos são:

Contribuir para a manutenção do patrimônio institucional através de boas práticas de higienização;
Proporcionar aos clientes através da higienização, um ambiente limpo e esteticamente organizado, livre de mau odor, visando conforto, segurança bem estar;
Contribuir com a preservação do meio ambiente através de práticas como a segregação conscientes e criteriosa dos resíduos do serviço de saúde:
Redução da sujidade visível e da carga de microrganismos transmissores de doenças, como medida de controle e redução de possibilidade de transmissão de infecções.
Nossa equipe é composta por duas coordenadoras que participam ativamente na implementação dos manuais e protocolos, na padronização de produtos e supervisionam auxiliares de higienização que se intercalam nas vinte e quatro horas do dia e se dividem em todos setores do hospital, seguindo uma rotina já estabelecida em cada plantão. A equipe tem o apoio da enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) para ser capacitada tecnicamente quanto os protocolos de limpeza e desinfecção padronizados na Instituição.

 

Unidades Críticas:

São aquelas onde existe maior risco de transmissão de infecções, por serem locais onde se realiza grande volume de procedimentos invasivos e/ou que possua pacientes de alto risco com o sistema imunológico deprimido, como UTI, salas de cirurgias, pronto-socorro, banco de sangue, central de materiais entre outras

 

 

 

Unidades semicríticas:

São ocupadas por pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade e doenças não infecciosas, como enfermarias, quartos de pacientes internados, ambulatórios, posto de enfermagem, entre outros.

 

 

 

 

 

 

Unidades não críticas:

São todas aquelas áreas hospitalares não ocupadas por pacientes e onde não realizam procedimentos, como áreas administrativas e de circulação.